exposição

Buenos Aires – Floralis Generica, MALBA e Jardín Japonés

Saímos do cemitério e fomos andando pela Av. Presidente Figueroa Alcorta e passamos pelos três lugares que queríamos visitar ainda no mesmo dia. Foi rápido, a caminhada é tranquila (aliás, achei Buenos Aires bem plana, sossegadíssima de se andar). Estava um sol maledeto (disseram na TV depois que chegou aos 34º aquele dia) e a gente derreteu no caminho, mas mesmo assim foi bom.

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Floralis Generica

É aquela escultura metálica enorme que representa uma flor e abre de dia e fecha à noite. Super linda, o tipo de coisa que é legal pra caramba pra fotografar. Hahaha.

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MALBA

O Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires foi um dos pontos altos da viagem. Sério, ele é DEMAIS.

Fomos enquanto ainda estava rolando a exposição da Yayoi Kusama e estava tudo lindo. Cheio de bolinhas por todos os lados, com peças ótimas dela. Uma das instalações, cheia de luzinhas que iam mudando de cor, ganhou meu coração. Pena que todas as fotos que tirei dela ficaram ruins.

No acervo permanente do museu tem Frida Kahlo, Botero, Di Cavalcanti… e o Abapuru, da Tarsila Amaral. Achei o máximo ver de pertinho um quadro que estudei quando era criança.

O museu é lindo, super bem iluminado, espaçoso… vale muito os $40 de entrada.

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Depois de ver essas fotos do MALBA, cheguei à conclusão de que realmente preciso de uma câmera melhor.

Jardín Japonés

A gente não ia, porque acho que ver jardim é meio besta. Sim, sou chata assim. Hahaha. Mas o irmão do Henrique tinha ido e falou super bem e a gente já ia passar por perto… fomos até lá.

A primeira supresa: é pago. Pois é, eu não sabia. Desembolsamos $25 cada para entrar.

É super bonito, foi bem gostoso sentar e descansar por lá enquanto tomava minha Fanta Pomelo geladinha (sim, fiquei viciada nisso enquanto estava lá). Estava bem cheio de turistas e acho que foi o lugar onde encontramos mais brasileiros.

Gostei, mas acho totalmente dispensável. Vale se você estiver por perto e tiver tempo de sobra.

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The Elvis Experience Brasil

Já falei milhares de vezes por aqui, então acho que todo mundo já sabe o quão fã de Elvis Presley eu sou. Ele é, com certeza, meu músico favorito e um ídolo desde quando eu era criança. Meu pai sempre ouviu muito Elvis, então pra mim as músicas dele sempre lembram minha infância e meu pai. Tem um monte de gente que gosta de Beatles porque aprendeu a gostar com seus pais e pra mim o Elvis é exatamente assim.

Fiquei maluca quando soube que São Paulo abrigaria a primeira exposição de objetos do rei fora de Graceland e tava contando os dia para ir visitar. Esperei para ir com meu pai, mas a surpresa: ele não quis ir, achou besteira pagar para ver roupas e objetos que foram do Elvis porque o que ele gosta mesmo é “da música, não do homem”. Hahaha. O jeito foi ir sozinha. Sabia que ia aproveitar mais se fosse com alguém que conhece tão bem a história do Elvis quanto eu (tipo meu pai) ou sozinha, então aproveitei que o namorado tinha que trabalhar e parti pro Shopping Eldorado em uma ensolarada manhã de sábado.

Comprei ingressos para a primeira “sessão”, às 10h. Cheguei exatamente nesse horário e a surpresa: uma fila enoooorme para entrar. Pelo que entendi só existe essa separação de horários para organizar melhor o público, você ter ingresso para as 10h não quer dizer que vai entrar na exposição exatamente nesse horário. Fiquei pouco mais de 1h na fila. No sol, morrendo de calor, sozinha e me divertindo com a quantidade de senhorzinhos e senhorinhas super fãs de Elvis na fila, contando suas histórias. Aqui fica minha primeira dica: chegue com pelo menos 30 minutos de antecedência ao horário que está marcado no seu ingresso e passe protetor solar para ficar na fila (eu não passei e voltei com uma linda marca de camiseta para casa).

Logo ao entrar você assiste à um filminho de 3 minutos que é quase como um resumo da vida dele. Fotos de família, imagens de divulgação… aí tenho que confessar que meu lado fã maluca falou mais alto e fiquei com os olhos cheios d’água. Na verdade, foram vários os momentos em que isso aconteceu. Durante toda a exposição me arrepiei e emocionei ao ver de perto coisas que imagina que demoraria anos para ver quando fosse visitar Graceland (porque sim, farei isso um dia). Uma das coisas que gostei bastante foi a reprodução do escritório do Coronel Parker. Mesa, cadeira, vários ítens que contam a história da parceria dele com seu pupilo… muito legal MESMO. Não imaginava que veria algo do Coronel e fiquei feliz por ver.

