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Os 5 últimos assistidos no Netflix #2

Diana


Diretor: Oliver Hirschbiegel
Ano de lançamento: 2013
Duração: 1h52

Tenho que começar falando o quanto a Naomi Watts ficou parecida com a Princesa Diana. :O
O filme conta os dois últimos anos de vida da princesa plebéia mais amada que a Inglaterra já teve. Ela já está separada (mas não divorciada de Charles), mora sozinha, briga com o palácio para poder ver mais os filhos… e arma toda uma situação para conseguir finalmente se divorciar do príncipe.
Depois disso, passa a namorar escondida um médico paquistanês Hasnat Khan.Os dois nunca assumiram publicamente o romance porque Hasnat não queria ter que enfrentar toda a exposição que viria com isso. E assim eles passam quase dois anos entre idas e vindas, até que a Diana se irrita e termina de vez o relacionamento.
Só aí ela passa a namorar Dodi Lafayette e, segundo o filme, arma todas as situações possíveis para dar de bandeja para a mídia detalhes e flagras do relacionamento, só para atingir Hasnat.
Sinceramente? Achei o filme beeeeem tendencioso, mostrando todo o lado manipulador da Diana. Será que ela era assim mesmo? Será que realmente armou todo esse circo com a mídia e, assim, causou indiretamente a própria morte? Não sei, mas fiquei morta de vontade de ler uma biografia sobre ela (até falei isso no último vlog).

Unbreakable Kimmy Schmidt


Ano de lançamento: 2015
Episódios: 13

Um maluco sequestra algumas meninas, as aprisiona em um bunker e conta que o mundo acabou e somente elas sobreviveram. Foi assim que Kimmy passou 15 anos presa debaixo da terra, vivendo uma realidade completamente maluca e absurda.
Ao sair do bunker, Kimmy e todas as outras companheiras tem que aprender a viver em um mundo onde MUITA coisa mudou. Para sofrer um baque maior ainda, Kimmy resolve se mudar sozinha para Nova Iorque. Lá vira ajudante de uma família rica, divide um apartamento no subúrbio com um gay amalucado e comete muuuuitas e muitas gafes.
É tudo muito louco o tempo todo, tem várias coisas absurdas… mas é engraçado. Eu não sou lá muito fã da Tina Fey (uma das produtoras executivas da série), mas achei que dessa vez ela acertou na mão. Os episódios tem pouco mais de 20 minutos e passam voando. Esta é uma das séries produzidas pelo Netflix, então quer dizer que todos os episódios das temporadas são disponibilizados de uma vez só. Adoro isso! Pena que a segunda temporada estréia só no ano que vem.

The Poker House


Diretor: Lori Petty e Ray Gower
Ano de lançamento: 2008
Duração: 1h33

Gosto muito da Jennifer Lawrence, ela sempre consegue dar um toque muito pessoal às personagens e escolhe muito bem os filmes dos quais participa. Por isso, quando a vi no poster desse filme já salvei na minha lista. ;)
Jennifer é Agnes, a mais velha de três irmãs, promissora jogadora de basquete escolar aos 16 anos e filha de uma prostituta viciada em cocaína que transforma a casa delas em uma zona com jogos de poker, prostitutas e homens violentos.
Agnes tenta organizar a vida da casa e proteger as irmãs mais novas (uma delas é a gracinha da Chloë Grace Moretz), mas acaba sofrendo assédios e tudo quanto é tipo de abusos, principalmente da mãe e de seu cafetão/namorado. As três meninas vivem uma vida infernal, a do meio até fantasia com o dia em que uma outra família queira adotá-la.
O filme é super pesado, o tempo todo você fica querendo poder fazer alguma coisa para ajudar essas meninas. As atuações estão ótimas, acho que ainda não tinha visto a Selma Blair (que é a mãe das meninas) em um papel tão denso. 

