dicas

Dublin – onde me hospedei

Ahhh, as férias. Tem 2 semanas que voltei e já estou com saudades delas. Haha. Então simbora matar a saudade falando um pouco do que fiz nelas, né? Vou começar pelo primeiro destino: Dublin! <3

Fomos para Dublin visitar um casal de amigos, mas como eles moram em um apartamento pequeno e não queríamos atrapalhar, ficamos em um hotel. Minha amiga indicou que procurássemos algo pela região do Temple Bar, para ficarmos perto de tudo e conseguirmos ver o máximo de coisas possíveis com o pouco tempo que passaríamos por lá. Foram só duas noites, então a localização do hotel realmente fez a diferença!

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A cama. Achei a decoração simples, mas bonitinha.

A gente resolveu ir para Dublin um pouco em cima da hora, então as opções de apartamentos ou hostels já não eram muitas. Corri pesquisar preços e encontrei um com preço realmente atrativo (praticamente a mesma coisa que alguns hostels que eu tinha visto, sem banheiro privativo), na região que queríamos, com boas resenhas na internet, o George Frederic Handel Hotel. Escolhemos um quarto duplo normal e, como seriam apenas duas noites, torcemos para que os reviews que li estivessem certos.

O hotel fica pertinho da Lord Edward Street onde vários ônibus passam, inclusive o ônibus que vem do aeroporto. Foi super fácil de chegar e encontrar. A recepção estava tranquila, então rapidamente fiz o pagamento da estadia e subimos para o quarto.

Tinha uma escrivaninha, cafeteira, chaleira e TV no quarto, em frente à cama. Bem útil.
Tinha uma escrivaninha, chaleira e TV no quarto, em frente à cama. Bem útil.

Tudo estava limpinho, a campa era gostosa e de um bom tamanho, o quarto silencioso… fiquei feliz pela escolha. A localização é MARAVILHOSA. Andamos por toda a região de Temple Bar nessa primeira noite e no dia seguinte fomos à algumas construções importantes da cidade, tudo à pé. Já falei aqui como acho importante conseguir fazer muita coisa à pé quando viajo, né?

Ah! Não tem foto do banheiro porque esqueci de tirar quando cheguei e só lembrei quando já estávamos saindo de madrugada para pegar o ônibus de volta para o aeroporto. Achei melhor não mostrar foto do banheiro bagunçado. Haha. Mas ele era espaçoso, tudo estava limpinho e o chuveiro era gostoso.

O Guarda-roupa era espaçoso, sobrou muito espaço já que só levamos roupas para dois dias. ;)
O Guarda-roupa era espaçoso, sobrou muito espaço já que só levamos roupas para dois dias. ;)

Gostei tanto do hotel que, quando voltarmos para lá, vai ser o primeiro lugar que olharei tarifas e disponibilidade. Com certeza me hospedaria lá novamente. E sim, a gente vai voltar pra Dublin qualquer dia. Duas noites foi muuuuito pouco, deixamos muita coisa a ser conhecida pra trás. ;)

Mais informações:
Página oficial do hotel
Reviews no TripAdvisor

Amsterdam – dicas

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Não vou compartilhar o roteiro e o mapa dos nossos dias em Amsterdam porque não seguimos eles para quase nada. Hahaha. A grande maioria dos lugares que mostrei aqui não estavam neles, então achei que seriam inúteis para vocês. ;)

Dicas:
– Em Amsterdam todo mundo fala inglês perfeitamente. Não teve uma pessoa com quem eu tenha falado que tivesse inglês ruim, os coitados devem é ter sofrido para me entender. Hahaha.
– No mercado a maioria das águas é com gás. Eu odeio água com gás e tomo água o dia todo, então me ferrei dois dias seguidos tentando encontrar a que era sem gás. Peguei a azul marinho em um dia e ela tinha MUITO gás. No dia seguinte peguei outra cor e tinha menos gás, mas ainda tinha. Só acabei descobrindo qual era a cor da tampa da água sem gás (que eu não lembro mais, desculpa aí) porque a caixa do mercado me avisou. Ela disse que a maioria dos turistas erra e acaba tomando água com gás sem querer. Muito gente fina essa menina.
– O que eu acho que você não pode deixar de provar por lá? Stroopwafel (amor eterno, amor verdadeiro) e refrigerante de cassis. Aqui no Brasil eu evito ao máximo tomar refrigerante, mas esse de cassis era bom demais e eu tomei feito uma louca. Delicioso! <3
– Você vai encontrar muita gente fazendo “turismo-woohoo” por lá, se acabando na maconha. Vi de grupos de adolescentes à excursões de vovôs que saíam malucos dos coffeeshops fazendo o maior auê. E eram turistas, porque a galera da cidade que frequenta os coffeeshops ficava de boa sentada nas mesinhas da calçada fumando, conversando, numa boa. Já no trem um turista muito louco sentou ao meu lado e, além de feder a maconha e estar totalmente chapado, foi comendo um bolinho de maconha muito fedido o caminho todo. Depois ainda lambeu o papel, foi muito nojento. A cara do rapaz que estava sentado de frente pra nós dois e via tudo de camarote foi impagável. Hahaha.
Tome cuidado com as bicicletas. A cidade é realmente cheia delas e, se você não tomar cuidado, pode acabar sendo atropelado por uma ou causar um acidente. Preste muita atenção.
Respeite a entrada e saída das pessoas nos vagões de trem e metrô. Não coloque os pés nos assentos. Vi gente levando bronca por causa disso.
Ande. Pegamos metrô só no primeiro dia porque as mochilas estavam pesadas e o trem para ir e voltar do aeroporto. Fora isso, andamos o tempo todo e foi tranquilo. Dá para andar com a câmera na mão, sem medo de ser assaltada (que saudade disso!), as ruas são na maioria planas e você não se cansa muito. Quando cansar, é só encontrar o canal mais próximo e dar uma paradinha para descansar e apreciar a vista ;)

