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Andei lendo: 100 dicas para viajar melhor | Ricardo Freire

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Já falei em outro post, mas essa foi uma notícia tão revolucionária na minha vida que tenho que falar de novo: COMPREI UM KINDLEEEE! Caramba, quanto tempo fiquei querendo um! Aí veio a Black Friday, tinha desconto nele e comprando qualquer livro eles davam mais desconto ainda. Como boa mão de vaca que sou, fui logo olhar a sessão de livros com muito desconto. Encontrei esse, me interessei e, por R$0,89 ele me garantiu um desconto a mais no Kindle. Ô coisa boa! Agora me aguentem falando desse aparelhinho maravilhoso sempre. Hahaha. Fiquei tão feliz que ele só não entrou nos melhores de novembro porque a esperta aqui esqueceu de tirar foto dele. X)

Para quem costuma pesquisar sobre viagens o autor do livro, Ricardo Freire, não é um desconhecido. Autor do famoso blog Viaje na Viagem, o cara é famoso por dar boas dicas sobre diversos destinos. Como o próprio título do livro diz, nele foram reunidas 100 dicas para qualquer tipo de viajante, dos novatos aos experts.

As dicas são divididas em sessões, para ficar mais fácil de entender e encontrar sempre que precisar fazer uma consulta rápida. Achei legal que o autor postou aqui a lista completa das dicas que estão no livro. Tem desde viagens dentro e fora do Brasil à Lua de Mel ou passeios com crianças.

Há dicas para fazer uma mala mais funcional e prática, quais documentos levar, quais as melhores épocas para visitar alguns pontos do Brasil e do mundo, como planejar o dinheiro que você vai levar e muito mais. Realmente o livro é um ótimo guia para todo dia de viajante, achei bastante coisa útil.

O livro é bem rapidinho de ler e vale a pena para quem está se programando para as próximas férias, viu? Eu estou aqui em contagem regressiva pras minhas e achei bem útil. ;)

Preço: R$ 3,91 a edição para Kindle na Amazon. Infelizmente não encontrei a versão física em loja alguma. :/

Este livro me ajudou a cumprir os item 05 do 2015 Reading Challenge.

Andei lendo: Orange Is The New Black | Piper Kerman

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Já falei que comecei amando a sério do Netflix de Orange is The New Black e acabei pegando um bode GIGANTE da Piper, a protagonista, e desencanei de assistir? Pois é. Foi com esse pique que resolvi ler o livro enquanto estava com o Kindle da Lec. Só comecei a ler porque precisava de um livro com uma cor no título para o desafio literário. Haha.

O livro é a biografia que deu origem à série, escrito por Piper Kerman, uma mulher de classe média que se envolveu com uma traficante de heroína quando jovem, participou de algumas entregas internacionais da droga e, anos depois e com uma vida completamente diferente da que levava nessa época, é acusada, condenada e cumpre pena por causa desse envolvimento.

Piper conhece Nora (esse não é o nome real dela e, por isso, na série também deram outro nome à ela) logo que se forma na Smith College. Elas se apaixonam e Piper fica encantada com a vida de luxo e facilidades que Nora leva. Passa então a acompanhar a namorada à viagens com hospedagem em hotéis de luxo e acaba entendendo um pouco como funciona o tráfico internacional. Com o passar do tempo, ela se cansa dessa vida e termina o relacionamento com Nora.

A partir daí Piper vive alguns bons anos levando uma vida completamente normal. Trabalha com comunicação, conhece Larry e vive uma vida comum. Até que um dia ela recebe a notícia de que Nora a denunciou, que foi condenada e que terá que ficar em uma prisão por cerca de 1 ano e meio. Imagina o pânico? Você está lá, vivendo sua vida normalmente e, por mais que tenha feito muita merda no passado, acha que aquilo está morto e enterrado.

