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Rotaroots: Abraçando Patinhas

Quando fiz minha nova lista de 101 coisas para se fazer em 1001 dias, coloquei “adotar um cachorro” nela. Eu e o Henrique amamos cachorro e queremos ter um pra encher a casa de amor e diversão, mas somos totalmente contra a compra e venda deles. Sendo assim, adoção é nossa opção e, confesso, sempre fico meio chocada quando algum amigo me conta que pagou para ter um companheiro peludo e, principalmente, o quanto gastou nisso.

Já li muitos relatos de crueldade com cães usados para a procriação com intuito de comercialização dos filhotes e isso não entra na minha cabeça. Também cobrar alguns milhares de reais por um filhote, só porque ele é “da raça da moda”, é ridículo. Desculpa se você acha legal sustentar esse mercado, mas essa é minha opinião. Eu quero ter um cachorro, mas não vou pagar por ele enquanto tem muitos outros esperando um lar. A hora da gente adotar um ainda não chegou, mas não vejo a hora disso acontecer.

Uma das únicas fotos que tenho do Léo, quando ele ainda era nenis. O Baixinho tá velho, mas continua com essa cara de novinho - genética boa? :p
Uma das únicas fotos que tenho do Léo, quando ele ainda era nenis. O Baixinho tá velho, mas continua com essa cara de novinho – genética boa? :p

Quando eu tinha uns 7 anos, a poodle da minha tia teve filhotes e minha mãe me deixou escolher um. Léo viveu com a gente por 17 anos, era um cachorro bem chatinho (como todo poodle, né? Hahaha), mas foi meu companheiro enquanto eu crescia. Tinha raça de dondoca e espírito de vira-lata. Adorava se esfregar na terra, odiava banho e gostava de toda comida que sujava bastante – manga e macarrão faziam seu bigode ficar todo molhado, ele amava. Morreu de velhice, teve uma vida boa, era o xodó da minha mãe.

Quando eu tinha uns 14 anos, um vizinho maluco resolveu bater em um filhotinho vira-lata que estava dormindo na porta da garagem dele. Minha mãe viu aqui, ficou com dó e abriu nosso portão para o cachorro se refugiar. Ele estava tão assustado que só entrou em nosso quintal quando ninguém estava por perto. Demorou alguns dias para deixar a gente chegar perto, mas foi logo ficando amigo do Léo. Quando conseguimos chegar perto, vimos que ele era o cachorrinho mais lindo do mundo: branquinho, com manchas pretas e marrons, nariz rosado com manchinhas pretas (que ficou todo preto conforme ele foi crescendo) e a barriga mais rosinha e gostosa que já vi. Minha mãe deixou ele ficar em casa “até encontrar alguém que queira ele” mas, na real, a gente nunca procurou um dono pra ele. Zé/Baixinho entrou pra família de supetão, sem a gente escolher um nome de verdade (a gente não ia ficar com ele, lembra?) e conquistou todo mundo. Muito esperto, brincalhão e doce, super parceiro. Conquistou até o Léo, que meio que virou seu namorado e deixava ele comer toda a carne primeiro, ficando só com o arroz. Hahaha.

Foi o Baixinho quem avisou meus irmãos de que o Léo estava passando mal, ao morrer. Era ele também quem me esperava todo dia quando eu ainda morava com meus pais e chegava do trabalho, na porta da sala, esperando para fazer festinha. Hoje tem 16 anos, está um tanto surdo, cedo, cansado e morre de medo das minhas sobrinhas. Mesmo assim, continua sendo o companheiro da minha mãe, que dorme alguns dias na sala porque ele reclama de ficar sozinho no quintal. Adotar o Zé não foi pensado, simplesmente aconteceu. Foi uma das melhores coisas que podiam ter acontecido. Ele já está com 16 anos, cansado, e vem apresentando alguns problemas de saúde. O triste é saber que logo logo ele se vai. :(

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O nome era Snoopy, mas ele só era chamado assim quando ia tomar bronca. Saudade, Pipinho Lindo! <3

O Henrique também conviveu por muitos anos com um amigo adotado, o Pipo. Pipo era o tipo grandão bobão, calmo, brincalhão e carente, sempre pedia carinho para quem quer que sentasse no sofá. A velhice chegou rápido, em menos de 6 meses ele passou do cachorro que subia e descia escadas correndo para o que mal podia se levantar. Teve que ser sacrificado, para que seu sofrimento acabasse. Deixou saudade, a impressão constante de que ele pode entrar a qualquer momento em algum cômodo da casa da minha sogra e muitas histórias na lembrança.

