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Capa Golla para Lev e Kindle

Sou uma pessoa desastrada, então qualquer coisa que fique muito na minha mão precisa sempre ter proteção. No celular só uso capinha de silicone, de tanto que derrubo ele. Então você já pode imaginar a minha loucura em comprar logo uma capa para meu Kindle, né? Pois é.

O primeiro problema: o preço da capa oficial. Até coloquei ela na minha wishlist de Natal, mas acho o preço bem abusivo e quis procurar alternativas. Quando viajei procurei em tudo quanto é lugar, mas a mais legal e em conta que encontrei era 39 euros e não sairia tão mais em conta quando fosse convertida para real, infelizmente. Procurei capinhas para tablets também, já que serviriam numa boa, mas também só encontrei nessa faixa de preço.

capa-gola-kindle

Aí um dia, andando pelo shopping, resolvi entrar na Saraiva para ver como eram as capas disponíveis para o Lev. Como eu já havia testado o aparelho, sabia que o tamanho dele não era tão diferente do tamanho do Kindle, vai que dava certo? A capa oficial do Lev não deu certo, mas encontrei uma linha fabricada pela Golla e adaptada para o Lev pela própria Saraiva, mais bonita até. Fui logo experimentando no Kindle e serviu! :D

O tecido é meio que emborrachado, para ser mais fácil de limpar.
O tecido é meio que emborrachado, para ser mais fácil de limpar.

A capinha é revestida em tecido (tem a opção em couro ecológico), um tanto rígida e tem elástico para ficar sempre bem fechada. Por dentro há uma aba para ajudar você a segurar o aparelho quando estiver lendo que achei super útil. A única coisa que entrega que ela não foi feita para o Kindle são as marcas por fora (que fica escondida pelo elástico quando fechado) e por dentro, nessa aba para segurar. Mas, sério, nem ligo. Não tenho essa neurose de “Oh, tudo tem que ser da mesma marca do aparelho”. :p

Por dentro: onde tem as marcas da Saraiva e Lev é uma aba, para passar a mão enquanto estiver com a capa dobrada para trás, lendo.
Por dentro: onde tem as marcas da Saraiva e Lev é uma aba, para passar a mão enquanto estiver com a capa dobrada para trás, lendo.

O preço foi 1/3 mais barato do que a capa oficial. Enquanto na Amazon você gasta R$149,90, comprando essa da Golla gastei R$99. Achei uma boa economia.

Gostei muito da capinha, por isso resolvi dar a dica. Vai que você também está procurando uma, né? Vale dar uma olhada nas lojas físicas, no site só achei a versão marrom em couro ecológico, mas na loja em que fui tinha preta e creme no mesmo material e a azul em tecido, como a minha.

52 objetos: #32

52objetos-32

O quê: Vestido
Por quê: É uma das minhas peças favoritas de roupa
Onde está: No meu armário
De onde veio: Da Zara

Uso muita calça jeans no dia a dia, mas se pudesse escolher uma única peça do meu guarda-roupa, com certeza seria um vestido. É usando vestido que me sinto mais bem arrumada, mais bonita, mais do meu jeito.

Encontrar vestido pra mim é um pouco difícil porque tem que ter a cintura bem marcada e a saia um pouco rodada. Só assim para me cair bem e ser confortável o suficiente.

Esse da foto comprei para o batizado da Mari e demorei horrores para encontrar. Na época eu estava um tanto mais gorda e quase nada do que eu gostava caía bem em mim. Até que dei de cara com ele na Zara, serviu (o que era uma raridade acontecer naqueles tempos), o preço era ok e pronto. Escolhido. Amo esse vestido, acho a cor a coisa mais linda e mesmo assim é bem delicado. Já usei tanto que ultimamente até parei um pouco porque eu só saía com ele nas fotos. Hahahahaha.

O que é o projeto 52 objetos?
Em muitos anos no futuro alguém encontra uma caixa cheia de coisas que você possuiu e tenta descobrir que tipo de pessoa você era. Talvez essa caixa tenha fotografias, livros, documentos pessoais, roupas, talheres, bilhetes de shows ou até um pacote de chiclete. O que esses objetos diriam sobre você? Eles mostrariam um retrato fiel da sua vida? Qual história eles diriam?

A ideia original veio daqui e essa tradução da explicação é da Ana Paula. Você pode ver todos os outros objetos que escolhi aqui.

