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Paris – o Arco do Triunfo e a Torre Eiffel

Quis começar falando logo dos dois grandes ícones da cidade porque era o que eu mais queria ver de perto. Manja aquela lance de “OMG, tô aqui”? Foi olhando a Torre, de pertinho, que rolou comigo pela primeira vez na cidade.

A Torre vista de (nem tão) longe. :)
A Torre vista de (nem tão) longe. :)

Desde o começo, Paris era a minha cidade de “eu tenho que conhecer”. Escolhemos as cidades que visitaríamos levando em conta cidades que nós dois queríamos conhecer e Paris foi minha primeira escolha (a do Henrique foi Amsterdam). Sempre quis conhecer a cidade, mas a loucura mesmo em ir pra lá só começou quando estava procurando passagens e fiquei entre chegar por Paris ou por Milão. Fiquei feliz por ter feito essa escolha, foi um ótimo jeito de começar a segunda parte da viagem e terminá-la. Milão (e toda a Itália, aliás) ficou para uma próxima viagem.

Ao todo, passamos 8 dias na cidade (5 no começo de junho e dois no começo de julho) e deu para conhecer bastante coisa, andar, se perder, ir com calma. Já falei aqui que somos o tipo de viajante que prefere deixar de ver coisas à ver tudo correndo só para cumprir tabela, né? Deixamos muita coisa por ver, um dia a gente volta e conhece mais.

Arco do Triunfo

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Era nosso segundo dia na cidade e saímos para ver outras coisas, nos perdemos, andamos bastante e de onde quer que a gente olhasse, a Torre aparecia ao fundo. Isso fez com que a gente mudasse o roteiro do dia e resolvesse ir até ela. Mas aí olhamos para o lado e estávamos muito mais perto do Arco do Triunfo, então fomos visitá-lo primeiro.

Andamos toda a Champs-Elysées, olhamos as lojas – tem Disney Store! – e paramos aos pés do Arco. Aliás, gostei de passear pela Champs-Elysées, mas estava muito ocupada entrando e saindo de lojas que eu ainda não conhecia (sem comprar praticamente nada! Êta mulher econômica! Hahaha), que nem tirei fotos da rua. Tem loja de tudo quanto é coisa, restaurantes, turistas e MUITO brasileiro. Por Paris inteira você encontra alguém falando português, mas ali a concentração é absurda!

Foi Napoleão quem mandou construir o monumento, em 1806. Pode falar o que quiser de Napoleão, mas o cara tinha bom gosto. O Arco é LINDO e virou uma das minhas construções favoritas em Paris. <3

Cheio de tapumes no topo, em junho...
Cheio de tapumes no topo, em junho…
... e lindo, sem nada, em julho.
… e lindo, sem nada, em julho.

Da primeira vez que o vimos, estava em reforma, cheio de tapumes em cima. Quando voltamos, em julho, os tapumes tinham sumido. Que bom! Estava doida para tirar fotos melhores dele (queria TANTO ter fotografado mais Paris e Lisboa com a câmera nova, mas só a peguei quando cheguei na Suíça). Você pode subir ao topo do Arco para fotografar e ver a cidade, mas a gente passou. A beleza toda dele está em vê-lo, né? Já ia ver a cidade do topo na Torre Eiffel, na Sacré-Coeur e na Galerie Lafayette, então achei que não valia a pena pagar para subir e ver dali também.

Tiramos selfies a viagem toda. Já que era chato ficar pedindo para estranhos tirarem fotos nossas, nos viramos na moda. Hahaha.
Tiramos selfies a viagem toda. Já que era chato ficar pedindo para estranhos tirarem fotos nossas, nos viramos na moda. Hahaha.

Mais informações: Site oficial.

Torre Eiffel

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Saímos do Arco do Triunfo e pegamos uma rua lateral, chamada Av. Kléber e andamos até o final. Saímos logo atrás dos Jardins do Trocadéro, viramos por uma parede e PAH! TORRE EIFFEL NA CARAAAA! Sério, levei até um susto, porque a parede estava bloqueando totalmente minha visão e não estava vendo nem um pedaço da Torre até aquele momento. E foi ali que eu quase me belisquei pra acreditar que realmente estava cara a cara com um dos monumentos mais famosos do mundo, sobre o qual eu sempre tinha ouvido falar e não sabia quando (e se) ia conhecer. Pode parecer caipira, mas achei demais esse momento. Desculpa aí. ;p

A bicha é LINDA. Vista pelo lado do Trocadéro, com os jardins e as fontes de água na frente dela fica mais linda ainda. Entendi na hora o porquê de tanta gente ser apaixonada por ela. E eu, que nunca liguei muito pra ela, voltei querendo até pingente para minha pulseira com ela. Hahaha.

