harry potter

Clica aí, colega! #22

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– Usei aparelho fixo por uns 4 anos e não sinto nem um pingo de saudade. Não foi tão sofrido quanto dizem por aí, mas fiquei bem feliz quando tirei. O Buzzfeed listou algumas curiosidades sobre o assunto, fiquei sabendo através da minha dentista, que ajudou na lista.
– Um casamento liiiiindo e simples na Vila Madalena, aqui em SP. Leve, feliz, colorido, animado… bem como eu acho que casamento tem que ser. Achado do A Boa Notícia do Dia.
– Que tal enviar amor e animação para quem está precisando? Essa é a ideia do Projeto Love It Foward, que vi lá no Follow the Colours.
– A Julia deu três ótimos motivos pra gente ouvir mais música em espanhol. Tô apaixonada pela primeira indicação dela, que voz mais linda! :O
– Quem aí gosta de Arquivo X? Minha irmã era fã da série e assistir muito com ela, depois comecei a assistir com o Henrique… adoro o Mulder, já estou curiosa para assistir esses novos episódios que saem ano que vem, dica da Julia no E aí, beleza.

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– Sabia que a Norma de Orange is the New Black já foi vocalista de banda punk na vida real? Lá no Tenho Mais Discos que Amigos você pode até conferir clipe da banda da atriz.
– A Dani Leal deu dicas de sites para baixar posteres e quadros legais, de graça. Bom motivo pra encher as paredes de bonitezas.
– Lá no Bramare a Bia mostrou um infográfico que ajuda bastante na hora de decidir o que vai ou não na mala de viagem.
– No Faniquito a Erica deu dicas super úteis em viagens (várias eu já fazia, outras adorei saber).
– Adoro o Melhores Destinos e achei mega útil esse post guia com todos os guias já publicados por eles. É de graça, vale muito a pena checar se já tem um do seu próximo destino.

Emma, Dan e Ruppinho: melhores escolhas. <3
Emma, Dan e Ruppinho: melhores escolhas. <3

Estava terminando de escrever esse post quando a Lec me mandou esse link, então não podia deixar de falar: há exatamente 15 anos conhecíamos as carinhas que seriam Harry, Rony e Hermione no cinema. <3

3x6x9: cotidiano

3 amigas, 6 fotos, todo dia 9. O formato do projeto fotográfico já é bem conhecido e eu, Dani e Mari resolvemos fazer um só nosso e escolhemos temas aleatoriamente. Eu no Brasil, a Mari em Portugal e Dani na Nova Zelândia. Oceanos separando a gente, enquanto fotografamos o mesmo tema durante o mês. ;)

Eu ia fazer fotos fofinhas de alguns momentos que mais gosto no dia, mas para isso já teve um tema, né? Depois pensei em acordar e ir tirando fotos de um dia comum por aqui, mas quase todo dia tem alguma coisa diferente. Daí pensei em mostrar a real, aquele lado que nunca mostro aqui e que faz parte do meu cotidiano. Coisas pequenas, tarefas diárias, costumes… aquilo que tá sempre presente na minha vida e eu quase nunca falo sobre. ;)

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A roupa para lavar – Essa é uma daquelas coisas que quando você mora sozinho (ou casa, ou vai morar numa república ou qualquer coisa assim), você tem que fazer. Não importa que você passe um mês trancado dentro de casa sem botar a cara na rua, você ainda terá bastante roupa para lavar. Eu que lavo toda a roupa aqui em casa, é uma coisa que gosto de fazer, não acho chato nem nada. Mas ODEEEEIOO ter que botar roupa de molho, por isso geralmente só as brancas passam por esse processo e, muitas vezes, só toalhas e lençóis. Esfregar roupa no tanque é outra coisa que não faço de jeito nenhum, no máximo alguma camisa que manchou com vinho ou molho de tomate, mas esfrego pouqíssimo. Haha. Dona de casa meia boca, eu sei. Mas juro que não ando suja por aí, não precisa deixar tudo quanto é roupa de molho, gente!

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O vento – Moro no 18º andar e aqui venta MUITO, todos os dias. Deixo a janela do quarto aberta e na sala fica a maior ventania, tamanha a força do vento. Sair na sacada em dias como hoje (essas fotos são de umas 2h atrás), só com o cabelo preso. Eu amo, adoro a sensação de que se deixar uma janela aberta tudo já fica arejado.

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A louça suja – Outra coisa que NUNCA acaba. Aqui em casa tanto eu quanto o Henrique odiamos lavar louça, então é uma enrolação sem fim. Geralmente a louça da noite fica para a manhã do dia seguinte e eu lavo tudo enquanto preparo o café, rapidinho. Assim começo o dia sem essa pendência, se não fico toda hora me xingando porque tenho que ir lavar a louça, um inferno. No resto do dia a gente tem a política de lavar logo que usa, pra manter tudo em ordem.

