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Suíça – Montreux – Château Chillon

Montreux é uma cidade linda à beira do Genebra, na parte francesa da Suíça, bem calma e super conhecida por causa do tradicional festival de Jazz da cidade e por ter sido a cidade onde os caras do Deep Purple escreveram a famosa Smoke on the water (tem toda a história bem contada aqui na Wikipedia).

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Também foi lá que Freddie Mercury foi morar depois de descobrir que tinha AIDS e, por isso, à beira do rio há uma estátua dele. Lá também tem o Queen Studio Experience, um museu em homenagem ao Queen onde antigamente era um estúdio super frequentado pela banda (7 de seus álbuns foram gravados lá!), mas só descobri depois que já tinha voltado para casa. Pena, vou ter que voltar até a cidade para conhecer o museu. :p

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Descemos do trem e fomos andando pela orla, vendo as casas e apartamentos lindos, curtindo o dia meio nublado à beira do rio… estava tudo ok até vir uma nuvem de mosquitinhos, eu me assustar e derrubar meus óculos. Hahaha. Foi uma cena bem ridícula e rendeu muitas risadas nossas e um lascado na lente (tão pequeno que hoje até esqueço que ele existe).

Nosso destino era o Castelo de Chillon e acho que demoramos pouco mais de 40 minutos andando bem devagar até lá. Por informações que eu tinha lido são 3km entre Montreux e o castelo, mas não senti que andamos tanto assim. Como fomos no verão foi bem gostoso, mas não sei se no inverno eu teria a mesma percepção, né?

Em uma escala de 0 a 10 o quão inocente eu sou por ter passado um tempão achando que esses pássaros eram de verdade? X)
Em uma escala de 0 a 10 o quão inocente eu sou por ter passado um tempão achando que esses pássaros eram de verdade? X)
opa, estamos chegando! Ó o castelo ali atrás. :D
Opa, estamos chegando! Ó o castelo ali atrás. :D

Château Chillon

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O castelo foi construído em cima de uma rocha, para maior proteção e em um local que era estratégico para observar o movimento entre França e Suíça. Ele fica bem numa “esquininha” do lago Genebra e dá para ver de longe, é bem bonito.

Esse castelo é o monumento mais visitado da Suíça. Parte de sua fama vem do ótimo estado de preservação em que está. Não sabem exatamente quando o castelo foi construído, mas sabem que em 1150 já havia registros escritos sobre a existência dele.

Lá foram mantidos alguns presos durante seus anos de atividade e, o mais famoso deles, um monge de Genebra que incitou o povo a se revoltar contra os governantes, inspirou Lord Byron a escrever o livro “O prisioneiro de Chillon”. Tem até uma plaquinha em homenagem ao autor dentro do castelo.

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A parte interna do castelo é bem interessante. Há salas repletas de armaduras, armas usadas em combate e canhões. Várias salas foram enfeitadas seguindo a identidade das famílias que por lá passaram, com brasões, cores e padrões. Em algumas o teto é super trabalhado, em madeira ou com pinturas. Eu amei uma sala toda em zigzag (quem disse que padrão chevron é moderno? Haha). Os vitrais são uma coisa de lindos, babei neles!

O castelo é alugado para casamentos e outras festas, tem um salão bem espaçoso reservado para isso e meio que um pacote-casamento, com opções de cerimônia e comidas já fechados. Imagina casar num castelo? Deve ser bem legal.

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Mais informações: Site oficial

Andei lendo: Mustaine – Memória do Heavy Metal | Dave Mustaine e John Layden

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Henrique praticamente só ouve heavy metal. Eu gosto, mas não é muito o que escuto quando estou sozinha. Hahaha. Mesmo assim, tem uma ou outra banda que me ganhadepois de tanto ouvir no carro com o Henrique e acabo tendo na minha playlist de todo dia também. Esse é o caso do Megadeth.

Dave Mustaine é o fundador, guitarrista principal e vocalista da banda – que é considerada uma das maiores do gênero no mundo – e eu já tinha ouvido tanta história doida sobre ele que corri para pegar o livro quando o Henrique ganhou de aniversário. Furei a fila totalmente, nem deixei ele ler antes. Hahaha.

Dave teve uma infância difícil, em uma família um tanto conturbada. Cresceu entre religiosos fervorosos e, já no começo da adolêsncia, fez tudo o que podia para contestar essas crenças e seguir por outro caminho. Encontrou nas drogas (álcool e maconha, a princípio) uma boa saída e seguiu com esse costume pelo resto da vida.

A música apareceu em seu caminho por acaso e virou sua grande paixão. Saiu de casa e, depois de passar por alguns trabalhos chatos e que não rendiam muito, virou traficante. Traficava basicamente só para seus amigos e para consumo próprio, mas conseguia dinheiro suficiente para viver.

No final da adolescência ele entrou para o Metallica, uma banda que estava apenas começando e que prometia ter muito futuro. Gravou demo, fez turnê com os caras da banda, morou com um deles por um tempo… considerava que tinha encontrado uma família e estava feliz. Passava os dias bêbado ou chapado com outras drogas e à noite tocava. Tinha todas as mulheres que quisesse, a vida era uma festa constante.