O funeral do nosso melhor amigo


Diretor: Ted Koland
Ano de lançamento: 2012
Duração: 1h29

Scott e Kristin resolvem fazer um destination wedding e, assim, ficam bem apertados de grana. Lumpy é o padrinho do casamento, melhor amigo de Scott desde a adolescência, beberrão maluco e, claro, Kristin não é fã do cara. É óbvio que no dia do casamento Lumpy tudo que pode e mais um pouco e acaba sendo a vergonha da festa. Scott o manda para o quarto, ele continua a beber por lá, cai da cama, bate a cabeça e sai perambulando pelo hotel. No dia seguinte o encontram morto no meio do mato.
E é aí que a gente começa a conhecer um pouco mais sobre esses três personagens. Scott e Kristin deixam de ir para a lua de mel para organizar um funeral para Lumpy. Acabam descobrindo vários segredos que o amigo vinha guardando e são levados ao extremo do país, para encontrar quem é a tal menina misteriosa com quem Lumpy vinha passando muito tempo.
É assim que eles conhecem Ramsey, uma adolescente inteligente e gente fina que sofre com o abuso de drogas da mãe e do padrasto.
Gosto muito do Justin Long (que interpreta Scott) e como na maioria das vezes os filmes dele são engraçados, assisti. O filme é um misto de comédia e drama, ri e chorei. Gostei bastante.

Uma boa mentira


Diretor: Philippe Falardeau
Ano de lançamento: 2014
Duração: 1h49

Durante a longa II Guerra Civil no Sudão, muitas e muitas crianças ficaram órfãs. Elas andaram milhares de quilômetros até encontrarem um campo de refugiados onde passaram a viver. De tempos em tempos, até 2001, o governo americano escolhia algumas dessas pessoas (que já haviam se tornado adultas) para receberem passagens, vistos e tudo mais para se mudarem para os Estados Unidos e recomeçar a vida com a ajuda de ONGs.
É assim que Mamere, Jeremiah, Paul e Abital (irmã de Mamere e única mulher do grupo) chegam à América. Mamere, Jeremiah e Paul são enviados para o Kansas, enquanto Abital vai para outro estado onde uma família aceitou dar abrigo à ela.
Carrie é funcionária de uma agência de empregos contratada pela ONG que trouxe os sudaneses ao Kansas e recebe a missão de conseguir emprego para os três rapazes. O encontro deles é um choque desde o começo: os rapazes, acostumados à cultura sudanesa, estranham uma mulher sem marido e que se sustenta. Carrie acha super estranho todo o respeito e admiração que os três depositam nela, sempre agradecendo pelos menores gestos.
Claro que Carrie se afeiçoa aos rapazes e tenta trazer Abital para perto deles. Claro também que os caras passam por um período bem tenso de adaptação à nova vida e tem hora que tudo parece que vai desabar.
Confesso que só comecei a assistir o filme por causa da Reese Whiterspoon, mas a história é realmente tocante. Toda a parte sobre como essas crianças fizeram para sobreviver à guerra, sobre as esperanças que tinham e, principalmente, sobre o coração puro que conseguiram manter mesmo depois de passar por tudo isso, é lindo. Chorei rios no final do filme.

Os 5 últimos assistidos no Netflix #1

E assim começo a compartilhar com vocês o que tenho assistido de bom! :D

Há algum tempo venho pensando em cancelar a TV a cabo daqui de casa porque quase nunca assistimos alguma coisa nela.. Depois do Netflix a gente pegou o costume de sentar e escolher o que quer ver, como, quando, onde… aí fica difícil pra TV a cabo, né?

