atores

Tag: Descobrindo Novos Blogs

Simbora retomar o ritmo de posts com uma tag. :D

Adoro responder tags porque sempre acabo tendo que pensar em algo que geralmente não penso em falar por aqui, é um bom exercício. A Miche me indicou pra essa tag em abril (isso que tem outra tag indicada por ela de antes que ainda não respondi, desculpa!) e achei bem interessante: devo citar quem me indicou (a Michelli, vai lá visitar o blog dela!), responder as perguntas que ela fez e fazer novas perguntas para quem eu indicar. Fácil fácil. :)

As perguntas da Miche:

Auto retrato LINDO que a Miche fez.
Auto retrato LINDO que a Miche fez.

1. Qual livro você está lendo?
Passei um tempinho sem ler e no feriado de semana passada comecei Bling Ring, sobre aqueles adolescentes que invadiram e roubaram casas de celebridades nos Estados Unidos. O livro é até que interessante, estou no finalzinho já.

2. Qual música está tocando em loop no seu radinho?
Não tô viciada em nenhuma música, até abri o iTunes pra ver se tinha alguma muito tocada ultimamente e nada. Uma banda que a anos não ouvia e voltei a ouvir frequentemente é Natiruts.

3. Um canal do YouTube pra gente seguir (não vale o seu).
Um dos meus favoritos ultimamente é o Garagem de Unicórnio, da Karen Jonz – tetra campeã mundial de skate e conterrânea da Província. Me divirto assistindo os vídeos dela.

4. Mostra pra gente a foto mais bonita que você já tirou. Por que você considera ela a mais bonita?

henrique-titlis

Adoro essa foto do Henrique, que tirei em dezembro do ano passado, no Monte Titlis, na Suíça. Acho o visual lindo, as cores tão bonitas, o enquadramento e ainda me lembra a primeira vez que vi neve. <3

5. Um lugar que você gosta de ir comer.
Gosto muito de hamburguer e recentemente descobri uma hamburgueria sem frescura que faz um beeeem bom. Chama Criminal Burguer e fica na Vila Leopoldina, em São Paulo.

6. Conte pra gente a história de um dia que você achou gostoso de viver.

vevey-barco
No último passeio de barco do dia.

Era 18/06/2014, um dia depois do meu aniversário (que já tinha sido bem legal, aliás). Acordei na casa da minha irmã, tomei café e peguei o trem com o Henrique para passarmos o dia em Montreux. Descemos do trem e fomos andando por toda a cidade até o Castelo de Chillon. Durante a caminhada passamos por uma nuvem de insetos, derrubei meus óculos e até lascou a lente (hoje sempre dou risada quando lembro da cena). De lá pegamos um barco para Vevey, uma cidade próxima. O passeio de barco foi uma delícia, pegamos junto com uma turma super animada de idosos ciclistas, todos conversando e dando risada. Em Vevey tiramos foto com uma estátua do Charles Chaplin (que morou na cidade até sua morte), visitamos o museu da Nestlé (cheio de crianças e professores) e na volta resolvemos trocar o trem pelo barco novamente, em parte do percurso. Ficamos um tempo sentados na beira do rio esperando o horário de saída do barco, com um carrossel atrás de nós, um dia super calmo… foi uma delícia. O passeio de barco foi lindo e, como já era horário de saída do pessoal que tinha ido trabalhar, estava um pouco cheio. No caminho passamos por várias crianças em canoas tendo aula com um professor. Descemos acho que em Lucerna e corremos ladeira acima para não perdermos o trem que sairia em 5 minutos. Hahaha. Sentei no trem quase tendo um treco pelo esforço. Chegamos em casa, jantamos com minha irmã, cunhado e sobrinha e fomos dormir. Fim. <3

7. Qual foi sua paixão platônica de adolescente?

leo-john
Léo como Romeu e Uncle Jesses. <3

Não tive nenhuma paixão platônica arrasadora, mas achava Leonardo DiCaprio e o John Stamos (eterno Uncle Jesse) lindos! Hahaha.

8. Qual sua flor predileta?
Dama da noite, por causa do perfume. Adoro o cheiro, me lembra muito minha infância porque minha mãe tinha um pé no nosso quintal.

9. Qual seu conto de fadas preferido e por quê?
Nunca fui muito ligada em contos de fadas. Quando era pequena eu tinha uma coleção do Círculo do Livro só com contos adaptados com personagens da Disney, mas nunca fui muito fã. Acho que se tivesse que escolher um, ficaria com Os Três Porquinhos, só porque sempre achei legal a parte em que o Lobo destrói as casas. Hahaha.

