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Os 5 últimos assistidos no Netflix #3

Oblivion

Diretor: Joseph Kosinski
Ano de lançamento: 2013
Duração: 2h04

O Henrique adora o Tom Cruise, então vira e mexe ele checa se tem algum filme novo dele no Netflix. E aí que numa dessas vimos que Oblivion estava lá e, como eu ainda não tinha assistido, escolhemos ele para preencher uma noite de bobeira em casa.
O filme todo se passa em um futuro onde a Terra é tóxica e não pode mais ser habitada. Toda a humanidade vive agora no espaço, mas o comandante Jack Harper (Tom Cruise) e sua parceira continuam por aqui para fazer a manutenção de máquinas/satélites. Tudo vai bem e o tempo de permanência deles no planeta está acabando, mas Jack (que lembra um pouco de sua vida pré apocalipse) encontra uma máquina quebrada e acaba descobrindo muita coisa sobre seu passado e a vida atual, fazendo com que tudo mude.
O filme é bem legal, mas tem toda aquela coisa do personagem do Tom Cruise salvar o dia, como sempre. O mais interessante de tudo é a visão de como o planeta teria sido transformado em um lugar não habitável e como a humanidade resolveu o problema para continuar a espécie. Indico para quem curte ficção científica.

Roast of Charlie Sheen

Diretor: Joel Gallen
Ano de lançamento: 2011
Duração: 1h

Roast é um programa especial do canal de tv americano Comedy Central, onde a cada episódio alguma celebridade é detonada pelos convidados. Já tinha ouvido falar, mas nunca tinha assistido e, como gosto do Charlie Sheen, resolvi começar pelo episódio dele.
Toda a graça do programa é que a celebridade convidada do dia deve ouvir as piadas e insultos dos outros convidados e só pode se defender e detona-los no último bloco. É bem uma coisa escrachada e quem aceita ir sabe que pode ter seu passado e mancadas revirados e jogados na cara, então o povo já vai esperando muita besteira.
Claro que o Charlie Sheen é um prato cheio, né? Seus problemas com drogas, a fase de filmes péssimos, as mulheres e prostitutas e as loucuras faladas nos últimos anos rendem muuuuuuitas piadas, mas mesmo assim achei que em alguns momentos os convidados pegaram super pesado. Ficou aquela coisa meio “ok, colega, fazer piada disso não é engraçado”, sabe?
Os convidados eram Jeff Ross, William Shatner, Mike Tyson, Patrice O’Neal, Jon Lovitz, Kate Walsh, Amy Schumer e Anthony Jeselnik. Mike Tyson foi uma vergonha só, uma piada pior do que a outra e, sério, o povo só rio porque a vergonha alheia foi enorme.
Não me empolguei muito com o programa, tanto que nem assisti outro episódio ainda. Acho que não é muito o tipo de humor que eu curto.

Amaldiçoado (Horns)

Diretor: Alexandre Aja
Ano de lançamento: 2013
Duração: 1h59

Como boa fã de Harry Poter, qualquer filme com Daniel Radcliffe, Emma Watson ou Rupert Grint me interessa. Pode ser qualquer tipo de filme, vou querer assistir.
Quando o primeiro trailer de Amaldiçoado saiu foi o maior auê porque nele mostrava Daniel mandando ver com a atriz que faz sua namorada no filme, Juno Temple. Adicionado à isso víamos Daniel com chifres e cara de mal, no maior estilo garoto infernal. E aí meu interesse aumentou, adoro uma história de terror com demônios.
Daniel é Ig Perish, um cara que namora Merrin desde a adolescência, completamente apaixonado. Um dia Merrin termina tudo, ele toma o maior porre e, ao ser questionado pela polícia no dia seguinte sobre o paradeiro de Merrin, diz que não importa o que tenha acontecido com ela, a culpa é sua. O que ele não sabe é que a mulher foi encontrada morta na floresta e, assim, ele acaba de confessar o assassinato.
Ig tenta a todo custo provar sua inocência, mas é difícil porque ele passou a noite apagado sozinho em seu carro, sem ter testemunhas ou provas. Como confessou o crime sem saber o que estava fazendo, todos acham que ele é realmente o assassino e protestam contra ele onde quer que ele vá, o hostilizam e pedem que ele seja condenado.
A vida dele está a maior zona, já que ele está de luto por Merrin e ainda tem que lutar contra a maior parte da cidade para provar que não a matou. Ele bebe, passa os dias trancado em casa e fica desesperado para encontrar quem fez isso com a namorada. E, do nada, no dia seguinte acorda com chifres nascendo em sua cabeça. Os chifres fazem com que todos sejam extremamente sinceros quanto ao que querem e façam as coisas sem pensar, relatando a ele seus desejos mais íntimos e sujos. Ele vê nisso a oportunidade de descobrir quem realmente matou Merrin e é o que faz.
O filme começa como um romance policial, passa por um terror nonsense, volta ao policial e termina numa galhofa muito louca. Tem sangue, coisas totalmente irreais (claro) e eu adorei tudo. Gosto muito de filmes nonsense, então me diverti horrores!

