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Lisboa – Convento do Carmo e Castelo de São Jorge

Fiquei só 3 dias inteiros em Lisboa e, no primeiro, estava morta de cansaço do vôo. No segundo fui para Sintra (que merece um posto só dela) e no terceiro andamos pela cidade. Tivemos a companhia da Mari (e do André) em alguns momentos nos três dias, o que foi ótimo porque ela fez com que aproveitássemos muito o tempo que tínhamos e nos levou nos principais pontos turísticos. Nada como andar com locais, né? <3

Hoje vou falar um pouco do primeiro e do último passeio que fizemos por lá.

Convento do Carmo

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O Convento sobreviveu à um forte terremoto e um incêndio, foi praticamente todo destruído e teve algumas partes reformadas por D. Maria I. O prédio era bem grande, mas agora conta com uma grande área descoberta com ruínas do que um dia já foi o convento (minha parte favorita! Linda!) e uma parte ao fundo que foi reformada e continua em pé. Dentro há bastante peças do período paleolítico, algumas sepulturas e urnas funerárias, estátuas e até duas crianças mumificadas (nessa parte levei o maior susto. Quem ia imaginar dar de cara com duas crianças mumificadas no meio de um Convento em Lisboa? Eu que não).

O passeio é rapidinho, o prédio fica em uma praça bem gostosa com restaurantes em volta e em uma área bem central da cidade, dá para colocar a visita no seu roteiro numa boa.

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Para mais informações: Site oficial

Castelo de São Jorge

O castelo fica bem no meio de Lisboa, o que é meio doido pra mim. Imagina você morar em uma cidade onde tem um castelo e de onde vários navios saíram para “descobrir” novas terras? Acho demais!

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Ele foi construídos pelos muçulmanos mais ou menos no século XI e conquistado pelo primeiro rei de Portugal. Depois de reformado e adaptado, foi a moradia de todos os reis de Portugal até o século XVI. Depois foi usado para propósitos militares e virou um espaço para quartéis. E agora é um patrimônio nacional.

O castelo é bem no alto da cidade (a gente camelou para subir até lá!) e tem uma vista LINDA da cidade. Foi muito gostoso andar todo o muro do castelo, olhando os ângulos diferentes da cidade. Na parte interna do castelo tem algumas peças histórias e tal, dá para gastar umas boas horas lendo e vendo tudo. A parte interna é legal, mas acho que a vista foi minha parte favorita.

Também tem alguns pavões soltos pela propriedade e, se você tiver sorte, pode ser que algum deles chegue perto de você. Enquanto tomávamos uma água no café um chegou bem pertinho e eu quase tive um treco quando ele ameaçou abrir a cauda pra cima de mim.

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Para mais informações: Site oficial

ROTAROOTS de julho: lugares que eu quero conhecer

Desde março não posto nada do Rotaroots, então tá na hora de criar vergonha na cara. Tenho que confessar que esse tema me deu vontade de vir correndo escrever, porque como ouvi por aí: viajar é como fazer tatuagem – você sempre acaba uma pensando na próxima.

Listei só cinco porque se não o post ficaria gigantesco. X)

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Orlando – Morro de vontade de ir pra Disneyworld desde adolescente. Fui à Disney Paris em junho, mas meu coração bate mais forte é pela casa do Mickey em Orlando. Aproveitar e passar um dia na Universal vendo a parte temática do Harry Potter também não vai me deixar triste, então me deixa ser clichê e dizer que esse com certeza vai ser o primeiro destino que conhecerei nos Estados Unidos.

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Dublin – Um casal de amigos muito querido foi morar por lá e, de tanta foto linda que eles mandam, fiquei doida para conhecer. A cidade parece ser linda, o clima me agrada… Frio, cerveja boa e músicos de rua: me aguardem! Sem contar que é pertinho de Londres e dá pra escapar e conhecer os Estúdios do Harry Potter. :D

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Itália – Italiano é uma das minhas línguas favoritas, acho a coisa mais linda. Imagina passar algumas semanas só ouvindo a língua? Ai ai. De quebra eu iria adorar conhecer Milão, Roma e algumas cidadezinhas menores. Bem aquela coisa de filme, as vilas, as fazendas, os campos a perder de vista… lindo!

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Brasília – Há anos quero conhecer a nossa capital e nunca me animo o suficiente para ir. Tá na hora de mudar isso, acho feio dizer que conheço as capitais de outros países e não a do meu. Sem contar que morro de curiosidade de ver os lugares onde tanta banda que gosto começou.