Também não é sempre que paro em frente à TV. Tem mês que curto muito mais ficar lendo, então passo um bom tempo sem assistir filmes (tanto é que coloquei na minha lista de 101 coisas assistir mais filmes novos por isso). Mas tem mês que me jogo no Netflix e aí pensei: por que não dividir aqui o que assisti? Pego tanta indicação legal por aí… simbora compartilhar indicações também! :)

50%

Diretor: Jonathan Levine
Ano de lançamento: 2011
Duração: 1h40

Adam é um cara de quase 30 anos que descobre que tem câncer. O filme mostra sua luta contra a doença enquanto sua mãe, sua namorada e seu melhor amigo também aprender a lidar com isso.
Todo o tema do filme é bem sério e tem algumas partes chorosas, mas eu ri bastante assistindo. Adam é um fofo, mas peca muito no relacionamento com a mãe (que cuida de seu pai, que tem Alzheimer). Também está em um relacionamento falido e não percebe. Basicamente, o relacionamento mais estável e constante que ele tem na vida é com Kyle, já que são amigos desde o colégio.
Durante o tratamento Adam conhece outros pacientes, aprende a fumar maconha medicinal, muda a visão de muitas coisas.
A história é baseada na vida real do roteirista, Will Reiser: ele também foi diagnosticado com câncer e teve ajuda de Seth Rogen, que é seu amigo. Foi Seth quem o incentivou a escrever o roteiro.
O filme me chamou atenção pelo elenco: Joseph Gordon-Levitt é Adam e Seth Rogen é Kyle, seu melhor amigo. Adoro os dois e sempre me divirto com filmes do Seth Rogen, então apertei o play nem sem pensar se o filme seria triste ou não. Acabei gostando bastante. É um filme sobre doença, mas principalmente sobre como um paciente jovem pode sobreviver à ela.

House of Cards

Diretor: Lasse Hallström
Ano de lançamento: 2013
Episódios: 3 Temporadas, 39 episódios

Esse é o novo vício aqui em casa. Começamos a assistir há duas semanas e já terminamos as três temporadas disponíveis. Hahaha.
Francis Underwood é um congressista americano super ambicioso e que não mede esforços para chegar aonde quer. Ele tem todo o apoio de Claire, sua esposa e de alguns fiéis funcionários. A trama toda tem muita mentira, esquemas sujos, manipulações e até alguns assassinatos. É muito interessante, eu e o Henrique gostamos logo no primeiro episódio.
A série já ganhou vários Emmys e tem a vantagem da maioria das séries produzidas pela Netflix: toda a temporada é disponibilizada de uma só vez, para você assistir quantos episódios quiser a cada vez que sentar no sofá. \o/

Querido John

Diretor: Lasse Hallström
Ano de lançamento: 2010
Duração: 1h48

Tô um pouco atrasada assistindo algum filme baseado em obras do Nicholas Sparks? Tô sim. Tô mais atrasada ainda, já que nunca li livro algum dele? Opa! Hahaha.
John é um cara de 20 e pouquinhos anos que foi criado somente por seu pai, já que a mãe o abandonou quando ainda era muito pequeno. Ele é militar e passa longos períodos em missões, voltando para casa por pequenos períodos. Em um desses períodos conhece Savannah, uma universitária que está passando férias na cidade praiana de John. E aí, claro que eles se apaixonam, namoram e John tem que voltar para o exército. Para não perderem o contato, Savannah e John trocam longas cartas contando sobre o dia-a-dia e prometendo amor eterno.
Até que um dia Savannah faz uma coisa que você fica gritando “QUÊÊÊÊÊÊ” no meio da sala e passa a odiar a menina. Hahaha. Desculpa, mas odiei a menina depois disso.
Claro que depois você descobre que Savannah fez o que fez porque tinha um bom motivo e fica torcendo por ela. E não vou falar mais nada, porque já dei spoiler suficiente.
O filme é bem água com açúcar e como eu esperava exatamente por isso, gostei. Claro que ter o Channing Tatum na tela também ajuda sempre, né. ;)

Raul Seixas – 20 anos sem Raul

Diretor: Jonathan Levine
Ano de lançamento: 2010
Duração: 25m

Este é o documentário lançado junto com o cd de mesmo nome, em homenagem aos 20 anos da morte de Raul Seixas.
Já assisti bastante coisa sobre o Raul, de quem gosto muito. Já até falei aqui sobre o outro documentário feito sobre ele.
Este documentário é bem curtinho, não tem nem meia hora. É recheado de imagens de shows, arquivos pessoais e entrevistas que o Maluco Beleza deu ao longo de sua vida. Muitas dessas imagens já apareceram antes em especiais e outros documentários. Tudo é bem compactado e a parte sobre as drogas e o alcoolismo não é nem citada.
É um documentário para quem não conhece muito sobre a vida do artista e não é fã, então não teria muito saco para assistir algo mais longo. Vale a pena, mas só para quem não conhece nada sobre Raul.