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Sapatos na sala – A gente chega, senta no sofá e tira o sapato. Aí ele fica ali, até a gente sair de novo, mas se a gente resolve usar outro sapato aquele primeiro fica ali no tapete e assim vai. Quando a gente percebe já tem quase meia dúzia de pares perto do sofá. Isso sem contar os tênis de corrida que deixo de propósito debaixo do cabideiro no corredor pra não precisar abrir armário ao sair cedo. Já tentei perder o costume de tirar o sapato ali, mas é tãããooooo gostoso chegar da rua e tirar o sapato antes de sair andando pela casa. Agora me policio para recolher os sapatos dali toda manhã, mas não é sempre que lembro (tipo hoje, quando tirei essa foto).

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Mesa de trabalho abarrotada – Já tentei, mas definitivamente não sou daquelas pessoas que trabalham em uma mesa quase sem nada, super organizada. A minha é cheia de coisa, muitas vezes bagunçada, mas ainda assim organizada. O celular fica quase sempre entre mim e o teclado (que é bem afastado da ponta da mesa pra não dar motivo pra tendinite reclamar frequentemente), quando estou trabalhando em algum material impresso também fico sempre com a régua perto do teclado. O copão de água está sempre aqui, quase sempre vazio (tomo a água muito rápido e fico com preguiça de levantar para encher logo), tem hidratante de mão, lábio e cutículo, mil post-its, cadernos, referências de jobs e muuuuuuitooos lápis e canetas. Uso tudo, juro! Hahaha

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Harry Potter na TV – Se o Henrique senta na frente da TV e vê que está passando algum dos filmes do Harry Potter (HP e o Prisioneiro de Azkaban, no caso de hoje), ele deixa a TV ligada para ir ouvindo do escritório dele enquanto trabalha. Aí eu vou buscar água, paro um pouco para assistir alguma cena, depois ele que faz isso… e assim a gente acaba revendo alguns pedaços do filme. É muito comum isso acontecer aqui em casa. :)

Vai lá ver o cotidiano da Dani e da Mari também. ;)

Os 5 últimos assistidos no Netflix #3

Oblivion

Diretor: Joseph Kosinski
Ano de lançamento: 2013
Duração: 2h04
O que achei: ★★★☆☆ 

O Henrique adora o Tom Cruise, então vira e mexe ele checa se tem algum filme novo dele no Netflix. E aí que numa dessas vimos que Oblivion estava lá e, como eu ainda não tinha assistido, escolhemos ele para preencher uma noite de bobeira em casa.
O filme todo se passa em um futuro onde a Terra é tóxica e não pode mais ser habitada. Toda a humanidade vive agora no espaço, mas o comandante Jack Harper (Tom Cruise) e sua parceira continuam por aqui para fazer a manutenção de máquinas/satélites. Tudo vai bem e o tempo de permanência deles no planeta está acabando, mas Jack (que lembra um pouco de sua vida pré apocalipse) encontra uma máquina quebrada e acaba descobrindo muita coisa sobre seu passado e a vida atual, fazendo com que tudo mude.
O filme é bem legal, mas tem toda aquela coisa do personagem do Tom Cruise salvar o dia, como sempre. O mais interessante de tudo é a visão de como o planeta teria sido transformado em um lugar não habitável e como a humanidade resolveu o problema para continuar a espécie. Indico para quem curte ficção científica.

Roast of Charlie Sheen

Diretor: Joel Gallen
Ano de lançamento: 2011
Duração: 1h
O que achei: ★★☆☆☆ 

Roast é um programa especial do canal de tv americano Comedy Central, onde a cada episódio alguma celebridade é detonada pelos convidados. Já tinha ouvido falar, mas nunca tinha assistido e, como gosto do Charlie Sheen, resolvi começar pelo episódio dele.
Toda a graça do programa é que a celebridade convidada do dia deve ouvir as piadas e insultos dos outros convidados e só pode se defender e detona-los no último bloco. É bem uma coisa escrachada e quem aceita ir sabe que pode ter seu passado e mancadas revirados e jogados na cara, então o povo já vai esperando muita besteira.
Claro que o Charlie Sheen é um prato cheio, né? Seus problemas com drogas, a fase de filmes péssimos, as mulheres e prostitutas e as loucuras faladas nos últimos anos rendem muuuuuuitas piadas, mas mesmo assim achei que em alguns momentos os convidados pegaram super pesado. Ficou aquela coisa meio “ok, colega, fazer piada disso não é engraçado”, sabe?
Os convidados eram Jeff Ross, William Shatner, Mike Tyson, Patrice O’Neal, Jon Lovitz, Kate Walsh, Amy Schumer e Anthony Jeselnik. Mike Tyson foi uma vergonha só, uma piada pior do que a outra e, sério, o povo só rio porque a vergonha alheia foi enorme.
Não me empolguei muito com o programa, tanto que nem assisti outro episódio ainda. Acho que não é muito o tipo de humor que eu curto.