BEDA

Berlim – Ampelmann, Trabant e o Buddy Bär

Andando por Berlim é impossível não notar a presença constante de três ícones da cidade: o homenzinho do farol Ampelmaan, o carrinho simpático Trabant e as estátuas de urso com suas versões coloridas e divertidas. Eu não podia deixar de falar um pouco mais sobre eles, foi bem divertido andar por lá e dar de cara com algum desses três ícones a todo momento. ;)

Ampelmann

ampelmann

Andando pela antiga parte Oriental da cidade você vai reparar que os bonequinhos nos sinais de pedestres são diferentes dos usados na outra parte da cidade. Esses tem chapéu, um contorno diferente e são chamados de Ampelmann (em uma tradução livre, “o homem do semáforo”).

Foram criados após um psicólogo de trânsito chegar à conclusão de que as pessoas responderiam melhor aos sinais de trânsito se eles fossem menos impessoais e mais simpáticos, criando um laço afetivo com os cidadãos. E assim todos os sinais para pedestres do lado Oriental ganharam o contorno desse homenzinho simpático.

Depois da queda do Muro houve a unificação dos sinais e eles foram substituídos pelos universais (iguais aos que usamos aqui no Brasil). Isso gerou uma revolta entre os moradores do ex-lado comunista, tiveram que fazer uma votação para saber se mudavam para o contorno universal e, claro, o Ampelmann ganhou. Assim boa parte dos sinais que ficam na antiga parte Oriental da cidade voltaram a ter o Ampelmann como ícone.

Hoje há uma rede de lojas (chamava Ampelmann) que vende todo tipo de produtos com os bonequinhos. Tem camiseta, chaveiro, copo, camiseta, imã, marcador de página, guarda-chuva, bolsa, toalha… os ítens são uma graça e a gente entrava em todas as lojas da rede que víamos, já que em cada uma encontrávamos alguma coisa diferente. Todo o lucro gerado pela venda desses produtos é de direito da antiga Alemanha Oriental, servindo para realizar melhorias na área. Trouxe para casa um par de imãs, são meu xodó.

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Mais informações: Site oficial

Trabant

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O Trabant era o carro “oficial” da Alemanha Oriental. Produzido por uma indústria alemã especificamente para venda do lado comunista do país, tinha a carroceria feita de um material plástico muito parecido com fibra de vidro e que barateava seu custo. Isso gerou até um grande problema nos anos 90, já que não conseguiam eliminar as carrocerias antigas (que não eram recicláveis) e tiveram que desenvolver um fungo para isso (!!!).

A palavra Trabant significa “companheiro de viagem” e era exatamente isso o que ele era para os moradores do lado oriental do país. O chamavam de Trabi (acho muito mais legal esse apelido do que o nome original) e podiam chegar a, no máximo, 100 km/h com ele.

Claro que depois da queda do Muro o carro deixou de ser tão usado e alguns donos até os abandonavam na rua quando percebia o quão obsoleto ele era. Hoje você pode até alugar um para andar pela cidade, cada um tem uma pintura diferente (tipo esse de bolinhas na foto aqui embaixo) e são super bonitinhos. É em um dele que você pode entrar no DDR Museum.

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Mais informações: Trabi-Safari

Buddy Bär

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O urso é o símbolo das armas de Berlim há vários séculos e acabou se tornando o símbolo da cidade (está até na bandeira dela). Em 2003, inspirado na Cow Parade, foi criado o Buddy Bär (um “urso camarada” de 2m de altura) e enviado para 350 artistas fazerem suas versões próprias, para serem expostas nas ruas da cidade. Quando mais de um urso era exposto junto, eles eram colocados lado a lado para parecer que estavam dando as mãos, simbolizando união.

Hoje os Buddy Bärs são exibidos no mundo todo (já passaram até pelo Rio de Janeiro) e muitos continuam pelas ruas de Berlim, geralmente na porta de consulados ou estabelecimentos comerciais.

Eu, bobona que sou, tirei foto com vários. HAHAHAHA. Sempre de mãozinha pra cima porque queria imitar a pose deles. Se eu sempre me empolguei com a Cow Parade, imagina se não ia me empolgar com ursos gigantes? Até parece. :p

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berlim-ursos03Mais informações: Site oficial