Lisboa e Sintra – roteiro, mapa e dicas

Quando fui para Buenos Aires compartilhei aqui o mapa que fiz para me organizar e teve gente falando que ele foi útil quando foi visitar a cidade também. Então vou colocar também todos os mapas que tenho, das cidades que visitei. :)

lisboa-galo

No meu mapa de Lisboa tem MUITA coisa marcada e que não deu tempo de fazer, já que decidimos tirar o primeiro dia para descansar e tentar nos adaptar ao fuso. Mesmo assim, ele tá organizadinho. Caso você queira ver é só clicar no botão:

Também fiz roteiros no word, dividido por dia e com o valor aproximado de gasto por pessoa. Sim, eu fui control freak nessa viagem, mas é que a gente não queria gastar muito e tive que prever direitinho para onde iria nosso rico dinheirinho. Claro que chegando lá a gente viu que tinha atração com preço errado no site (geralmente o preço era maior do que o que eu tinha visto) ou deixamos de ir em alguma coisa. Acontece, mas o roteiro de Lisboa está aqui, para quem quiser ver.

Caso você se pergunte o por quê das cores (tanto no mapa, quanto no roteiro), é só cruzar as informações dos dois. Foi o único jeito de eu conseguir me achar no meio de tanta atração. ;)

Agora, algumas dicas:
– Caso você vá usar o Carris (o bom e velho bondinho), compre seu bilhete nas estações do metrô. Lá o valor é mais baixo, então você economiza um bom tanto.
– Se você estiver hospedado perto de algum metrô, não tenha medo de ir e voltar do aeroporto usando ele. A gente usou e foi muito tranquilo e rápido. Se você estiver com muitas malas, se prepare para algumas escadas – rolantes ou não.
A comida em Lisboa é muito boa e barata. Se joga, vai ao mercado, experimente tudo o que quiser. E não se prenda ao “tenho que comer bacalhau porque estou aqui”. Esquece isso, colega. Eu me joguei em uma hamburgueria em vez de correr para algum restaurante tradicional e não me arrependo. Também fomos à um restaurante chinês clandestino MUITO bom e absurdamente barato. É clandestino porque o restaurante é na casa dos donos, eles não pagam impostos por ele e também não falam nada de português. Não trocaria isso por um restaurante tradicional de jeito nenhum.
– Lisboa passou recentemente por uma crise e, não sei se é por esse motivo, tem um pouco de gente pedindo dinheiro nas ruas do centro. A gente aqui no Brasil tá acostumado a ter muito mais gente abordando a gente na rua e a ter medo de ser assaltado por elas. Lá não tem muito esse perigo, é só você ignorar a pessoa que ela baixa a cabeça e sai de perto. É claro que um pouco de brasilidade ao segurar a sua bolsa ajuda sempre. ;)
– Se você gosta de licor, não deixe de experimentar a Ginjinha. Esse é o licor mais tradicional da cidade (e talvez do país), feito de uma fruta chamada ginja. Eu adoro licores e gostei bastante. É forte, mas é bem bom. Me arrependi de não ter trazido uma garrafa pra casa.

E queria agradecer à Mari mais uma vez. Com certeza meus dias em Lisboa não teriam sido tão gostosos sem ela e o André. Muuuuito obrigada, queridos! Sem vocês não teríamos ido ao restaurante clandestino, comido o melhor bacalhau da vida, conhecido tantos lugares diferentes e, principalmente, nos divertido tanto. <3