10. Qual o último filme que você viu?
Pixels: O Filme. Achei bem engraçadinho, vi num domingo à noite enquanto bordava uma toalha no sofá de casa. :)

Agora, minhas perguntas:

01 – Qual seu dia favorito no ano? | 02 – Se você pudesse comer qualquer coisa agora mesmo, o que seria? | 03 – Qual a série mais legal do momento? | 04 – Hermione ou Katniss? | 05 – Escolha uma cor para vestir, uma para pintar o cabelo e uma para decorar o quarto. Por que você escolheu essas cores? | 06 – Qual aspecto da sua vida te traz mais felicidade? | 07 – Qual livro ou gibi marcou sua infância? Conta aí a história pra gente. | 08 – Você vai se casar amanhã. Qual vai ser sua música para ir até o altar? | 09 –  O que todo mundo gosta e você odeia? | 10 – Qual seria sua primeira compra ao ganhar milhões na loteria?

Pra quem indico? Gostaria de ver as respostas da Anne, da Livs, da Ju, da Nanda e da Lec. Mesmo que elas não respondam, fica aqui a indicação dos blogs delas, todos que adoro. :)

Os 5 últimos assistidos no Netflix #4

Platoon


Diretor: Oliver Stone
Ano de lançamento: 1986
Duração: 1h59
O que achei: ★★★★☆ 

Já tinha ouvido falar do filme , mas nunca me interessei muito até que assistimos ao Roast do Charlie Sheen, em que ele disse que era um dos filmes de que mais se orgulhava de ter participado. Aí bateu curiosidade.
Charlie é Chris, um rapaz de família rica que resolve se alistar como soldado na Guerra do Vietnã. Ele sai de casa pensando que será um herói, mas se depara com todo o horror da guerra, com os perrengues e perigos de ser o exército inimigo tão longe de casa.
O filme é bem legal, cheio de personagens interessantes (adorei o Sgt. Elias, do Willem Dafoe). Dá um certo nervoso só de pensar nas condições dos soldados, na loucura que era tudo aquilo e no tanto de droga que eles usavam para escapar um pouco da realidade.
Gostei bastante, gosto quando o Charlie Sheen faz papéis em filmes mais sérios.

A invasão (The arrival)


Diretor: David Twohy
Ano de lançamento: 1996
Duração: 1h55
O que achei: ★☆☆☆☆ 

No mesmo dia em que assistimos Platoon, assistimos esse. Isso que dá pesquisar por um ator específico no Netflix. Hahaha.
Zane Zaminsky (Charlie Sheen) é um astrônomo que capta sinais vindos do céu e resolve investigar isso, mesmo depois de perder o emprego por ter tocado no assunto. Zane vai para o México investigar, pessoas são assassinadas pelos alienígenas e o filme todo é a maior viagem. Na metade do filme eu já estava torcendo para tudo acabar logo. Hahaha.
Geralmente gosto de filmes com essa temática, mas nesse era tudo tão bizarro que virou galhofa, sabe? :/

A arte da conquista (The art of getting by)


Diretor: Gavin Wielsen
Ano de lançamento: 2011
Duração: 1h23
O que achei: ★★★☆☆ 

George (Freddie Highmore) é um adolescente solitário e um tanto problemático. Ele vive sem ter vontade de fazer nada, não vê importância em pensar no futuro e acaba levando a vida sem grandes ambições. Um dia ele conhece Sally (Emma Roberts), uma das garotas mais populares da escola e de quem fica amigo.
Toda a relação de George e Sally é baseada no amor que ele sente por ela, mas a menina faz questão de ignorar todos os indicativos disso e, claro, acaba sendo uma maledeta com ele.
É um filme de amor adolescente, um tanto mais complexo do que estamos acostumados a assistir. Gostei bastante, fiquei torcendo pelo George o tempo todo e feliz porque o final foi como eu queria (mas não posso falar, né?).

What happened, Miss Simone?


Diretor: Gavin Wielsen
Ano de lançamento: 2015
Duração: 1h42
O que achei: ★★★☆☆ 

Nina Simone foi uma das grandes vozes americanas e, aposto, você demorou muito para ouvir falar nela. Eu sempre gostei muito de cantoras americanas das décadas de 50 e 60, mas confesso que nunca tinha ouvido muitas músicas dela ou procurado saber um pouco mais sobre sua história.
Esse documentário dá uma boa ideia sobre a importância musical de Nina, mas mostra também o lado fodasticamente político dessa mulher. Ela escreveu a música que viria a se tornar praticamente o hino do ativismo negro nos Estados Unidos, se pronunciou publicamente contra a Guerra do Vietnã, participou de manifestações pelos direitos civis e apoiou com dinheiro as causas em que acreditava. Para se fazer isso, sendo mulher, negra e famosa, naquela época era preciso muita coragem.
Ela sofreu abusos do marido e agente por muitos anos e, segundo sua filha, repassou esses abusos para ela quando se separou. Teve muitos problemas pessoais, pois sofria de problemas psicológicos e teve que tomar remédios controlados.
Toda essa parte problemática é muito mais explorada no documentário do que a parte musical e isso me frustrou um pouco. Mesmo adorando saber histórias biográficas dos artistas, gostaria de ter conhecido um pouco mais sobre a obra musical da cantora enquanto assistia.

