viagens

Impressões sobre a Europa

Está quase fazendo um ano desde o meu embarque para a Europa e tenho pensado nisso todos os dias há algum tempo. Saudade de viajar, saudade da Europa, saudade de passear e conhecer coisas novas. Enquanto não programo a próxima viagem, resolvi listar alguma impressões que tive quando estive por lá. :)

GERAL

europa-geral

O Brasil é muito popular. Como fui em época de Copa do Mundo e por ela ser aqui, tinha bandeira, camiseta, uniforme, hino e referência ao país em todas as cidades que visitei. Cheguei a encontrar um Fuleco gigante dentro de um shopping em Berna. Vi linhas de camisetas com estampas inspiradas no Brasil em várias lojas, vendedoras vestidas com o uniforme da seleção, chamando os clientes na porta da loja… achei muito engraçado.

– A galera por lá curte um cigarro. Incomoda muito, ainda mais pra gente que perdeu o costume de sentir tanto cheiro disso depois da lei antifumo.

– Tem MUITO brasileiro espalhado pelo velho continente. Andando de trem a gente sempre via algumas bandeiras do Brasil penduradas nas janelas das casas, ouvíamos português brasileiro praticamente todo dia… em Paris então, parecia que a gente tava andando por São Paulo, de tanto português que ouvíamos.

– É bem comum você cruzar com gente “azeda” pela rua, no metrô, em lojas… não sei o que rola, mas acho que a galera realmente fica um bom tempo sem tomar banho por lá.

– Dá pra morrer de vergonha com algumas trapalhadas feitas por turistas brasileiros. Enquanto visitava a Heineken Experience vi dois caras fazendo a maior zona, falando alto, sendo sem educação para tirar fotos… adivinha que idioma eles falavam entre eles? Pois é. :/

– A grande maioria dos europeus fala, pelo menos, inglês fluentemente. E na maioria dos casos, com um sotaque britânico LINDO e perfeito. Isso em qualquer lugar, nos museus, no metrô, no mercado… se te ouvem falando alguma língua diferente, eles já começam a falar com você em inglês automaticamente, numa boa. Isso só não aconteceu muito em Paris, lá eles tentavam forçar ao máximo a gente falar qualquer coisa em francês e só depois que viam que não tinha jeito trocavam para o inglês, com a maior cara de saco do mundo.

– No verão não importa muito em qual país vocês esteja, com certeza vai encontrar os parques cheios de gente fazendo piquenique, churrasco, praticando algum esporte… como por lá o inverno é bem severo, no verão todo mundo aproveita ao máximo o clima mais quente e o pôr-do-sol tardio (só lá pelas 22h).

LISBOA

impressoes-portugal

O sotaque português é lindo, gostoso de ouvir e pode ser um pouco confuso às vezes. Tinha hora em que falavam muito rápido comigo e eu não conseguia entender quase nada. Mas aconteceu pouco, na maioria das vezes falavam mais devagar.

Eles consomem muito nossa cultura. Ouvi muita música brasileira pelas ruas, vi funkeiros do Rio em programas da tarde e, já que estava por lá enquanto rolava o Rock in Rio, assisti show do Capital Inicial pela TV. Me disseram que eles também se acostumam com nosso sotaque porque nossas novelas passam lá, com o áudio original. Bizarro isso, né? O país que colonizou se mirar tanto no que é produzido aqui.

PARIS

paris-impressoesb

A francesada fuma MUITO. Eu sei que já falei que na Europa, em geral, eles fumam bastante, mas nada se compara à neura francesa com o cigarro. Eu que sou alérgica, sofri um pouco para me acostumar. É fumaça na sua cara, gente fedendo cigarro, olho ardendo.. bem nojento. E o que mais me deu dó: tem muito adolescente fumando. Sinal de que eles precisavam começar campanhas mais efetivas contra o fumo, né?