Rain Man

Diretor: Barry Levinson
Ano de lançamento: 1988
Duração: 2h13

Esse é um clássico que eu nunca tinha assistido e não sei porque. Sempre falo que não gosto muito do Tom Cruise, mas nos anos 80 ele mandava bem (Top Gun tá aí pra provar isso). Também tem o Dustin Hoffman que eu adoro. Não sei mesmo porque nunca tinha assistido esse filme.
Tom Cruise é Charlie Babbit, um cara jovem e filho de um homem super rico, com quem não tem nenhum tipo de relacionamento. Os negócios dele vão mal e, quando ele mais precisa de dinheiro, o pai morre. Ele volta para a cidade natal para enterrar o pai e botar as mãos na herança e descobre que não herdou praticamente nada do pai! Claro que ele fica doido da vida e vai atrás de quem herdou tudo o pai, um tal de Raymond Babbit (Dustin Hoffman), de quem ele nunca tinha ouvido falar.
Raymond mora em uma instituição para doentes mentais, porque tem autismo. Ele é uns bons anos mais velho de Charlie e é seu irmão. Charlie fica super confuso, já que nunca ouviu falar no irmão. No desespero pelo dinheiro para salvar sua empresa, ele sequestra Raymond e diz que só o entregará mediante a entrega do dinheiro da herança.
Os dois passam alguns dias juntos e, claro, Charlie passa a amar o irmão.
A história é legal, Dustin Hoffman tá super bem nesse papel e não foi à toa que ele levou o Oscar por Rain Man.

52 objetos: #8

52objetos-ferris

O quê: DVD Curtindo a Vida Adoidado
Por quê: É meu filme favorito
Onde está: No rack, na minha sala
De onde veio: O primeiro, em inglês e na caixinha de papel, ganhei da minha irmã e foi comprado no Canadá. O segundo comprei nas Lojas Americanas, alguns anos depois (só para ter a dublagem nacional, que eu cresci assistindo)

Já falei mil vezes que Curtindo a Vida Adoidado é meu filme favorito nessa vida. Sei diálogos de cor, passei tardes e tardes da minha infância assistindo ao dia de diversão do Ferris com a namorada e o Cameron. E por isso, em uma caixa que falasse sobre mim, eu não poderia deixar de colocar uma cópia do filme.

Lembro de, quando criança, imaginar que quando fosse adolescente iria namorar um cara tão legal quanto o Ferris (e ele usaria um colete de oncinha, É CLARO), iria matar aula para ter tardes de diversão pela cidade, iria ser tão popular e legal quanto ele… claro que não tive uma adolescência totalmente assim, mas me diverti muito e esse período da minha vida foi tão leve e gostoso quanto o que o Ferris vive no filme. Assistindo tanto ao filme acabei aprendendo com o personagem a não levar a vida tão a sério. Por que não parar e aproveitar um pouco a vida, antes de ter que se preocupar com as coisas grandes? Se você não fizer isso, pode ser que a vida passe e você a perca. ;p

O que é o projeto 52 objetos?
Em muitos anos no futuro alguém encontra uma caixa cheia de coisas que você possuiu e tenta descobrir que tipo de pessoa você era. Talvez essa caixa tenha fotografias, livros, documentos pessoais, roupas, talheres, bilhetes de shows ou até um pacote de chiclete. O que esses objetos diriam sobre você? Eles mostrariam um retrato fiel da sua vida? Qual história eles diriam?

A ideia original veio daqui e essa tradução da explicação é da Ana Paula. Você pode ver todos os outros objetos que escolhi aqui.