As 10 melhores coisas de janeiro de 2016

Quem disse que tava voltando com tudo e sumiu? OOOOPS! :p

Voltei pra relembrar janeiro, agora que fevereiro já tá no bico do corvo. Mas ó: agora vai! Até semana passada 2016 veio muito louco e não sobrou tempo pra nada, mas parece (PARECE!) que agora as coisas se ajeitaram. UFA!

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04/01/2016 – Você sentiu que eu virei a Sra. Delumbrada com a neve, né? Pois é. E daí que a gente acordou no nosso último dia em Salzburgo e estava nevando. Tudo coberto de neve, as casas com os telhados brancos.. e a gente só tinha tempo para ir até a estação de trem para voltar para a Suíça. Sacanagem, São Pedro! Pelo menos no caminho fomos nos divertindo um pouco, que coisa mais linda é ver a neve cair do céu! | 05/01/2016 – Outra coisa que eu tinha muita vontade de fazer: conhecer a Ikea. Passamos umas boas horas por lá, encontramos várias coisas legais pra caramba e quase choramos com o preço de tudo. Muita coisa, mesmo convertendo para 4x mais, tinha um preço ridículo de bom. Acabamos trazendo algumas luminárias, almofada e faqueiro pra casa. Também aproveitamos para comer por lá, a gente tinha que experimentar as tradicionais köttbullar (bolinhas de carne) da loja, né? Gostosas, mas nada demais. :p

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07/01/2016 – Nossa última noite de férias, fomos todos jantar em um restaurante tradicional da cidade da minha irmã. <3 | 09/01/2016 – Cheguei em casa e tinha presente me esperando! A Ju, uma amiga muito querida, é dona da Castello e me mandou alguns produtos da loja: o tênis da Lilly’s Closet virou um dos meus favoritos, tenho usado muito! É lindo no pé e super confortável. O relógio e a necessaire são uma graça, nunca tinha tido um relógio que dá várias voltas no braço e adorei.

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09/01/2016 – Rebequíssima completou seu primeiro aninho e lá fomos nós comemorar. A noite foi uma delícia, cheia de familiares da Ju e as crianças tocando o terror. :D | 16/01/2016 – Dia de ver parte dos amigos pela primeira vez no ano. Comemos pizza em casa, ficamos conversando um tempão.. e a turma toda acordou cedinho no dia seguinte pra ir correr. Coisa boa!

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18/01/2016 – Saímos para resolver algumas coisas em SP e demorou, então deu o horário do Henrique ir tomar café com um amigo dele. Como fiquei com preguiça de voltar de trem para Santo André, aproveitei para ir ao cinema sozinha. Gente, sério! Quem tem medo/vergonha/preguiça de fazer isso tem que parar com a frescura AGORA. Cinema totalmente sozinho é uma delícia. | 19/01/2016 – O motivo por termos demorado para resolver tudo no dia anterior tem nome: outlet. Haha. Encontramos um outlet no meio do caminho que estava com uma promoção ótima, todos os produtos custavam R$50. Comprei algumas calças Levis e esses dois tênis. No dia seguinte chegou também uma sapatilha preta que comprei para repor a antiga, que estava em estado de miséria. Não sou muito gastadeira, mas fiquei muito feliz com essas compras. tudo num preço ótimo e estão sendo super usados.

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25/01/2016 – Estava na maior correria, mas me dei o direito de ir direto pra piscina quando cheguei da academia. Estava um sol delicioso, a piscina estava tranquila.. fiquei lá lendo e torrando os palmitos um pouco. | 27/01/2016 – A Pequena Buda pediu pro Henrique ensiná-la a tocar guitarra, então ela passou a tarde lá em casa. ˜Aprendeu” a tocar (entenda-se ficou assim sentadinha no sofá batendo de levinho nas cordas por uns 5 minutos), assistiu filme, comeu pipoca e brincou um monte com a gente. <3

52 objetos: #41

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O quê: Medalha da W21k
Por quê: Foi minha maior distância, a primeira corrida para a qual me preparei por meses
Onde está: No porta-medalhas atrás do meu computador
De onde veio: Da tenda logo depois da chegada da W21k :p

Tinha que ter alguma medalha de corrida nessa caixa. Primeiro porque se tornou um passatempo muito gostoso nos últimos anos, algo que realmente mudou muita coisa na minha vida. Segundo porque são pequenas conquistas para quem sempre foi a menina que fugia das aulas de educação física na escola.