O Jogo da Imitação (The Imitaton Game)

Diretor: Mortem Tyldum
Ano de lançamento: 2014
Duração: 1h54

Alan Turing (Benedict Cumberbatch) é um matemático super inteligente e como problemas de relacionamento com todas as pessoas. Esquisitão, geralmente é grosso e não se importa em falar a verdade diretamente, magoando as pessoas e as deixando desconfortáveis. Aos 27 anos ele é escolhido pelo governo britânico para integrar a equipe que tem como missão quebrar o código que os nazistas usam em suas comunicações e, assim, ajudar os Aliados a vencerem a II Guerra Mundial.
Alan tem sérios problemas com o restante da equipe e trabalha sozinho em uma máquina que acredita poder quebrar o código. Ele acaba encontrando uma aliada em Joan Clarke (Keira Knightley), com quem consegue trabalhar e é quem faz com que a equipe se aproxime do matemático.
A história é real e muito triste, pois Alan foi um dos responsáveis indiretos pelo fim da Guerra e acabou sendo condenado por ser quem ele é. Nos anos 40, ser gay era considerado crime na Inglaterra e, por isso, ele foi condenado à prisão. Como teve opção de receber um tratamento hormonal para ser “curado”, escolheu seguir por esse caminho. Acabou se matando após alguns anos.
O filme todo é ótimo, a história é super interessante e adorei saber um pouco mais sobre um homem que foi tão importante na história e de quem eu nunca tinha ouvido falar.

Planeta Terror (Planet Terror)

Diretor: Robert Rodriguez
Ano de lançamento: 2007
Duração: 1h45

Um filme de apocalipse zumbi no melhor estilo Tarantino (que é amigo de Rodriguez e fez o lançamento de Death Proof junto com o de Planeta Terror). Tem muito sangue, muita loucura e é muuuuuuuito divertido! Adorei!
Toda a história é tão absurda que não tem nem como eu falar um pouco sobre sem estragar as surpresas. A maior delas é uma das mais icônicas e, geralmente, a que todo mundo já ouviu falar: a stripper Cherry Darling (Rose McGowan) perde a perna e usa como prótese uma metralhadora (muito útil no combate aos zumbis). Hahaha. Doideira total!

Os 5 últimos assistidos no Netflix #2

Diana


Diretor: Oliver Hirschbiegel
Ano de lançamento: 2013
Duração: 1h52

Tenho que começar falando o quanto a Naomi Watts ficou parecida com a Princesa Diana. :O
O filme conta os dois últimos anos de vida da princesa plebéia mais amada que a Inglaterra já teve. Ela já está separada (mas não divorciada de Charles), mora sozinha, briga com o palácio para poder ver mais os filhos… e arma toda uma situação para conseguir finalmente se divorciar do príncipe.
Depois disso, passa a namorar escondida um médico paquistanês Hasnat Khan.Os dois nunca assumiram publicamente o romance porque Hasnat não queria ter que enfrentar toda a exposição que viria com isso. E assim eles passam quase dois anos entre idas e vindas, até que a Diana se irrita e termina de vez o relacionamento.
Só aí ela passa a namorar Dodi Lafayette e, segundo o filme, arma todas as situações possíveis para dar de bandeja para a mídia detalhes e flagras do relacionamento, só para atingir Hasnat.
Sinceramente? Achei o filme beeeeem tendencioso, mostrando todo o lado manipulador da Diana. Será que ela era assim mesmo? Será que realmente armou todo esse circo com a mídia e, assim, causou indiretamente a própria morte? Não sei, mas fiquei morta de vontade de ler uma biografia sobre ela (até falei isso no último vlog).