– A rixa entre França e Inglaterra fode com a vida do turista: em praticamente todos os pontos turísticos (e incluo aqui Versailles e parte do Louvre) as placas explicativas só estão em francês. É um te vira nêgo enorme e, pra gente que não fala nada da língua, um balde de água fria. Alguns têm folhetos explicativos em várias línguas, mas tem coisa que não está neles e você fica sem entender. Confesso que chegou uma hora em que eu nem olhava as explicações. Um saco.

O atendimento ao cliente é realmente uma droga. Posso contar nos dedos em quantos lugares fui realmente bem atendida enquanto estava na cidade. Não sei se foi por eu só falar em inglês, se estavam de saco cheio de turista… só sei que odiei o atendimento.

– Se falei que é comum cruzar com gente “azeda” pela Europa, em Paris isso é potencializado. Você vê aquele povo estiloso, super chique… aí eles passam por você e BOOOOOOOOHHHH! CECÊ NA SUA CARA!! É bem tenso. E tenho que dizer que, na maioria das vezes que sentia esse cheio em outros países, a pessoa estava falando francês com alguém. Haha. Parece implicância, mas não é. Juro.

– Os franceses são realmente muito estilosos, mas o que me deixou boba mesmo foram os homens. A grande maioria tem aquele estilo chique/moderno que parece ter saído direto de uma revista, sabe? Eles sabem se vestir MUITO bem.

SUÍÇA

impressoes-suica
Domingo de verão à beira do Reno.

– Toda cidade tem várias e várias fontes de água espalhadas pela cidade. Você pode tomar a água tranquilamente, é própria para o consumo. Mesmo no verão ela já vem naturalmente gelada, é uma delícia. Também não se assuste se você der de cara com alguém tirando a roupa e entrando nas fontes maiores, viu? Pra eles é bem normal isso.

Uma cidade super populosa na Suíça não chega nem aos pés de uma cidade tranquila daqui. Exemplo: Berna, a capital do país, é muito mais sossegada de carros e pessoas nas ruas do que Santo André. E isso que Berna foi uma das cidades mais movimentadas que visitamos pelo país.

– Suíços atendem muito bem. Em todas as lojas e restaurantes onde entramos os funcionários falavam inglês perfeito (PER-FEI-TO), eram atenciosos, geralmente até perguntavam de onde a gente era. Os atendentes dos trens também eram simpáticos, em dia de jogo do Brasil alguns até perguntavam pra gente qual era nosso palpite para o placar. Hehehe.

Moda não é o forte deles. Em todo o tempo que passamos por lá vi muita gente com combinações bem duvidosas, gente se vestindo bem normal e quase nenhuma pessoa que eu falasse “nossa, que fashionista”. Acho que isso não é uma coisa muito importante para eles, pelo menos não tanto o lance de se vestir para passar um pouco da sua personalidade. Aqui é comum a gente ver grupos de adolescentes vestidos de algum jeito bem característico, né? Emo, punk, etc… por lá todos os adolescentes que vi estavam de jeans e camiseta. A maioria de marcas famosas, mas tudo bem simples.

As pessoas não respeitam fila e, para eles, isso é super ok. Cansei de ser meio que empurrada por alguém que estava atrás de mim, querendo passar na minha frente. E isso é em qualquer lugar, em qualquer idade. E eles também não dão preferência para grávidas e idosos em filas. Falou em fila, acabou a educação na Suíça. Haha.

BERLIM

Alemão torcendo pelo Brasil na Copa, durante um jogo que assistimos na Fifa Fan Fest ao pé do Portão de Brandenburgo.
Alemão torcendo pelo Brasil na Copa, durante um jogo que assistimos na Fifa Fan Fest ao pé do Portão de Brandemburgo.

– Andar por Berlim sem pensar em toda a história que cada canto da cidade tem é impossível. Eu e o Henrique ficávamos pirando olhando para as pessoas mais velhas na rua e no metrô, pensando se eles tinham passado pela Segunda Guerra ou como era a vida deles na época do muro.

