BEDA

52 objetos: #32

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O quê: Vestido
Por quê: É uma das minhas peças favoritas de roupa
Onde está: No meu armário
De onde veio: Da Zara

Uso muita calça jeans no dia a dia, mas se pudesse escolher uma única peça do meu guarda-roupa, com certeza seria um vestido. É usando vestido que me sinto mais bem arrumada, mais bonita, mais do meu jeito.

Encontrar vestido pra mim é um pouco difícil porque tem que ter a cintura bem marcada e a saia um pouco rodada. Só assim para me cair bem e ser confortável o suficiente.

Esse da foto comprei para o batizado da Mari e demorei horrores para encontrar. Na época eu estava um tanto mais gorda e quase nada do que eu gostava caía bem em mim. Até que dei de cara com ele na Zara, serviu (o que era uma raridade acontecer naqueles tempos), o preço era ok e pronto. Escolhido. Amo esse vestido, acho a cor a coisa mais linda e mesmo assim é bem delicado. Já usei tanto que ultimamente até parei um pouco porque eu só saía com ele nas fotos. Hahahahaha.

O que é o projeto 52 objetos?
Em muitos anos no futuro alguém encontra uma caixa cheia de coisas que você possuiu e tenta descobrir que tipo de pessoa você era. Talvez essa caixa tenha fotografias, livros, documentos pessoais, roupas, talheres, bilhetes de shows ou até um pacote de chiclete. O que esses objetos diriam sobre você? Eles mostrariam um retrato fiel da sua vida? Qual história eles diriam?

A ideia original veio daqui e essa tradução da explicação é da Ana Paula. Você pode ver todos os outros objetos que escolhi aqui.

BEDA

Clica aí, colega! #21

Já falei que gosto muito do Jesse Eisenberg? Sempre que sai um filme novo dele, fico querendo assistir. Aí vi esse post do Brainstorm9, sobre como os fãs terem reclamado da tradução do nome do novo filme dele funcionou (a Paris Filmes alterou!), assisti o trailer e tô aqui doida pra ver logo American Ultra. Parece ser bem engraçado.

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– Depois de 1 ano e meio na vida de freelancer, posso dizer: se você tem vontade de trabalhar em home office, FAÇA! Aqui no Follow the colours tem dicas ótimas de como fazer isso.
– Não tenho cachorro e, exatamente por isso, evito dar minha opinião sobre a alimentação do cachorro alheio, mas concordo muito com esse post do Hypeness: se devemos comer comida natural, por que nosso pet só se alimenta de comida industrializada? Já tive dois cachorros e, para os dois, a ração era só um petisco, algo que comiam quando estava com fome no meio da tarde e não tinha mais nada pronto. Minha mãe cozinhava arroz e carne para eles sempre, dava frutas e alguns legumes. Um viveu 18 anos e o outro, completa 18 anos esse ano. Claro que um cachorro de 18 anos já tem alguns problemas de saúde, mas os dois viveram, pelo menos, 16 anos super bem.
– A Amanda tem um dos meus blogs favoritos (acompanho há muitos anos e soooofro quando ela fica muito tempo sem escrever) e fez um texto bem legal sobre aquela sensação que todo mundo tem ao olhar a vida do coleguinha nas redes sociais, de que todo mundo tem uma vida mais legal do que a nossa. Será que é assim mesmo?
– Qual a importância de uma banda na vida de um fã? Esse cara que, 15 anos depois, enviou um cheque ressarcindo sua banda favorita por ter vendido cópias piratas do disco deles, mostra que tem muita importância. A notícia é do Tenho Mais Discos que Amigos.
– Acompanho o projeto #100lovesongs, da Renata, pelo Instagram e adorei ver a explicação dela para como e porque o projeto foi iniciado. Acho lindas as artes dela!

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Sutiã sempre foi um problema pra mim e demorei anos até descobrir o tamanho do meu! Esse guia da Ju Romano está ótimo.
Vestidos de casamento + Disney = um ensaio fooooofo, com as modelos com a maior cara de princesas. Achei uma graça esse ensaio, postado pela Lia.
– O inverno está no fim (por aqui, parece que já é verão. QUE HORROOOOOR!), mas visitar Campos do Jordão não precisa ser só nessa estação, né? A Nana foi para lá e deu dicas de passeios diferentes, vários que eu nunca fiz. Fiquei querendo voltar à cidade para conhecer o Museu Felícia Leiner.
Belo Horizonte sempre esteve na minha lista de cidades-desejo aqui no país e, depois de ler esse post da Rê Biscoito, preciso ir pra lá o quanto antes. Quem sabe não me animo com alguma promoção de passagens, né?
– Outro lugar que eu sempre quis conhecer é o Rio Grande do Sul. Amo o sotaque, toda foto que vejo das cidades me encanta.. e esse post da Julia lá no E aí, beleza? me fez babar. O que são essas ruínas em São Miguel das Missões? :O

Tag: Taylor Swift Book

Tô escrevendo esse post pra mostrar pra vocês que eu tardo, mas não falho. A Lec me indicou nessa tag em março (!!!) e só agora resolvi parar para pensar nas respostas. X)

Achei a ideia dessa tag sensacional, ainda mais porque com o último álbum a Srta. Swift entrou de vez pra minha playlist. Ouço tanto 1989 que já sei de cor todas as músicas, até a ordem. Aí juntarem ela e livros em uma única tag foi demais pra mim. Eu TINHA que responder.