Amaldiçoado (Horns)

Diretor: Alexandre Aja
Ano de lançamento: 2013
Duração: 1h59
O que achei: ★★★★☆ 

Como boa fã de Harry Poter, qualquer filme com Daniel Radcliffe, Emma Watson ou Rupert Grint me interessa. Pode ser qualquer tipo de filme, vou querer assistir.
Quando o primeiro trailer de Amaldiçoado saiu foi o maior auê porque nele mostrava Daniel mandando ver com a atriz que faz sua namorada no filme, Juno Temple. Adicionado à isso víamos Daniel com chifres e cara de mal, no maior estilo garoto infernal. E aí meu interesse aumentou, adoro uma história de terror com demônios.
Daniel é Ig Perish, um cara que namora Merrin desde a adolescência, completamente apaixonado. Um dia Merrin termina tudo, ele toma o maior porre e, ao ser questionado pela polícia no dia seguinte sobre o paradeiro de Merrin, diz que não importa o que tenha acontecido com ela, a culpa é sua. O que ele não sabe é que a mulher foi encontrada morta na floresta e, assim, ele acaba de confessar o assassinato.
Ig tenta a todo custo provar sua inocência, mas é difícil porque ele passou a noite apagado sozinho em seu carro, sem ter testemunhas ou provas. Como confessou o crime sem saber o que estava fazendo, todos acham que ele é realmente o assassino e protestam contra ele onde quer que ele vá, o hostilizam e pedem que ele seja condenado.
A vida dele está a maior zona, já que ele está de luto por Merrin e ainda tem que lutar contra a maior parte da cidade para provar que não a matou. Ele bebe, passa os dias trancado em casa e fica desesperado para encontrar quem fez isso com a namorada. E, do nada, no dia seguinte acorda com chifres nascendo em sua cabeça. Os chifres fazem com que todos sejam extremamente sinceros quanto ao que querem e façam as coisas sem pensar, relatando a ele seus desejos mais íntimos e sujos. Ele vê nisso a oportunidade de descobrir quem realmente matou Merrin e é o que faz.
O filme começa como um romance policial, passa por um terror nonsense, volta ao policial e termina numa galhofa muito louca. Tem sangue, coisas totalmente irreais (claro) e eu adorei tudo. Gosto muito de filmes nonsense, então me diverti horrores!

O Jogo da Imitação (The Imitaton Game)

Diretor: Mortem Tyldum
Ano de lançamento: 2014
Duração: 1h54
O que achei: ★★★★☆ 

Alan Turing (Benedict Cumberbatch) é um matemático super inteligente e como problemas de relacionamento com todas as pessoas. Esquisitão, geralmente é grosso e não se importa em falar a verdade diretamente, magoando as pessoas e as deixando desconfortáveis. Aos 27 anos ele é escolhido pelo governo britânico para integrar a equipe que tem como missão quebrar o código que os nazistas usam em suas comunicações e, assim, ajudar os Aliados a vencerem a II Guerra Mundial.
Alan tem sérios problemas com o restante da equipe e trabalha sozinho em uma máquina que acredita poder quebrar o código. Ele acaba encontrando uma aliada em Joan Clarke (Keira Knightley), com quem consegue trabalhar e é quem faz com que a equipe se aproxime do matemático.
A história é real e muito triste, pois Alan foi um dos responsáveis indiretos pelo fim da Guerra e acabou sendo condenado por ser quem ele é. Nos anos 40, ser gay era considerado crime na Inglaterra e, por isso, ele foi condenado à prisão. Como teve opção de receber um tratamento hormonal para ser “curado”, escolheu seguir por esse caminho. Acabou se matando após alguns anos.
O filme todo é ótimo, a história é super interessante e adorei saber um pouco mais sobre um homem que foi tão importante na história e de quem eu nunca tinha ouvido falar.

Planeta Terror (Planet Terror)

Diretor: Robert Rodriguez
Ano de lançamento: 2007
Duração: 1h45
O que achei: ★★★★☆ 

Um filme de apocalipse zumbi no melhor estilo Tarantino (que é amigo de Rodriguez e fez o lançamento de Death Proof junto com o de Planeta Terror). Tem muito sangue, muita loucura e é muuuuuuuito divertido! Adorei!
Toda a história é tão absurda que não tem nem como eu falar um pouco sobre sem estragar as surpresas. A maior delas é uma das mais icônicas e, geralmente, a que todo mundo já ouviu falar: a stripper Cherry Darling (Rose McGowan) perde a perna e usa como prótese uma metralhadora (muito útil no combate aos zumbis). Hahaha. Doideira total!