Unbreakable Kimmy Schmidt


Ano de lançamento: 2015
Episódios: 13

Um maluco sequestra algumas meninas, as aprisiona em um bunker e conta que o mundo acabou e somente elas sobreviveram. Foi assim que Kimmy passou 15 anos presa debaixo da terra, vivendo uma realidade completamente maluca e absurda.
Ao sair do bunker, Kimmy e todas as outras companheiras tem que aprender a viver em um mundo onde MUITA coisa mudou. Para sofrer um baque maior ainda, Kimmy resolve se mudar sozinha para Nova Iorque. Lá vira ajudante de uma família rica, divide um apartamento no subúrbio com um gay amalucado e comete muuuuitas e muitas gafes.
É tudo muito louco o tempo todo, tem várias coisas absurdas… mas é engraçado. Eu não sou lá muito fã da Tina Fey (uma das produtoras executivas da série), mas achei que dessa vez ela acertou na mão. Os episódios tem pouco mais de 20 minutos e passam voando. Esta é uma das séries produzidas pelo Netflix, então quer dizer que todos os episódios das temporadas são disponibilizados de uma vez só. Adoro isso! Pena que a segunda temporada estréia só no ano que vem.

The Poker House


Diretor: Lori Petty e Ray Gower
Ano de lançamento: 2008
Duração: 1h33

Gosto muito da Jennifer Lawrence, ela sempre consegue dar um toque muito pessoal às personagens e escolhe muito bem os filmes dos quais participa. Por isso, quando a vi no poster desse filme já salvei na minha lista. ;)
Jennifer é Agnes, a mais velha de três irmãs, promissora jogadora de basquete escolar aos 16 anos e filha de uma prostituta viciada em cocaína que transforma a casa delas em uma zona com jogos de poker, prostitutas e homens violentos.
Agnes tenta organizar a vida da casa e proteger as irmãs mais novas (uma delas é a gracinha da Chloë Grace Moretz), mas acaba sofrendo assédios e tudo quanto é tipo de abusos, principalmente da mãe e de seu cafetão/namorado. As três meninas vivem uma vida infernal, a do meio até fantasia com o dia em que uma outra família queira adotá-la.
O filme é super pesado, o tempo todo você fica querendo poder fazer alguma coisa para ajudar essas meninas. As atuações estão ótimas, acho que ainda não tinha visto a Selma Blair (que é a mãe das meninas) em um papel tão denso. 

O funeral do nosso melhor amigo


Diretor: Ted Koland
Ano de lançamento: 2012
Duração: 1h29

Scott e Kristin resolvem fazer um destination wedding e, assim, ficam bem apertados de grana. Lumpy é o padrinho do casamento, melhor amigo de Scott desde a adolescência, beberrão maluco e, claro, Kristin não é fã do cara. É óbvio que no dia do casamento Lumpy tudo que pode e mais um pouco e acaba sendo a vergonha da festa. Scott o manda para o quarto, ele continua a beber por lá, cai da cama, bate a cabeça e sai perambulando pelo hotel. No dia seguinte o encontram morto no meio do mato.
E é aí que a gente começa a conhecer um pouco mais sobre esses três personagens. Scott e Kristin deixam de ir para a lua de mel para organizar um funeral para Lumpy. Acabam descobrindo vários segredos que o amigo vinha guardando e são levados ao extremo do país, para encontrar quem é a tal menina misteriosa com quem Lumpy vinha passando muito tempo.
É assim que eles conhecem Ramsey, uma adolescente inteligente e gente fina que sofre com o abuso de drogas da mãe e do padrasto.
Gosto muito do Justin Long (que interpreta Scott) e como na maioria das vezes os filmes dele são engraçados, assisti. O filme é um misto de comédia e drama, ri e chorei. Gostei bastante.