Sherlock


Ano de lançamento: 2010
Episódios: 11
O que achei: ★★★★★ 

Já li algumas histórias de Sherlock Holmes, já assisti aos filmes com o Robert Downey Jr. e tinha muita curiosidade em assistir essa série. Várias pessoas já tinham me falado bem e eu estava só vencendo a preguiça de assistir aos episódios super longos (em média 1h40 cada). Aí um dis estava aqui em casa de bobeira, coloquei e em menos de 10 minutos já estava adorando. O Henrique ficou curioso, pediu para eu voltar o episódio desde o começo e pronto: ficamos os dois viciados.
Escolheram super bem os atores: Benedict Cumberbatch (de O Jogo da Imitação)  é Sherlock e Martin Freeman (o Bilbo Bolseiro, d’O Hobbit) é o Watson. Os dois tem uma química muito boa juntos!
Os episódios são praticamente longa-metragens e mesmo assim não são cansativos. Acontece tanta coisa em cada um deles que não é aquela coisa de enrolação, sabe? Cada temporada tem, no máximo, 5 episódios, então também é rapidinho de assistir tudo.
Como é uma produção inglesa, o humor da série é bem característico. Eu adorei, me diverti horrores.
Estou doida para assistir aos novos episódios, que saem no ano que vem.

Os 5 últimos assistidos no Netflix #3

Oblivion

Diretor: Joseph Kosinski
Ano de lançamento: 2013
Duração: 2h04
O que achei: ★★★☆☆ 

O Henrique adora o Tom Cruise, então vira e mexe ele checa se tem algum filme novo dele no Netflix. E aí que numa dessas vimos que Oblivion estava lá e, como eu ainda não tinha assistido, escolhemos ele para preencher uma noite de bobeira em casa.
O filme todo se passa em um futuro onde a Terra é tóxica e não pode mais ser habitada. Toda a humanidade vive agora no espaço, mas o comandante Jack Harper (Tom Cruise) e sua parceira continuam por aqui para fazer a manutenção de máquinas/satélites. Tudo vai bem e o tempo de permanência deles no planeta está acabando, mas Jack (que lembra um pouco de sua vida pré apocalipse) encontra uma máquina quebrada e acaba descobrindo muita coisa sobre seu passado e a vida atual, fazendo com que tudo mude.
O filme é bem legal, mas tem toda aquela coisa do personagem do Tom Cruise salvar o dia, como sempre. O mais interessante de tudo é a visão de como o planeta teria sido transformado em um lugar não habitável e como a humanidade resolveu o problema para continuar a espécie. Indico para quem curte ficção científica.

Roast of Charlie Sheen

Diretor: Joel Gallen
Ano de lançamento: 2011
Duração: 1h
O que achei: ★★☆☆☆ 

Roast é um programa especial do canal de tv americano Comedy Central, onde a cada episódio alguma celebridade é detonada pelos convidados. Já tinha ouvido falar, mas nunca tinha assistido e, como gosto do Charlie Sheen, resolvi começar pelo episódio dele.
Toda a graça do programa é que a celebridade convidada do dia deve ouvir as piadas e insultos dos outros convidados e só pode se defender e detona-los no último bloco. É bem uma coisa escrachada e quem aceita ir sabe que pode ter seu passado e mancadas revirados e jogados na cara, então o povo já vai esperando muita besteira.
Claro que o Charlie Sheen é um prato cheio, né? Seus problemas com drogas, a fase de filmes péssimos, as mulheres e prostitutas e as loucuras faladas nos últimos anos rendem muuuuuuitas piadas, mas mesmo assim achei que em alguns momentos os convidados pegaram super pesado. Ficou aquela coisa meio “ok, colega, fazer piada disso não é engraçado”, sabe?
Os convidados eram Jeff Ross, William Shatner, Mike Tyson, Patrice O’Neal, Jon Lovitz, Kate Walsh, Amy Schumer e Anthony Jeselnik. Mike Tyson foi uma vergonha só, uma piada pior do que a outra e, sério, o povo só rio porque a vergonha alheia foi enorme.
Não me empolguei muito com o programa, tanto que nem assisti outro episódio ainda. Acho que não é muito o tipo de humor que eu curto.