Escolhi logo a medalha da minha primeira (e única, até agora) meia maratona porque ela foi a mais suada de todas. Pra conseguir terminar a prova tive que me dedicar como nunca aos treinos, mudar a alimentação, organizar meu dia-a-dia em torno dos treinos que tinha que completar… foi um processo de pouco mais de 3 meses com muita vontade de terminar bem os 21 quilômetros. Por tudo isso ela tem um gostinho especial, um lugar de destaque na minha coleção aqui na parede. <3

O que é o projeto 52 objetos?
Em muitos anos no futuro alguém encontra uma caixa cheia de coisas que você possuiu e tenta descobrir que tipo de pessoa você era. Talvez essa caixa tenha fotografias, livros, documentos pessoais, roupas, talheres, bilhetes de shows ou até um pacote de chiclete. O que esses objetos diriam sobre você? Eles mostrariam um retrato fiel da sua vida? Qual história eles diriam?

A ideia original veio daqui e essa tradução da explicação é da Ana Paula. Você pode ver todos os outros objetos que escolhi aqui.

52 objetos: #40

Achou que eu tinha abandonado o projeto? Nã-nã-ni-nã-não, colega! Só estou mega hiper atrasada, mas cá estou eu para terminar as últimas semanas dele. Ha! Mas uma coisa tenho que confessar: ainda não decidi os últimos objetos, tá difícil pra caramba de escolher. Parece que tudo o que penso é repetição de algum objeto que já escolhi, sabe? Tá osso!

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O quê: Papéis de carta
Por quê: AMO uma cartinha
Onde está: Dentro de um caderno, no meu armário do escritório
De onde veio: De vários lugares, nunca resisto quando encontro algum bonito e barato. Também ganhei alguns.

Quando eu tinha uns 8 anos coloquei um anúncio no caderno infantil de um jornal aqui do Grande ABC pedindo para conhecer amigos por cartas. Começo dos anos 90, né? Não rolava tanta neurose das pessoas saberem o nosso endereço, ninguém tinha e-mail ainda… esse foi o jeito que encontrei para conhecer pessoas diferentes e escrever, coisa que sempre gostei.

Eu tinha vários amigos por correspondência (se fosse moderna, chamaria de penpals, mas né? Naquele tempo eu nem sabia que esse termo existia! Hahha), com alguns me correspondi por anos, até a adolescência. Aos 12 anos, quando comecei a ter internet em casa, fiz amigos pelo bate-papo do ZAZ (ô saudade!) e trocava cartas com eles. Com minhas melhores amigas na escola também trocava cartas: a gente se via todo dia, o dia inteiro e, ainda assim, escrevíamos as cartas e mandávamos pelos correios. Depois, no colégio, trocava cartas com a irmã de uma colega de sala, sempre com embalagens e temas mega elaborados (elas iam em caixas bordadas, balões de ar, etc, uma loucura). Tenho todas essas cartas guardadas em caixas e, com certeza, guardarei todas pelo resto da vida.

Depois de adulta troquei cartas com algumas amigas, filhos de amigas.. mas em todos os casos eu fui a última a não escrever, que vergonha. Tenho que retomar o hábito. Sempre penso nisso, tanto que tenho um pequeno estoque de papéis de carta só esperando para ser usado.

Adoro escrever cartas e adoro receber uma. Antes que alguém aqui fale “ahhh, muito melhor e mais fácil escrever um e-mail”, já vou avisando: NÃO! Cartas são verdadeiras demonstrações de carinho. Saber que a pessoa parou, pegou a caneta, escolheu um papel legal e dedicou um tempo a pensar e falar exclusivamente com você é sensacional.

O que é o projeto 52 objetos?
Em muitos anos no futuro alguém encontra uma caixa cheia de coisas que você possuiu e tenta descobrir que tipo de pessoa você era. Talvez essa caixa tenha fotografias, livros, documentos pessoais, roupas, talheres, bilhetes de shows ou até um pacote de chiclete. O que esses objetos diriam sobre você? Eles mostrariam um retrato fiel da sua vida? Qual história eles diriam?

A ideia original veio daqui e essa tradução da explicação é da Ana Paula. Você pode ver todos os outros objetos que escolhi aqui.