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Eu olhando toda boba pra Torre. :p
Eu olhando toda boba pra Torre. :p

Tinham me dito que à noite ela fica linda, mas durante esses primeiros dias por lá a gente andava tanto (nesse dia foram uns 17km), que voltávamos pra casa e não tínhamos pés ou pernas para voltar até lá depois das 22h, quando escurecia. E, por isso, vê-la toda iluminada ficou para julho. E olha: ainda bem que fui até lá conferir pessoalmente. Queríamos subir e eu tinha lido que o pôr-do-sol de lá de cima era lindo, então saímos do apartamento umas 20h, para dar tempo de pegar fila e subir antes do sol cair. A gente só não contava com a demora da fila – que nem estava muito grande, mas foi demorada porque fecharam os guichês por um tempo por algum motivo técnico. Quando acenderam as luzes da Torre, estávamos embaixo dela, na fila. E aí vimos todo mundo batendo palmas para ela. Tipo hippie que bate palmo pro pôr-do-sol na praia, sabe? Mas foi bem bonitinho.

Para quem não quer pegar fila, pode comprar os ingressos antecipadamente pelo site. Eu não comprei porque não sabia ainda se íamos na penúltima ou na última noite na cidade e não quis ficar presa ao compromisso. Mas vale a pena, você só tem que esperar dar o horário da visita e subir, sem filas.

Compramos o ingresso de elevador até o topo (tem opção só até o segundo andar com ou sem elevador) e custou €15 para cada um. A vista é LINDA, a cidade toda iluminada à noite fica uma beleza só. É muito cheio, então para fotografar você tem que ficar disputando espaço e se quiser só ficar lá parado, olhando tudo do alto, vai ter que ficar trocando de lugar toda hora porque sempre chegam uns grupos grandes que ficam te espremendo. Eu fiquei na dúvida se valia a pena pagar o ingresso até o topo ou não, já que achei caro. No final das contas não me arrependi, foi lindo olhar a cidade toda iluminada, e conhecer por dentro da Torre. Valeu muito a pena.

A cidade vista de lá de cima.
A cidade vista de lá de cima.

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Mais informações: Site oficial.

Santo Antônio do Pinhal – Pico Agudo

Tive que deixar um post só para o Pico Agudo porque as fotos de lá ficaram lindas e eu não consegui escolher poucas para colocar aqui. X)

O Pico Agudo é o 15º ponto mais alto do país. E é lindo. LINDO. A gente foi em um dia que estava bastante sol, mas o vento era super gelado. E venta MUITO por lá. Mesmo assim, sentamos, ficamos tomando sol e curtindo a vista de 360º da região por um tempo. Dá para ver até algumas cidades do sul de Minas.

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Alguém aí falou de vento?

Pra chegar lá a gente pegou uma estradinha direto do centro da cidade e em uns 15 minutos estávamos lá. A estranha só tem asfalto em uns 50% do trajeto, o resto é de terra e mão única. Ela tem só uns 9km, mas demora um pouco porque você tem que parar para dar passagem para os carros que estão na direção contrária e ir devagar nas curvas. Dá para ir à pé ou de bike, mas é uma ladeira desgracenta, já te aviso. Se você for um dos corajosos a tentar ir andando ou pedalando, pode ter certeza de que vai se sentir recompensando pela vista lá de cima.

A vista de um lado...
A vista de um lado…
... e do outro.
… e do outro.

Li que o Pico Agudo é um ponto muito forte de vôo livre, mas enquanto estávamos lá não tinha ninguém saltando. Também acho que o pôr do sol lá deve ser lindo, mas não tínhamos tempo para esperar por ele, infelizmente. Da próxima vez, já marquei na minha lista para levar vinho e cobertor pra assistir a tarde acabar lá de cima.

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Santo Antônio do Pinhal – Centrinho e restaurante

Meus amigos não conheciam a cidade, então ficamos andando de bobeira pelo centro, vendo onde sairíamos. Vimos a igrejinha, a Prefeitura, as lojinhas de artesanato… e foi basicamente isso. Também andamos pelo cemitério da cidade, mas não tirei fotos dele. A cidade é super pequena o grande atrativo de lá é a tranquilidade. Fomos para descansar e curtir a companhia dos amigos, então não procuramos muitos passeios por lá.

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Depois, paramos no shopping da cidade, que é basicamente uma galeria a céu aberto, com cadeiras e mesas no pátio central e ficamos lá tomando cerveja e conversando. A fome bateu, entramos no restaurante e almoçamos, já no final da tarde. Escolhemos o Picanha & Pasta e gostamos muito. Pedimos picanha (já que está no nome no restaurante, tem que ser boa, né?) e comemos muito.

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De entrada, fomos de polenta frita e escolhi um petit gateau de sobremesa. Só a sobremesa que estava com o ponto um pouco passado (cadê calda saindo do bolinho? Não tinha!), mas estava tudo super gostoso.

Como estávamos em seis, a conta não saiu cara por pessoa (uns R$70), ainda mais que teve muito chopp, suco e sobremesa. Para um casal sozinho, o preço fica um pouco mais alto. Eu já havia ido lá com o Henrique na última vez que fomos e lembro de ter pago um pouco mais. Mesmo assim, vale a pena. O lugar é bem gostoso, tem mesas no pátio com vista para as árvores e um riacho. Ficamos horas lá e nem sentimos.