Amaldiçoado (Horns)

Diretor: Alexandre Aja
Ano de lançamento: 2013
Duração: 1h59
O que achei: ★★★★☆ 

Como boa fã de Harry Poter, qualquer filme com Daniel Radcliffe, Emma Watson ou Rupert Grint me interessa. Pode ser qualquer tipo de filme, vou querer assistir.
Quando o primeiro trailer de Amaldiçoado saiu foi o maior auê porque nele mostrava Daniel mandando ver com a atriz que faz sua namorada no filme, Juno Temple. Adicionado à isso víamos Daniel com chifres e cara de mal, no maior estilo garoto infernal. E aí meu interesse aumentou, adoro uma história de terror com demônios.
Daniel é Ig Perish, um cara que namora Merrin desde a adolescência, completamente apaixonado. Um dia Merrin termina tudo, ele toma o maior porre e, ao ser questionado pela polícia no dia seguinte sobre o paradeiro de Merrin, diz que não importa o que tenha acontecido com ela, a culpa é sua. O que ele não sabe é que a mulher foi encontrada morta na floresta e, assim, ele acaba de confessar o assassinato.
Ig tenta a todo custo provar sua inocência, mas é difícil porque ele passou a noite apagado sozinho em seu carro, sem ter testemunhas ou provas. Como confessou o crime sem saber o que estava fazendo, todos acham que ele é realmente o assassino e protestam contra ele onde quer que ele vá, o hostilizam e pedem que ele seja condenado.
A vida dele está a maior zona, já que ele está de luto por Merrin e ainda tem que lutar contra a maior parte da cidade para provar que não a matou. Ele bebe, passa os dias trancado em casa e fica desesperado para encontrar quem fez isso com a namorada. E, do nada, no dia seguinte acorda com chifres nascendo em sua cabeça. Os chifres fazem com que todos sejam extremamente sinceros quanto ao que querem e façam as coisas sem pensar, relatando a ele seus desejos mais íntimos e sujos. Ele vê nisso a oportunidade de descobrir quem realmente matou Merrin e é o que faz.
O filme começa como um romance policial, passa por um terror nonsense, volta ao policial e termina numa galhofa muito louca. Tem sangue, coisas totalmente irreais (claro) e eu adorei tudo. Gosto muito de filmes nonsense, então me diverti horrores!

O Jogo da Imitação (The Imitaton Game)

Diretor: Mortem Tyldum
Ano de lançamento: 2014
Duração: 1h54
O que achei: ★★★★☆ 

Alan Turing (Benedict Cumberbatch) é um matemático super inteligente e como problemas de relacionamento com todas as pessoas. Esquisitão, geralmente é grosso e não se importa em falar a verdade diretamente, magoando as pessoas e as deixando desconfortáveis. Aos 27 anos ele é escolhido pelo governo britânico para integrar a equipe que tem como missão quebrar o código que os nazistas usam em suas comunicações e, assim, ajudar os Aliados a vencerem a II Guerra Mundial.
Alan tem sérios problemas com o restante da equipe e trabalha sozinho em uma máquina que acredita poder quebrar o código. Ele acaba encontrando uma aliada em Joan Clarke (Keira Knightley), com quem consegue trabalhar e é quem faz com que a equipe se aproxime do matemático.
A história é real e muito triste, pois Alan foi um dos responsáveis indiretos pelo fim da Guerra e acabou sendo condenado por ser quem ele é. Nos anos 40, ser gay era considerado crime na Inglaterra e, por isso, ele foi condenado à prisão. Como teve opção de receber um tratamento hormonal para ser “curado”, escolheu seguir por esse caminho. Acabou se matando após alguns anos.
O filme todo é ótimo, a história é super interessante e adorei saber um pouco mais sobre um homem que foi tão importante na história e de quem eu nunca tinha ouvido falar.

Planeta Terror (Planet Terror)

Diretor: Robert Rodriguez
Ano de lançamento: 2007
Duração: 1h45
O que achei: ★★★★☆ 

Um filme de apocalipse zumbi no melhor estilo Tarantino (que é amigo de Rodriguez e fez o lançamento de Death Proof junto com o de Planeta Terror). Tem muito sangue, muita loucura e é muuuuuuuito divertido! Adorei!
Toda a história é tão absurda que não tem nem como eu falar um pouco sobre sem estragar as surpresas. A maior delas é uma das mais icônicas e, geralmente, a que todo mundo já ouviu falar: a stripper Cherry Darling (Rose McGowan) perde a perna e usa como prótese uma metralhadora (muito útil no combate aos zumbis). Hahaha. Doideira total!