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Clica aí, colega! #21

Já falei que gosto muito do Jesse Eisenberg? Sempre que sai um filme novo dele, fico querendo assistir. Aí vi esse post do Brainstorm9, sobre como os fãs terem reclamado da tradução do nome do novo filme dele funcionou (a Paris Filmes alterou!), assisti o trailer e tô aqui doida pra ver logo American Ultra. Parece ser bem engraçado.

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– Depois de 1 ano e meio na vida de freelancer, posso dizer: se você tem vontade de trabalhar em home office, FAÇA! Aqui no Follow the colours tem dicas ótimas de como fazer isso.
– Não tenho cachorro e, exatamente por isso, evito dar minha opinião sobre a alimentação do cachorro alheio, mas concordo muito com esse post do Hypeness: se devemos comer comida natural, por que nosso pet só se alimenta de comida industrializada? Já tive dois cachorros e, para os dois, a ração era só um petisco, algo que comiam quando estava com fome no meio da tarde e não tinha mais nada pronto. Minha mãe cozinhava arroz e carne para eles sempre, dava frutas e alguns legumes. Um viveu 18 anos e o outro, completa 18 anos esse ano. Claro que um cachorro de 18 anos já tem alguns problemas de saúde, mas os dois viveram, pelo menos, 16 anos super bem.
– A Amanda tem um dos meus blogs favoritos (acompanho há muitos anos e soooofro quando ela fica muito tempo sem escrever) e fez um texto bem legal sobre aquela sensação que todo mundo tem ao olhar a vida do coleguinha nas redes sociais, de que todo mundo tem uma vida mais legal do que a nossa. Será que é assim mesmo?
– Qual a importância de uma banda na vida de um fã? Esse cara que, 15 anos depois, enviou um cheque ressarcindo sua banda favorita por ter vendido cópias piratas do disco deles, mostra que tem muita importância. A notícia é do Tenho Mais Discos que Amigos.
– Acompanho o projeto #100lovesongs, da Renata, pelo Instagram e adorei ver a explicação dela para como e porque o projeto foi iniciado. Acho lindas as artes dela!

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Sutiã sempre foi um problema pra mim e demorei anos até descobrir o tamanho do meu! Esse guia da Ju Romano está ótimo.
Vestidos de casamento + Disney = um ensaio fooooofo, com as modelos com a maior cara de princesas. Achei uma graça esse ensaio, postado pela Lia.
– O inverno está no fim (por aqui, parece que já é verão. QUE HORROOOOOR!), mas visitar Campos do Jordão não precisa ser só nessa estação, né? A Nana foi para lá e deu dicas de passeios diferentes, vários que eu nunca fiz. Fiquei querendo voltar à cidade para conhecer o Museu Felícia Leiner.
Belo Horizonte sempre esteve na minha lista de cidades-desejo aqui no país e, depois de ler esse post da Rê Biscoito, preciso ir pra lá o quanto antes. Quem sabe não me animo com alguma promoção de passagens, né?
– Outro lugar que eu sempre quis conhecer é o Rio Grande do Sul. Amo o sotaque, toda foto que vejo das cidades me encanta.. e esse post da Julia lá no E aí, beleza? me fez babar. O que são essas ruínas em São Miguel das Missões? :O

Vestidos nacionais com cara de anos 50

Esse é um dos posts mais acessados do blog, mas como só tem indicação de lojas internacionais que vendem vestidos com modelagem retrô, achei justo procurar por lojas que fizessem modelos parecidos aqui no Brasil. Nada melhor do que comprar, pagar em real, não ter que se preocupar em ser taxada, receber logo e ainda poder trocar caso não fique bom, né?

Tem duas lojas que sempre são paqueradas por mim e que acho que suprem bem esse desejo por vestidinhos com cara de vó. Nunca comprei em nenhuma das duas, mas as peças são tão lindas que sempre volto pra namorar alguma que eu tenha gostado mais. :)

Atelier Luiza Pannunzio

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Vivo enrolando para ir conhecer a loja da marca na R. Augusta, aqui em São Paulo. Na verdade, sempre que entro na loja virtual penso em ir até lá, mas quando estou pelas redondezas, esqueço. A loja tem saias, blusas, casacos e vários outros produtos, mas o que mais gosto são os vestidos. Modelagem linda e cores neutras, parecem ser vestidos que duram anos no armário. Só acho o preço um pouquinho salgado, mas como nunca fui à loja para conferir de perto, não sei dizer se o preço um pouco mais alto tem motivo por ser um tecido de alta qualidade ou não. Acredito que por ser uma ateliê e fazer peças em menor quantidade também influencie no preço final.

Chica Bolacha

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Conheci a Chica Bolacha na época do Plastic Fantastic porque sempre tinha leitora que mandava look usando alguma peça da marca. A marca, de Porto Alegre, é especializada em roupas plus size, mas também faz tamanhos menores. As roupas são super divertidas, com tecidos estampados e modelagem que favorece o corpo. Os vestidos são lindos (o que é esse com as guitarras, pelamor? LINDO!), mas gosto muito também dos moletons que eles lançam todo inverno.