É por isso que acredito muito na adoção e, sempre que me pergunto, digo em alto e bom som que vira-lata é minha raça favorita. Espertos, carinhosos, companheiros… eles trazem com eles a mistura de muitas raças, a beleza diferente e, geralmente, a dor de ter vivido na rua. Você deixa eles entrarem na sua vida para cuidar, amar e, em troca, recebe todo o amor do mundo. Crescer brincando com meus cachorros e ver a responsabilidade que é ter um bichinho (por que sim, parte do amor que você dá para eles deve ser em cuidados e preocupações) com certeza me fez uma pessoa melhor.

Esse mês o Rotaroots está com uma campanha incrível apoiando a ABEAC, uma ONG séria que hoje abriga mais de mil cães. Em parceria com a Max – Total Alimentos, a cada doação pelo sistema de responsabilidade social da marca, a empresa acrescenta 50% a mais. Por exemplo, se você doar 1kg de ração, a instituição receberá 1,5kg. O pagamento é feito por PagSeguro, você pode escolher a ONG de sua preferência e ajudar muitos peludinhos que estão sem lar. Tudo bem rápido e barato, já que a doação mínima é de um quilo de ração, que custa pouco mais de R$6.

As meninas do Rotaroots já conseguiram 1 tonelada em doação para a ABEAC, mas querem chegar ao marco de 2 toneladas. Quer ajudar? Simbora doar pelo link da ONG no Max em Ação.

“Esta blogagem coletiva faz parte do projeto Abraçando Patinhas, uma iniciativa do Rotaroots em parceria com a marca de ração Max – da fabricante Total Alimentos. Esta iniciativa reverterá na doação de 1 tonelada de ração para a ABEAC, ONG responsável pelo bem estar de cerca de 1100 cães. Saiba mais sobre o projeto no site do Abraçando Patinhas ou participando do grupo do Rotaroots no Facebook.”

366 Nuncas: #169 a #175

#169 – 17/06/2012

Meu aniversárioooooo! Ai gente, AMO fazer aniversário.
Esse ano resolvi convidar a família toda pra vir aqui em casa, assim parte da família que nunca tinha visto a casa já conhecia e tudo. Reservei um espaço do prédio e fiz os comes e bebes lá. Dessa vez tive sobrinha apagando velinhas comigo, que delícia! Foi super gostoso, nunca tinha usado algum espaço do prédio e adorei. Tão bom receber, comer, beber, festejar e não ter que se preocupar com a limpeza depois. Hahahha. :D

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#170 – 18/06/2012

Foi dia de conhecer meu maior presente de aniversário: Mari, minha terceira sobrinha nasceu no mesmo dia que eu! Como ela nasceu em Santo André, no final da tarde do dia 17, só consegui vê-la no dia seguinte. Bochechuca, cabeluda e calmiiiinha. Marizinha é muito amor. <3

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#171 – 19/06/2012

Passei a semana usando um presente de aniversário por dia. Essa pulseira ganhei do meu irmão e da cunhada e adorei. Eu, que adoro caveiras, nunca tinha tido uma pulsei de caveira.

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#172 – 20/06/2012

Mais presente lindo! Tava super precisada de blusa de frio e ganhei esse casaco lindo da sogra. Nunca tinha tido um casaco tão quentinho e tão arrumadinho ao mesmo tempo.

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#173 – 21/06/2012

Depois que o Foursquare mudou ficou muuuito melhor. Encontrar listas de lugares e fazer buscas ficou muito melhor, então eu e o Henrique andamos escolhendo restaurantes novos por ele. Foi a vez de irmos à um restaurante japonês que nunca tínhamos nem ouvido falar. Foi uma boa escolha, gostamos bastante.