– Ao mesmo tempo que Berlim tem toda essa carga histórica, também é uma cidade jovem. A cidade tem uma vibração muito louca, uma coisa meio “qualquer coisa pode acontecer a qualquer momento”, sabe? Não sei definir bem, mas lá foi onde mais senti que cada um pode ser do jeito que quiser, que tudo bem.

– Os alemães são gentis, mas não são do tipo que puxam conversa. Eles te ajudam, dão informação, se esforçam para falar inglês e tudo, mas não vão puxar conversa com você do nada.

Todo mundo realmente paga para entrar nos metrôs e valida os tickets. E lá foi onde mais vi o cara da empresa de metrô checando os tickets. Foram umas 4 ou 5 viagens, em horários distintos, em que vimos isso.

– Berlim tem bem aquele visual cinza/industrial que a gente imagina quando vê fotos de lá. O caminho de trem do aeroporto até a cidade passa por paisagens cheias de construções, fábricas, casinhas marrons e cinza. O visual era muito o que eu sempre tive em mente quando pensava na cidade.

AMSTERDAM

impressoes-amsterdam

– Cheguei na cidade no dia de jogo da Holanda na Copa e olha: foi a cidade mais parecida com uma cidade brasileira em dia de jogo que vi durante toda a viagem. A cidade estava toda laranja, tinha MUITA gente na rua… tentamos ir à Heineken Experience enquanto o jogo rolava e, mesmo não estando oficialmente fechada, pediram pra gente voltar outro dia porque estava vazio e não ia ser legal pra gente (aahhh tá! hahah). A gente foi então para a Museumplein assistir ao jogo e não conseguimos entrar, estava tão lotada que fecharam os portões. Tinha gente em tudo quanto é bar, a comemoração do gol foi uma super festa… foi uma experiência bem legal.

– A cidade é linda, mas chega uma hora que você entra no pique de “já vi um canal, vi todos”. Mesmo assim, continua andando pela cidade querendo ver mais. Hahaha.

O cheiro de maconha é onipresente. Não sei se foi porque perto de onde ficamos tinha um monte de coffee shop, mas era o tempo todo sentindo cheiro de natureza enquanto andávamos na rua.

Os holandeses são muito expansivos. Sabe aquela coisa de ter gente realmente conversando e sorrindo nas ruas? Foi onde mais vi isso.

– Se você ficar parado 5 minutos olhando um canal no verão, certamente vai ver um grupo local passeando de barco, conversando, bebendo e aproveitando o solzinho. No meio da semana, no meio do horário de expediente. Muito legal.

– Quem realmente curte a vibe putaria&fumaça são os turistas. Os locais sentam nos coffee shops, fumando um e ficam lá, de boas. Os turistas que fumam, saem gargalhando e dando vergonha alheia pros outros, tipo zueira adolescente, sabe?

Já falei muito sobre grande parte da viagem e vocês ainda tem que me aguentar falando sobre a Suíça, mas eu tinha que falar dessas impressões. Alguém que também foi para lá teve as mesmas impressões que eu? Teve alguma outra coisa que te impressionou? Me fala! Tô com saudade de bater papo sobre viagens. :)

Clica aí, colega! #18

links-semana18a

– Eu não podia deixar de linkar aqui esse ótimo post da Ju Romano. É sobre a capa LIIIINDA da Elle Brasil com ela quase pelada e sem Photoshop, é sobre a gente se aceitar e se amar como é, é só a gente parar com essa paranóia idiota com o corpo. É pra aplaudir de pé. ;)
– Já reparou que depois de certa idade as atrizes passam a fazer papéis de mulheres “não comíveis”? Vem cá assistir esse vídeo no Papel Pop e parar para pensar no assunto.
– Vi no Hypeness a história da menina que criou uma calcinha que dispensa o uso de absorventes higiênicos durante o período menstrual. Se fiquei mais do que curiosa para testar isso algum dia? Claro que sim!
– Eu vivo falando que tenho muita vontade de fazer algum curso de atualização ortográfica. É tanta regra nova, tanta regra antiga que não lembro… quero estudar um pouco para melhorar minha escrita. E aí caí nesse infográfico do Viver de Blog com 80 erros gramaticais que muita gente comete e achei sensacional.
– Não sei vocês, mas quase todo dia eu dou uma choradinha na frente do computador ao ver alguma história de bichinhos. A de outro dia foi esse vídeo que a Simone postou, com a ação realizada por uma ONG do interior de SP. Uma graça!