Uma boa mentira


Diretor: Philippe Falardeau
Ano de lançamento: 2014
Duração: 1h49

Durante a longa II Guerra Civil no Sudão, muitas e muitas crianças ficaram órfãs. Elas andaram milhares de quilômetros até encontrarem um campo de refugiados onde passaram a viver. De tempos em tempos, até 2001, o governo americano escolhia algumas dessas pessoas (que já haviam se tornado adultas) para receberem passagens, vistos e tudo mais para se mudarem para os Estados Unidos e recomeçar a vida com a ajuda de ONGs.
É assim que Mamere, Jeremiah, Paul e Abital (irmã de Mamere e única mulher do grupo) chegam à América. Mamere, Jeremiah e Paul são enviados para o Kansas, enquanto Abital vai para outro estado onde uma família aceitou dar abrigo à ela.
Carrie é funcionária de uma agência de empregos contratada pela ONG que trouxe os sudaneses ao Kansas e recebe a missão de conseguir emprego para os três rapazes. O encontro deles é um choque desde o começo: os rapazes, acostumados à cultura sudanesa, estranham uma mulher sem marido e que se sustenta. Carrie acha super estranho todo o respeito e admiração que os três depositam nela, sempre agradecendo pelos menores gestos.
Claro que Carrie se afeiçoa aos rapazes e tenta trazer Abital para perto deles. Claro também que os caras passam por um período bem tenso de adaptação à nova vida e tem hora que tudo parece que vai desabar.
Confesso que só comecei a assistir o filme por causa da Reese Whiterspoon, mas a história é realmente tocante. Toda a parte sobre como essas crianças fizeram para sobreviver à guerra, sobre as esperanças que tinham e, principalmente, sobre o coração puro que conseguiram manter mesmo depois de passar por tudo isso, é lindo. Chorei rios no final do filme.

Os 5 últimos assistidos no Netflix #1

E assim começo a compartilhar com vocês o que tenho assistido de bom! :D

Há algum tempo venho pensando em cancelar a TV a cabo daqui de casa porque quase nunca assistimos alguma coisa nela.. Depois do Netflix a gente pegou o costume de sentar e escolher o que quer ver, como, quando, onde… aí fica difícil pra TV a cabo, né?

Também não é sempre que paro em frente à TV. Tem mês que curto muito mais ficar lendo, então passo um bom tempo sem assistir filmes (tanto é que coloquei na minha lista de 101 coisas assistir mais filmes novos por isso). Mas tem mês que me jogo no Netflix e aí pensei: por que não dividir aqui o que assisti? Pego tanta indicação legal por aí… simbora compartilhar indicações também! :)

50%

Diretor: Jonathan Levine
Ano de lançamento: 2011
Duração: 1h40

Adam é um cara de quase 30 anos que descobre que tem câncer. O filme mostra sua luta contra a doença enquanto sua mãe, sua namorada e seu melhor amigo também aprender a lidar com isso.
Todo o tema do filme é bem sério e tem algumas partes chorosas, mas eu ri bastante assistindo. Adam é um fofo, mas peca muito no relacionamento com a mãe (que cuida de seu pai, que tem Alzheimer). Também está em um relacionamento falido e não percebe. Basicamente, o relacionamento mais estável e constante que ele tem na vida é com Kyle, já que são amigos desde o colégio.
Durante o tratamento Adam conhece outros pacientes, aprende a fumar maconha medicinal, muda a visão de muitas coisas.
A história é baseada na vida real do roteirista, Will Reiser: ele também foi diagnosticado com câncer e teve ajuda de Seth Rogen, que é seu amigo. Foi Seth quem o incentivou a escrever o roteiro.
O filme me chamou atenção pelo elenco: Joseph Gordon-Levitt é Adam e Seth Rogen é Kyle, seu melhor amigo. Adoro os dois e sempre me divirto com filmes do Seth Rogen, então apertei o play nem sem pensar se o filme seria triste ou não. Acabei gostando bastante. É um filme sobre doença, mas principalmente sobre como um paciente jovem pode sobreviver à ela.