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#174 – 22/06/2012

Além de junho ser o mês do meu aniversário e o mês em que a melhor estação do ano começa (viva o invernooo!), também é mês de festa junina. Olha, sei nem dizer o quanto amo esse mês. Hahaha.
Foi dia de festa junina na agência, todo mundo se empolgou e pronto: fiquei desdentada e com pintinhas pro festerê. Foi divertido, a gente nunca tinha tido festa junina antes.

Esse aí o Djoko, o cachorrinho da minha chefe. Ele passou mal, ela teve que correr para levá-lo ao veterinário e não conseguiu ter tempo para levá-lo de volta para casa. Resultado: Djoko veio passar a tarde com a gente na agência. Nunca tinha visto ele de perto, só por foto. Claro que ao vivo ele é mil vezes mais fofo. <3

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#175 – 23/06/2012

Mais festa junina! Fomos para Americana comer, beber e curtir muito a família do Henrique. Há alguns anos eles fazem a festa junina na chácara da família, mas nunca tínhamos conseguido ir. Foi muito bom, teve até queima de fogos no final da noite: um vizinho fez queima de fogos por 20 minutos e a linda supresa foi que todos eles explodiam bem em cima de onde estávamos. Foi lindo.

Project 365: #212 a #218

Falei que voltaria a tirar fotos com a câmera, mas deu preguiça. MUITA. Como pra mim o projeto é mais para registrar tudo de legal que acontece durante esses 365 dias e não para tirar fotos lindas e estudadas, resolvi que tudo bem. Fotografar com o celular é mais prático, espontâneo e dá pra registrar muito mais coisa na hora em que acontece. Então por enquanto vou continuar com as fotos tiradas pelo celular mesmo, quando a preguiça passar volto pra câmera normal. :)

#212 – 31/07/2011

O domingo foi passado entre pegar MUITA coisa para levar ao apartamento e jogatina com os amigos. Uno sempre é divertido. :)

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#213 – 01/08/2011

Um sorvetinho de sobremesa sempre cai bem. Me joguei logo no potinho com dois sabores, da Vipiteno, minha sorveteria favorita.

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#214 – 02/08/2011

Agora que estou passando a semana toda com o namorado no apartamento, resolvemos abastecer um pouco a despensa (que nem existe ainda, coitada!). O café da manhã foi esse, delicinha.

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#215 – 03/08/2011

Trabalhei até tarde na agência. Aliás, não só eu como praticamente a criação toda, então tivemos o jantar tradicional dos que trabalham até tarde: pizza.

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#216 – 04/08/2011

Como eu tinha ficado até mais tarde para entregar o trabalho, na hora do almoço eu e algumas colegas fomos nos esbaldar na promoção da Emporio Naka, com tudo à R$89. Experimentamos vários modelos e levei pra casa duas que eu estava querendo há tempos: uma bota preta de saltão (é a que está jogada no meio da foto) e uma ankle boot de camurça marrom, também de saltão (essa que tá no cantinho inferior direito na foto). A preta já usei e é mega confortável, a marrom será minha vítima essa semana. Ah! No sábado fui até a Emporio Naka de Santo André e a promoção por lá era diferente: tudo por R$99 e nada de botas. Ê província! :p

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#217 – 05/08/2011

Sexta foi dia de voltar pra Santo André. Tava MORRENDO de saudade do meu pai, da minha mãe e do Zé. Além deles, tinha encomendinhas me esperando, tipo esse poster que ganhei da Claro, com algumas fotos do meu Facebook. :)

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#218 – 06/08/2011

Passei o dia todinho com minha mãe. Fiquei em casa e depois fomos arrastar o sári no shopping. A foto do dia era pra ser dela e do meu pai, mas como bem lembrou minha irmã, ela me odiaria se eu colocasse aquela foto aqui. Heheheh. Então vai o Zé, que também me fez companhia em boa parte do dia.