links-semana18b– Chorei de rir com essa lista dos atores que poderiam ser do elenco de uma versão nacional de Game of Thrones. Ficou sensacional!
– Não conhecia esse projeto que o Paulo mostrou e achei bem legal: a ilustradora Simona Bonafini fez imagens do que os personagens Disney postariam no Instagram caso tivessem um. Ficou bem legal.
– Adoro uma livraria e fiquei querendo sair agora mesmo pra conhecer essas 9 lindezas que o pessoal do Follow the Colours mostrou.
– A Fernanda deu dica de 10 coisas para se fazer em Santos e São Vicente. Achei bem legal porque não conheço muita coisa em Santos e nunca pisei em São Vicente.
– No E aí Beleza tem uma lista de 5 cidades que merecem a visita na Suíça e ó: andei muito por duas delas, já passei rapidinho em outras duas e Genebra está na lista de lugares que volto para conhecer. Então sugiro que você leia esse post caso esteja indo para lá. Ah! E pode esperar porque agora só falta eu montar os posts da minha viagem sobre o tempo em que passei nesse país lindo. <3

E olha que legal: a Jade indicou meu post de Dead like me lá no blog dela. Morri de orgulho. :)

Swiss Pass: um truque que vale a pena usar

Quando a gente pensa em Europa, pensa em viajar de trem. Essa era uma das nossas grandes vontades nessa viagem. Viajei de Paris para a Suíça e da Suíça para Paris de trem usando tickets ponto a ponto, o que é bem fácil de fazer. Você escolhe o trecho, a data e o horário e pronto, feito.

Como íamos ficar 20 dias hospedados na minha irmã e a distância entre as cidades não é muito grande, nos programamos para fazer várias viagens bate-e-volta enquanto estivéssemos lá. Começamos pensando em comprar passes diários para os dias e destinos pré definidos mas quando somamos o total, minha irmã deu a dica de comprarmos um Swiss Pass por alguns euros a mais. Com ele poderíamos usar todo tipo de transporte público do país à vontade, teríamos entrada grátis em mais de 400 museus e desconto em alguns outros passeios (como nos trens panorâmicos). Vantajoso, né?

Como a gente nunca tinha viajado assim, fui pesquisar. Encontrei esse post da Paula explicando super bem como funciona esse tipo de passe na Europa e achei bem tranquilo.

15 dias depois de andar pra cima e pra baixo dentro da pochete ele ficou assim, bem surrado. :X
15 dias depois de andar pra cima e pra baixo dentro da pochete ele ficou assim, bem surrado. :X

Escolhemos o passe (15 dias corridos) e pesquisamos preços. Comprando diretamente do site da SBB sairia mais barato em euros, mas a gente teria que pagar IOF da compra no cartão de crédito e torcer para a cotação do dia em que a fatura fosse fechada estivesse num preço justo. Fiz as contas e vi que se comprasse em alguma agência de viagens aqui no Brasil eu me livraria do IOF, já que eles cobravam o preço final em reais. Assim conseguiria economizar alguns reais, mesmo que o preço que me passavam aqui estivesse um pouco mais caro em euros. Isso no ano passado, quando o dólar (que é a moeda para a qual o cartão converte as compras em Euro) estava mais amigo do que atualmente, hein?

