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Andei lendo: Almas Gêmeas – 3º livro da série Beijada por um Anjo | Elizabeth Chandler

Terminei a série há mais de um mês e jurava que já tinha falado sobre esse último livro aqui. Só hoje que fui olhar nos rascunhos e vi que nem tinha escrito nada sobre ele ainda.

Como os outros dois, esse livro também foi rapidinho de ler e fiquei curiosa até terminá-lo, mas vale falar que foi o livro da série que mais me deu aflição, por conta dos “acidentes” que acontecem com a Ella, a gatinha da Ivy. Fiquei morrendo de dó e com raiva do Gregory porque eu tinha CERTEZA de que era ele quem tava maltratando a gatinha.

Um problema desse livro é que você já fica um pouco cansado de toda a melancolia do Tristan. Pô, ele morre no primeiro livro, se conforma logo! Hahaha. Mas é, fiquei torcendo pra ele resolver tudo de uma vez e liberar o caminho pra Ivy ficar com o Will.

Não vou contar o fim, mas ele é parte bem previsível (mesmo!) e parte totalmente chocante. Hahah. O motivo da pessoa fazer tudo o que ela fez é bem racional e só aparece no final do livro… gostei disso, me fez gostar mais da série. Vale a pena, é bem divertida e vive em promoção por aí. ;)

Andei lendo: A força do amor – 2º livro da série Beijada por um Anjo | Elizabeth Chandler

O livro começa EXATAMENTE onde o primeiro volume acaba, numa vibe meio capítulo de novela, bem no ápice. Hahaha. Então tô bem feliz por ter ganho os três de uma só vez (thanks Makson e Kátia!), assim não fico nervosa querendo continuar a história e tendo que esperar o próximo livro chegar pra continuar.

Agora Tristan já acha que sabe qual é sua missão: descobrir o que aconteceu com seu carro na noite do acidente (já que o freio não funcionou) e, caso tenham tirado o freio do seu carro de propósito, se estavam querendo matar ele ou a Ivy.

Ele passa o livro todo tentando se comunicar com a Ivy, mas fica muito difícil porque ela já não acredita em anjos, então está fechada para todo o tipo de comunicação que ele poderia usar. Enquanto isso, Ivy está cada vez mais grudada à Beth e Suzanne (suas melhores amigas) e à turminha de Gregory: Will e Eric.

Achei o livro meio lento, mas é divertidinho. Tem hora que todo o drama da Ivy me cansa um pouco, mas acho bem condizente com alguém que perdeu o primeiro namorado de forma tão inesperada.

Andei lendo: Beijada por um anjo – 1º livro da série de mesmo nome | Elizabeth Chandler

Quando a onde dos livros de anjos começou, essa série foi uma das que mais me chamou a atenção. Levei um susto ao ver que a série foi escrita em 94, muito antes das pessoas esquecerem os vampiros e começarem a gostar de anjos. Heheheh.

A série tem como foco a Ivy, uma menina de 16/17 anos que se muda para um novo colégio porque sua mãe vai se casar com um cara super rico e influente na sociedade local. Ivy se muda com a mãe e o irmão, Phillip, para a casa do agora padrasto e de Gregory, filho dele.

Ela nunca se apaixonou e quase não dá bola pra ninguém, até que se apaixona por Tristan, a estrela do time de natação da escola e um dos meninos mais concorridos e bonitões. Tristan é um amor, ajuda Ivy a superar seu medo por natação e eles começam a namorar. Tudo vai super bem, mas eles sempre se desentendem quando o assunto são os anjos em que Ivy acredita totalmente e ele, não.

Pouco tempo depois de começarem a namorar, eles sofrem um acidente de carro e Tristan morre. Ivy para de acreditar em anjos e Tristan vira o quê? Um anjo, claro. Ele tem uma missão para completar na terra e só então pode partir dessa pra melhor, mas não faz a mínima ideia de qual seja e só quer ficar por perto da Ivy. Aí que aparece um dos meus personagens favoritos: a Lacey, uma estrela adolescente de Hollywood que morreu em um acidente aéreo dois anos antes mas que não faz muito para completar sua missão, então fica perambulando por aí aprontando algumas.

Esse primeiro livro é basicamente só para o Tristan morrer e virar anjo, não tem nada além disso. O que me parece é que toda a ação ficou para os outros dois volumes da série.

Ah! E o fato de você ler a morte do Tristan logo na primeira página não ajuda em nada quando, lá para o meio, ele morre mesmo. Chorei, morri de dó dele e da Ivy.