Piper é condenada e cumpre a maior parte da pena na Federal Correctional Institution, em uma cidade perto de onde sua família vive. E aí, você amiguinho que também já assistiu Orange is The New Black, vai fazer como eu e esperar que a história seja a mesma. Pois é, pode tirar seu cavalinho da chuva. Eu parei de assistir à série porque não aguentava a Piper, achava ela chata, mimizenta, meio burra e super egoísta. Peguei uma birra tão grande que no último episódio que assisti pulei todas as partes em que a personagem aparecia. Haha. No livro, Piper é sim uma mulher um pouco mimada e totalmente estranha à vida dura que a maioria de suas companheiras de prisão tiveram, mas ela é muito mais simpática. Faz uma trapalhada ou outra, mas não tantas e tão estúpidas. A Piper do livro é mais gente fina.

Nem vou falar sobre todas as diferenças entre a história real e a ficção, mas já solto um spoiler: não, Piper não tem um caso com sua ex-namorada. Hahaha. :p

Comecei o livro sem expectativa nenhuma e terminei gostando. Piper escreve de um jeito gostoso de ler, detalha bem as personagens e a gente acaba se apegando à ela e às outras. Achei bem melhor do que a série.

Preço: R$ 27,51 no Submarino.

Este livro me ajudou a cumprir o item 37 do 2015 Reading Challenge.

Clica aí, colega! #25

Oi, continuo viva!
Sumi porque estou tentando botar ordem na casa para viajar por algumas semanas em dezembro. Tenho que adiantar alguns trabalhos, organizar outros, organizar a viagem… tô tendo muita ajuda na parte da viagem, mas mesmo assim ainda tem muita coisa para decidir, pesquisar e comprar. Tô aqui na torcida para conseguir fazer isso na semana que vem e aí voltar a postar mais por aqui. Enquanto isso, só tenho links legais para compartilhar com vocês. ;)

Antes de tudo, vem cá ver que linda a carta que a mãe adotiva da Brooke escreveu para ela no dia em que a criança chegou à sua casa e deu para ela ler no dia do seu casamento. A história toda tá lá no Casarei.

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– E se os alunos de Hogwarts usassem o Instagram? Essas ilustrações da Vitoria Bass estão fantásticas!
– Deixar recados escondidos entre as páginas dos livros de Harry Potter, incentivando e contando para os novos leitores o que os livros mudaram na sua vida. Essa é a ideia da campanha Potter it Foward, achei sensacional. Você pode saber mais aqui no site da Galileu.
– O que são essas ilustrações de O Mágico de Oz que Lorena Alvarez fez e a Gabi mostrou? :O
– Duvido que alguém aqui tenha passado pela infância ser ler pelo menos um volume da Coleção Vaga-Lume. Adorei saber que a coleção está ganhando cara nova e não deixaram de fora nem o mascote Luminoso. Lá no Estadão dá para ver um pouco.
– 36 anos depois do lançamento de Warriors, como os atores estão? Como seria refazer o sequência clássica em que a gangue vai de metrô para Coney Island hoje? Vai lá no Vírgula ver como foi.

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– Quando a MTV Brasil antiga acabou, até fiz um post. Aí essa semana dei de cara com esse texto no Brainstorm9 quando a Aninha o compartilhou no Facebook e fiquei morrendo de saudade. O texto é antigo, mas é muito bom. Quem era adolescente nos anos 90 não passou ileso à revolução que o canal foi na forma de se comunicar com o público.
– Acho lindo ver que cada vez mais e mais mulheres estão amando o cabelo que tem, independente de como os outros esperam que elas tratem ou cuidem deles. Se você é dos que acredita que se amar e amar o próprio cabelo não é um fator importante na vida das pessoas, leia esse post da Denise, por favor.
– Eu amo o Snapchat, mas ultimamente não tenho tido muito tempo para ficar xeretando a vida de quem eu sigo por lá. Esse texto da Camies traduz todos os motivos de porque gosto tanto da rede social. Tem perrengue, tem casa desarrumada, tem cara de sono, tem tudo isso junto e misturado. Ah! E se você ainda não me segue por lá, me adiciona: anacaroamaral. ;)
– Uma das coisas mais lindas de Buenos Aires é a arquitetura. Fiquei louca de vontade de voltar pra lá e fazer esse tour pelas construções Art Nouveau da cidade, dica do Aqui me quedo.
– Ainda falando de arquitetura e viagem: O QUE É ESSA IGREJA NA BÉLGICA? Vai lá no Razões para Acreditar ver mais ângulos, que coisa fantástica!