House of Cards

Diretor: Lasse Hallström
Ano de lançamento: 2013
Episódios: 3 Temporadas, 39 episódios

Esse é o novo vício aqui em casa. Começamos a assistir há duas semanas e já terminamos as três temporadas disponíveis. Hahaha.
Francis Underwood é um congressista americano super ambicioso e que não mede esforços para chegar aonde quer. Ele tem todo o apoio de Claire, sua esposa e de alguns fiéis funcionários. A trama toda tem muita mentira, esquemas sujos, manipulações e até alguns assassinatos. É muito interessante, eu e o Henrique gostamos logo no primeiro episódio.
A série já ganhou vários Emmys e tem a vantagem da maioria das séries produzidas pela Netflix: toda a temporada é disponibilizada de uma só vez, para você assistir quantos episódios quiser a cada vez que sentar no sofá. \o/

Querido John

Diretor: Lasse Hallström
Ano de lançamento: 2010
Duração: 1h48

Tô um pouco atrasada assistindo algum filme baseado em obras do Nicholas Sparks? Tô sim. Tô mais atrasada ainda, já que nunca li livro algum dele? Opa! Hahaha.
John é um cara de 20 e pouquinhos anos que foi criado somente por seu pai, já que a mãe o abandonou quando ainda era muito pequeno. Ele é militar e passa longos períodos em missões, voltando para casa por pequenos períodos. Em um desses períodos conhece Savannah, uma universitária que está passando férias na cidade praiana de John. E aí, claro que eles se apaixonam, namoram e John tem que voltar para o exército. Para não perderem o contato, Savannah e John trocam longas cartas contando sobre o dia-a-dia e prometendo amor eterno.
Até que um dia Savannah faz uma coisa que você fica gritando “QUÊÊÊÊÊÊ” no meio da sala e passa a odiar a menina. Hahaha. Desculpa, mas odiei a menina depois disso.
Claro que depois você descobre que Savannah fez o que fez porque tinha um bom motivo e fica torcendo por ela. E não vou falar mais nada, porque já dei spoiler suficiente.
O filme é bem água com açúcar e como eu esperava exatamente por isso, gostei. Claro que ter o Channing Tatum na tela também ajuda sempre, né. ;)

Raul Seixas – 20 anos sem Raul

Diretor: Jonathan Levine
Ano de lançamento: 2010
Duração: 25m

Este é o documentário lançado junto com o cd de mesmo nome, em homenagem aos 20 anos da morte de Raul Seixas.
Já assisti bastante coisa sobre o Raul, de quem gosto muito. Já até falei aqui sobre o outro documentário feito sobre ele.
Este documentário é bem curtinho, não tem nem meia hora. É recheado de imagens de shows, arquivos pessoais e entrevistas que o Maluco Beleza deu ao longo de sua vida. Muitas dessas imagens já apareceram antes em especiais e outros documentários. Tudo é bem compactado e a parte sobre as drogas e o alcoolismo não é nem citada.
É um documentário para quem não conhece muito sobre a vida do artista e não é fã, então não teria muito saco para assistir algo mais longo. Vale a pena, mas só para quem não conhece nada sobre Raul.

Rain Man

Diretor: Barry Levinson
Ano de lançamento: 1988
Duração: 2h13

Esse é um clássico que eu nunca tinha assistido e não sei porque. Sempre falo que não gosto muito do Tom Cruise, mas nos anos 80 ele mandava bem (Top Gun tá aí pra provar isso). Também tem o Dustin Hoffman que eu adoro. Não sei mesmo porque nunca tinha assistido esse filme.
Tom Cruise é Charlie Babbit, um cara jovem e filho de um homem super rico, com quem não tem nenhum tipo de relacionamento. Os negócios dele vão mal e, quando ele mais precisa de dinheiro, o pai morre. Ele volta para a cidade natal para enterrar o pai e botar as mãos na herança e descobre que não herdou praticamente nada do pai! Claro que ele fica doido da vida e vai atrás de quem herdou tudo o pai, um tal de Raymond Babbit (Dustin Hoffman), de quem ele nunca tinha ouvido falar.
Raymond mora em uma instituição para doentes mentais, porque tem autismo. Ele é uns bons anos mais velho de Charlie e é seu irmão. Charlie fica super confuso, já que nunca ouviu falar no irmão. No desespero pelo dinheiro para salvar sua empresa, ele sequestra Raymond e diz que só o entregará mediante a entrega do dinheiro da herança.
Os dois passam alguns dias juntos e, claro, Charlie passa a amar o irmão.
A história é legal, Dustin Hoffman tá super bem nesse papel e não foi à toa que ele levou o Oscar por Rain Man.