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Egito – Imagina ver uma pirâmide ao vivo? Eu imagino. Deve ser inexplicável a sensação de estar parado em frente à uma construção tão antiga e cheia de significados. Morro de medo de ir para o Egito, mas um dia eu pago aqueles pacotes bem turistões, com guias e translados cobertos e vou. Me espera, Esfinge!

Este post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, um grupo de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais. Para ler todas as blogagens coletivas do Rotaroots, clique aqui. Quer participar? Então faça parte do nosso grupo no Facebook e inscreva-se no Rotation.

Imagens: Orlando (Joe Penniston) | Dublin (Barry McGrath) | Itália (Andrea Pucci) | Brasília (Francisco Aragão)Egito (Boaz)

Lisboa – onde me hospedei

Lisboa não estava nos meus planos, mas quando fui comprar as passagens estava rolando uma promoção de ampliar o tempo de conexão na cidade de graça, caso eu voasse pela TAP. Juntando isso à vontade de rever a Mari pessoalmente e pronto, passagens compradas. :)

Tive ajuda da Mari para decidir onde ficar e ela logo me indicou a região da Baixa/Chiado. Essa é uma região central e SUPER turística, pertinho de tudo, com metrô, muita gente para tudo quanto é lado… a Mari não podia ter acertado mais na indicação. Ficar na Baixa/Chiado foi crucial para eu ter conhecido tanta coisa no pouco tempo que fiquei por lá.

Vista da sala comum do hostel: praça onde fica o Café A Brasileira e metrô.
Vista da sala comum do hostel: praça onde fica o Café A Brasileira e metrô.

Além de ter indicado a região, a Mari foi uma linda e me ajudou a pesquisar hostels também. Ela foi, entrou em alguns, anotou telefones e tudo mais. Uma querida. Infelizmente nenhum dos que ela tinha gostado estava com suítes liberadas (desculpa, eu e Henrique não topamos dividir banheiro com estranhos! haha), então acabei escolhendo o Lisbon Poets Hostel depois de ler indicações no HostelWorld e TripAdvisor e ter gostado das fotos de quem já tinha se hospedado por lá. A localicazação parecia ótima, as fotos mostravam um lugar arrumadinho, o preço estava convidativo… fechei rapidinho.

Logo depois que fechei tudo pelo HostelWorld, mandei e-mail para confirmar. E aí a minha surpresa: enviaram fotos da suíte em que eu ficaria e UAU. Ela era enorme, tinha até mini cozinha, com móveis novinhos, tudo bem decoradinho… não esperava por isso. Achei que seria uma suíte bem pequena, com um banheiro menor ainda, porém todo nosso. Hahaha.

Sala comum e cozinha: espaço comunitário para tomar café da manhã e socializar com os outros hóspedes.
Sala comum e cozinha: espaço comunitário para tomar café da manhã e socializar com os outros hóspedes.

Chegamos muito antes do horário de check-in, então deixamos as malas por lá e demos uma volta pela cidade. Estávamos acabados de cansaço e o passeio não foi muito longo. Voltamos, cochilamos na sala comum e esperamos um bom tempo pela liberação do quarto. Esse foi o único problema que tive com o hostel: pela reserva e por toda a manhã fui informado de que o check-in seria às 14h ou 14h30, no máximo. Quando deu esse horário fui informada de que o check-in seria somente às 16h e que esse era o horário especificado no último e-mail de confirmação que recebi (e somente nele). Na hora me estressei porque estava super cansada e queria tomar banho logo, mas lembrando agora isso definitivamente não estragou nada da viagem.

Nossa suíte: cama gostosa, bastante espaço, sofá, mini cozinha, quintalzinho, banheiro e pufe para leitura.
Nossa suíte (já meio bagunçada): cama gostosa, bastante espaço, sofá, mini cozinha, quintalzinho, banheiro e pufe para leitura.

A suíte não fica no mesmo prédio dos quartos coletivos, mas é bem pertinho. O prédio é tranquilo, o quarto é gostoso e exatamente como as fotos mostravam. A equipe do hostel é bem simpática e o café da manhã oferecido é simples, mas gostoso. Todos os dias o hostel oferece algumas atividades noturnas para quem está hospedado (algumas grátis, outras não). Eu queria ter participado da noite do fado, mas no dia ela atrasou, eu estava super cansada e ainda tinha que arrumar as malas para pegar o trem no dia seguinte. Acabei perdendo, mas parecia ser bem animada.

Fiquei poucos dias em Lisboa e estou doida para voltar com mais tempo. Com certeza reservaria o mesmo quarto novamente, foi uma ótima surpresa pro começo da viagem.