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1) We Are Never, Ever Getting Back Together (ou livro ou série que você estava amando, até que decidiu terminar pra nunca mais voltar): livros da Marian Keyes. Li, de uma só tacada, três livros da série dela sobre as irmãs Walsh e enjoei de um jeito que só de olhar pras capas dos livros dela me dá um bode.

2) Red (ou um livro com a capa vermelha): Serial Killers – Louco ou Cruel, da Ilana Casoy. Não sei vocês, mas adoro saber detalhes de crimes e assassinatos famosos. Histórias de Serial Killers então, melhor ainda. Os livros da Ilana Casoy são ótimos para quem gosta disso e esse é um dos meus favoritos dela.

3) The Best Day (ou um livro que te deixe nostálgica): Mate-me por favor, de Legs McNiel. Geralmente quando releio algum livro fico lembrando quando e onde o li pela primeira vez. Com esse livro, só de olhar para a capa lembro exatamente da época em que comprei, quando e onde li, o que tava rolando na minha vida. Adoro olhar pra ele e lembrar dos tempos de faculdade e do tanto de punk que eu ouvia naquela época. Fora que agora só existe a edição de bolso ou a separada em dois volumes, essa edição da imagem, igual à minha, é basicamente uma raridade. :p

4) Love Story (ou um livro com uma história de amor proibido): Sangue quente, de Isaac Marion. É uma história bem bobinha, mas divertida. Também foi a história de amor mais proibida que lembrei. Prefiro o livro ao filme e já falei do livro por aqui.

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5) I Knew You Were Trouble (ou um personagem mau pelo qual você se apaixonou mesmo assim): Dexter, de Jeff Lindsay. Tenho um certo problema em gostar dos mocinhos muito certinhos, então é até que comum eu gostar do malvadinho da história.  Mesmo o Dexter do livro sendo um tanto mais burro do que o Dexter da série de TV e os livros serem bem fracos, ele ainda é um dos assumidamente malvados que mais gosto. Como não amar esse serial killer? Não tem como. Já resenhei o livro aqui também.

6) Innocent (ou um livro que alguém tenha estragado o final pra você): nenhum. Não ligo nem um pouco de saber spoilers de livros, séries ou filmes. Geralmente eu mesma procuro no Google o que acontece na série. Hahaha. Continuo querendo saber tudo o que acontece para chegar ao final que eu já sei. Falei tudo isso pra dizer que mesmo que já tenham me contato o final de algum livro, isso nunca estragou a experiência de leitura pra mim.

7) You Belong With Me (ou um livro que você esteja ansiosa para o lançamento): nenhum. Tô tão atarefada com a minha fila de leitura enorme que não consigo nem acompanhar os lançamentos, que dirá ficar ansiosa por algo que nem foi lançado ainda. Mas eu bem que queria ler a biografia da JK Rowling, como a Lec.

8) Everything Has Changed (um livro com um personagem que se desenvolve bastante): Mustaine – Memórias do Heavy Metal, de Dave Mustaine. Quando comecei a ler a biografia do cara, não imagina que ele sairia de uma família super religiosa, viraria um rockeiro mega drogado (tá, essa parte todo mundo sabe) e, finalmente, abraçaria sua fé e viraria religioso. Esse final, com ele todo convertido à igreja, nem passava pela minha cabeça. Aqui tem minha resenha.

9) Forever and Always (ou seu casal literário favorito): Rony e Hermione. Desculpa, não sei ser adulta e escolher algum casal que não seja de Harry Potter.

10) Come Back, Be Here (ou um livro que você não gosta de emprestar com medo de que não volte nunca mais): tenho alguns que não empresto de jeito nenhum, são meus xodós e todos bem especiais. O Journals, do Kurt Cobain e dois que ganhei da Lec: Harry Potter – Page to screen e o Harry Potter – Film Wizardry. Esses não saem daqui de casa de jeito nenhum!

11) Mean (ou um livro que te deixou muito para baixo): Preciosa, de Sapphire. Como disse na época, esse foi o único livro que me fez passar fisicamente mal enquanto lia. A história é tão pesada, a personagem principal passa por tanto sofrimento e tanta injustiça… até hoje fico triste sempre que penso nele.