A parte sobre a ida do Elvis para o exército também é beeeem legal. Uniformes, capacetes e quepes, malas usadas.. está tudo por lá. A peça que mais me chamou a atenção foi essa carta aí em cima. Durante o tempo que ficou por lá, Elvis recebia muitas cartas de fã. Para passar o tempo, ele respondia algumas. Essa é uma delas, a coisa mais fofa do mundo.

Uma sala com todos os pôsteres dos filmes de Elvis. Olha, isso realmente dá uma sala cheia. Uma sala enorme com carros, motos, televisão, caixa de correio, jóias e… cartões de créditos dele. <3

A parte das roupas e macacões feitos sob encomenda para ele é muito legal. Não vou colocar nenhuma foto porque nenhuma vai mostrar realmente a maravilha que aquilo é. Os bordados são muito ricos, super bem feitos e trabalhados. Uma coisa totalmente performática mesmo, não tinha como não virar uma marca registrada dos shows em Las Vegas.

A exposição termina com, óbvio, uma sala toda dedicada à morte dele e às notícias veiciuladas na época. Tem a capa da Rolling Stone especial, jornais de vários locais do mundo e até o livro de assinatura do velório (aberto na página em que Priscilla assinou). Alguns ítens que foram vendidos através dos anos com o nome e a imagem do rei também estão expostas. Tem de tudo: carteira, busto, histórias em quadrinho, fotos autografadas… tudo o que toda adolescente gosta. ;)

Como fui sozinha e não levei câmera digital, não consegui registrar muito bem três instalações que adorei: o telão gigante que fica passando um dos shows mais famosos do Elvis na TV, o portal de saída (de novo um telão com show passando) e a sala de assinatura de fãs (que quando fui já estava quase toda tomada de declarações). São três instalações mais “interativas” e bem legais.

A lojinha da exposição vende somente produtos licenciados (é claro) e super faturados (é claro, de novo). Há anos namoro alguns ítens na lojinha virtual oficial (faço meio que uma wishlist para o dia em que for visitar Graceland, sabe?) e quando vi os preços praticados por aqui desisti de comprar qualquer coisa. Só que claro que quando entrei e vi todo tipo de coisa com a assinatura e/ou imagem do Elvis fiquei meio amalucada. Resisti bravamente e só trouxe comigo um chaveiro lindo do primeiro disco de ouro da carreira dele. Foi caro, mas é lindo e tô nem aí. :p

Uma dica boa a ser dada: na entrada, o pessoal do staff vai te perguntar se você quer fazer o cadastro no Facebook para receber notícias da exposição. Eu já estava cansada de tanta espera e falei não. Depois me arrependi. Quem faz o cadastro recebe um crachá com código de barras e pode dar like no facebook nas salas mais legais da exposição. Cada sala tem um leitor na entrada, é só passar o código de barras do crachá por lá e pronto, like dado. Se tivessem me explicado isso direito na entrada eu teria feito. :/

Os ingressos estão à venda aqui. Achei que falta muita informação para os visitantes quanto à compra de ingressos, então vou dar minhas dicas: moradores do estado de SP pagam meia entrada, em dias úteis (até às 17h) os ingressos são mais baratos e os ingressos também são vendidos no local da exposição (só precisa torcer para ainda ter ingressos para o horário que você quer).

A exposição vai até dia 05/11/2012. Se alguém foi ou for, volta aqui e me conta o que achou. :)

Nas férias: andando por aí

Gastei sola de sapato nessas férias, viu? E mais uma vez, esqueci de tirar fotos. Praticamente só tirei foto de lugar novo ou onde fiquei meio entediada. Hahahha. :)

1 – Adoro esses peixes da Estação Pinheiros de trem | 2 – Linha Amarela, essa linda! | 3 – Santo André à noite | 4 – Santos, a cidade praiana mais conhecida do estado e que eu só fui conhecer aos 27 anos! | 5 – Parede da El Cabriton, certeza de que nêgo deve achar que eu sou uma maníaca obssessiva pela Déa. Hahaha | 6 – Mais estação de trem…

7 – Vendo a construção do vizinho | 8 – Esperando, esperando e esperando mais um pouco no apê | 9 – Praça Charles Miller | 10 – Livraria Cultura | 11 – Futura Cinemateca de SP | 12 – Loja de móveis.