Encontrei três lugares vendendo: a TAM Viagens, a CI Intercâmbio e a STB. Liguei, cotei nas três e vi que a STB tinha taxas um pouquinho mais caras do que as outras duas. Sendo assim, resolvi fechar com a TAM Viagens porque tem loja deles aqui pertinho de casa e seria mais prático. O atendimento foi ótimo, mas eu tinha algumas dúvidas (a data de validade do ticket deveria vir impressa como eu tinha visto em algumas imagens do Google? Comprando aqui eu teria direito à entrada grátis nos museus?) e eles não souberam me responder. Acredito que tenha sido pela falta de prática em vender esse tipo de produto, já que a atendente me disse que nunca tinha vendido um. Fiquei insegura com o serviço e desisti de comprar com eles.

No dia seguinte fui à CI Intercâmbio. A atendente também não respondeu minhas dúvidas com muita firmeza, mas depois que eu a ajudei a procurar no sistema, tudo resolvido. Chegou a hora de pagar e eles aceitam pagamento em cartão de crédito, mas não tem a máquina! Teríamos que deixar uma cópia do nosso cartão por lá e não gostamos disso. E assim eliminamos a CI também.

Já que estávamos perto da STB, resolvemos ir até lá. Atendimento ótimo, dúvidas prontamente respondidas, pagamento por boleto… fechamos na hora. Com as taxas extras cobradas por eles saiu um pouquinho mais caro, mas valeu a pena. Pagamos em real, tivemos apoio por aqui para tirar dúvidas, recebemos tudo direitinho e ainda economizamos. Os passem vieram grampeados juntos e com um mapa de toda a malha ferroviária suíça + a lista das atrações em que tínhamos entrada grátis ou com desconto. Foi só preencher com o número dos nossos passaportes e esperar chegar na Suíça.

Compramos a opção de Super Saver, em que você e mais uma pessoa paga mais barato por ele, mas tem que andar obrigatoriamente juntas sempre que utilizarem o transporte público. Como estávamos eu e o Henrique e iríamos viajar o tempo todo juntos, valeu a pena. Economizamos um pouquinho nisso. Foi por isso que os passem vieram juntos.

swisspass

Ao chegar na Suíça fomos ao balcão de informações da estação de trem e um funcionário preencheu a data inicial e calculou até que dia o passe valeria. Também carimbou e pronto, passe válido. Já pudemos naquela hora mesmo começar a pegar trem numa boa.

O Swiss Pass acabou sendo uma escolha PERFEITA. Não tivemos que pagar a entrada em praticamente nenhum castelo, museu ou atração a que fomos durante os dias pela Suíça. Andamos de barco, tram e trem pra cima e pra baixo. Só teve um dia em que saí sem o Henrique e comprei o passe de tram normal e pronto, sem problemas.

Em toda viagem de trem um funcionário passa para checar os tickets. Você apresenta à ele seu passaporte e o Swiss Pass (por isso ele ficou tão surrado depois da viagem, era muito manuseado). Nas vezes em que estávamos sentados separados no trem, apontávamos para o outro e falávamos que aquela era a pessoa que estava com o nome no nosso passe (ou com o passe). Simples, rápido e sem dor de cabeça. Para entrar em barcos e nas atrações fazíamos o mesmo procedimento. No tram nunca chegaram a pedir, mas seria assim também.

Como fomos no verão, a restrição de não poder utilizar o passe para subir até o topo de algumas montanhas não foi problema, isso não estava em nossos planos mesmo. Uma coisa que é bom ficar ligado é sempre checar se a rota que você quer fazer de trem não passa pela Alemanha, França ou Itália. Como o passe é suíço, ele não vale para esses países e mesmo se o seu trem só passar em uma estação em algum outro país você pode ter problemas. Vale fazer baldeação para evitar isso, já que a maioria dos destinos tem rotas diversas para chegar lá. ;)

Eu indico muito o Swiss Pass para todo mundo, sério. Foi uma tranquilidade tão grande saber que não precisávamos nos preocupar em comprar passes, pagar a entrada das atrações e poder escolher se voltaríamos de trem ou se gastaríamos mais tempo andando de barco por paisagens lindas. Além disso, a economia com a entrada em atrações foi ENORME. Com certeza comprarei o passe novamente na próxima viagem de vários dias por lá.