E aí veio o golpe: depois de aguentarem por alguns anos seu comportamento agressivo quando estava bêbado, os companheiros de Metallica não aguentavam mais. Acordaram Dave no meio de uma turnê e o avisaram que estava fora da banda. Tinham comprado uma passagem de ônibus para ele e pediram que ele fosse embora logo, para não perder o ônibus. E foi isso. Assim, sem grandes considerações, rápido e com muita dor.

Essa separação é algo que acompanha Dave até hoje, uma ferida que não fechou muito bem. Em vários momentos do livro ele fala do Metallica, diz que sempre se comparou a eles e que sofreu muito quando diziam para ele que a maior banda de metal do mundo não o quis mais. Para ele é algo muito pesado e triste ter conseguido chegar a ter apenas a segunda maior banda de heavy metal mundial e saber que está longe do Metallica, no primeiro lugar.

Após voltar para casa Dave voltou à velha rotina de antes: drogas e álcool o dia todo, sem muitas perspectivas de vida. Até que conheceu David Ellefson e, com ele, resolveu montar uma banda nova. Encontraram outro guitarrista e um baterista, ensaiaram, criaram músicas e gravaram discos. E foi aí que tudo começou a virar uma loucura maior ainda: Dave e todos seus companheiros de banda eram viciados em heroína e cocaína. O vício era parte muito importante da vida de todos e, com o tempo, a coisa começou a ficar fora de controle.

Ao longo dos anos Dave demitiu vários guitarristas e bateristas e se manteve viciado, sem querer ajuda ou admitir que tinha um problema. Entrou e saiu da reabilitação várias vezes, passou muito mal, quase perdeu a guarda dos filhos e a esposa. Até que, no começo dos anos 2000, encontrou um caminho na fé. Se converteu, conseguiu se livrar dos vícios (tendo algumas recaídas pelo caminho) e começou uma nova vida. Se separou do Ellefson no Megadeth e, até hoje, faz turnês e lança discos de muito sucesso com o Megadeth.

Gostei bastante da biografia. Dave não tem muitas papas na língua e conta várias histórias vergonhosas e bizarras, algumas até engraçadas. Geralmente autobiografias são um pouco enganadoras, já que as pessoas escrevem puxando a sardinha pro lado delas, né? Dave faz um pouco isso sim, mas não tanto. Ele escancarou bastante coisas que não é todo mundo que teria coragem de contar pra todo mundo. Achei honesto.

Preço: R$25,90 no Submarino

Este livro me ajudou a cumprir o item 14 do 2015 Reading Challenge.

As 10 coisas mais legais de janeiro de 2013

Tenho que confessar: tô com saudade de postar meu dia-a-dia por aqui. Com o Project365 fazer isso era super fácil. Agora que parei de fazer, deu saudade. Sendo assim, resolvi fazer um top 10 das coisas mais legais de cada mês. Assim falo da vida, mostro bonitezas e tá tudo certo. :)

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02/01/2013 – Dia chuvoso e frio na praia. Deu pra aproveitar a companhia dos sogros e do noivo, passeamos à beira mar… assim eu gosto de praia. | 05/01/2013 – Dia de ver  o compadre tocar bateria com a banda de alguns amigos dele. Bebidinhas, risadas, amigos queridos, música legal… a noite foi ótima! | 13/01/2013 – Pleno verão e a temperatura baixou tanto que pude estrear o pijama quentinho que ganhei da minha irmã. Taí uma coisa que fez meu janeiro ser bem melhor: a temperatura amena que tá fazendo. |16/01/2013 – Resolvi combater a preguiça e acordei cedinho para correr perto de casa. Fiquei as duas últimas semanas do mês tentando fazer disso um hábito e só nessa última consegui. Agora tô no pique! | 16/01/2013 – No mesmo dia, resolvi um problema que me atormentava: como organizar direitinho e facilmente os posts agendados do Lindezas. Resolvi fazer o básico e tô achando ótimo. Risco os dias em que tem posts agendados, tenho uma cor para cada tema de post.. e pronto. E sim, eu agendo os posts bem antes. ;)

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17/01/2013 – Recebi cartas de amigas queridas. Já disse que amo cartas? | 19/01/2013 – Final de semana na praia com os amigos. Ô delícia! | 25/01/2013 – Corrida de 6,4km com as queridas! Sério, nunca imaginei que eu fosse gostar tanto de corridas de rua. É muito bom! A desse dia foi o Troféu da Cidade de São Paulo | 26/01/2013 – A Pequena Buda tá andando, falando tudo e é MUITO divertido brincar com ela. Ela pirou com os relógios do Mc Donalds que levei pra ela. Aí viu que eu tenho uma fitinha do Senhor do Bonfim no tornozelo e quis ter alguma coisa perto do pé também. Hahaha. Figura! | 31/01/2013 – A avisou e eu e a Lec fomos correndo até a livraria aqui perto do trabalho pra pegar autógrafo do Marcelo Rubens Paiva. O Marcelo é meu autor nacional favorito, o único famoso com quem eu esbarrei e fiquei tão nervosa que não consegui pedir foto ou autógrafo. Isso há 10 anos atrás, quinta-feira ganhei autógrafo, pedi foto e não lembro muito bem o que falei pra ele, pra dizer a verdade. Hahaha.