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52 objetos: #37

52objetos-37

O quê: Imãs do primeiro aniversário das sobrinhas
Por quê: Tem que ter alguma coisa delas nessa caixa, pô!
Onde está: Na lateral da minha geladeira, na cozinha
De onde veio: Da festinha de aniversário de um ano de cada uma delas

Tava aqui pensando o que poderia colocar na caixa, para ter um pouco de cada uma das minhas sobrinhas nela. E aí lembrei que a única coisa que tenho de todas é o imã de geladeira que foi lembrancinha quando cada uma delas fez um aninho. :)

Virou meio que uma tradição de família, sabe? Em todo aniversário das minhas sobrinhas rola imã de geladeira pra família toda. Deixo todos na lateral da minha geladeira, em ordem de nascimento: primeiro todos os da Bia, depois os da Becca, depois os da Mari e, por último o da Estelinha.

Já falei mil vezes aqui no blog o quanto sempre quis ter um sobrinho. Fiquei tãããooo feliz quando a Bia nasceu e no nascimento das outras três a felicidade só aumentou. Elas são lindas, carinhosas, brincalhonas… cada uma tem seu jeitinho próprio e me divirto muito com elas. Adoro quando elas me surpreendem falando coisas que eu nem sabia que uma criança tão pequena podia pensar ou começando a andar e mostrar um pouco mais da personalidade que tem. Essas quatro meninas são meus amores, não imagino mais a vida sem elas. <3

O que é o projeto 52 objetos?
Em muitos anos no futuro alguém encontra uma caixa cheia de coisas que você possuiu e tenta descobrir que tipo de pessoa você era. Talvez essa caixa tenha fotografias, livros, documentos pessoais, roupas, talheres, bilhetes de shows ou até um pacote de chiclete. O que esses objetos diriam sobre você? Eles mostrariam um retrato fiel da sua vida? Qual história eles diriam?

A ideia original veio daqui e essa tradução da explicação é da Ana Paula. Você pode ver todos os outros objetos que escolhi aqui.

Os 5 últimos assistidos no Netflix #5

Cavaleiros do Zodíaco – A lenda do Santuário (Saint Seiya: Legend of Sanctuary)


Diretor: Kei’ichi Sato
Ano de lançamento: 2014
Duração: 1h32
O que achei: ★★★☆☆ 

Eu DUVIDO que qualquer pessoa que tenha sido pré-adolescente no começo dos anos 90 tenha passado imune à febra dos Cavaleiros do Zodíaco. DU-VI-DO.
Tanto eu quanto o Henrique adorávamos o desenho quando éramos novos e vira e mexe a gente assiste de novo alguns episódios. Outro dia estávamos procurando o que assistir no Netflix e o Henrique achou esse longa, não pensamos duas vezes na hora de dar o play. :D
O roteiro do filme é bem parecido com a saga tradicional de Cavaleiros do Zodíaco, com eles protegendo Atena e tendo que lutar contra os cavaleiros de ouro das 12 Casas.
O desenho é todo feito em computação gráfica, então é visualmente diferente da série original. Não é melhor, nem pior, só diferente. Achei que mantiveram as características dos personagens bem parecidas com o original, só deram uma modernizada.
Foi bem divertido ver Seiya, Shiryu, Hyoga, Shun e Ikki lutando mais uma vez contra os cavaleiros dos signos. Recomendo para quem gostava do desenho antigo.

O enigma da pirâmide (Young Sherlock Holmes)


Diretor: Barry Levinson
Ano de lançamento: 1985
Duração: 1h48
O que achei: ★★★☆☆ 

A gente tava órfão de Shelock desde que acabamos todos os episódios da série, procuramos pelo personagem e achamos esse filme. Mega antigo, com o detetive ainda adolescente e com uma pegada bem filme de Sessão da tarde, sabe?
O Henrique já tinha ouvido falar no filme por ele ter sido o primeiro a ter um personagem digital andando. Isso, para 1985, era um feito e tanto!
Sherlock e Watson se conhecem quando Watson é transferido para o mesmo colégio interno que Sherlock. Eles logo ficam amigos e Watson passa a ajudar Sherlock a desvendar pequenos mistérios no colégio.
Claro que o filme teria que ter um crime maior e Sherlock passa a investigar uma série de mortes misteriosas. Com isso eles se enfiam em altas confusões (não disse que tinha jeitão de filme de Sessão da tarde?).
Gostei do filme, é bem divertido. Foi legal pensar em como Sherlock era quando adolescente, achei que eles criaram uma ótima versão jovem do personagem.

Arquivo X – Eu quero acreditar (The X-Files: I Want to Believe)


Diretor: Chris Carter
Ano de lançamento: 2008
Duração: 1h44
O que achei: ★★★★☆ 

Já que anunciaram que logo logo rola episódio novo de Arquivo-X, a gente quis matar um pouco a saudade do Mulder e da Scully.
Uma agente do FBI desaparecida, um padre que tem visões e um Fox Mulder que vive isolado em casa, sem trabalhar, só pesquisando. Junta tudo isso com uma Dana Scully que trabalha como médica em um hospital e continua tão cética quanto sempre foi e pronto: a gente relembra o quão legal era a série!
Gostei do filme, tem tensão, coisas inexplicáveis e algumas reviravoltas, tudo o que sempre gostei na série.
Já ouvi fãs da série reclamando desse filme, falando que era só um caça-níquel, mas discordo.

Profissão de risco (Blow)


Diretor: Ted Demme
Ano de lançamento: 2001
Duração: 2h03
O que achei: ★★★★☆ 

Assim como adoro livros biográficos e de histórias reais, também adoro filmes assim. Profissão de risco conta a história de George Jung (Johnny Depp), um traficante de cocaína na Califórnia dos anos 70. Ele fazia parte da conexão EUA-Colômbia, tão forte naquela época por causa do Cartel de Medelin.
Por 20 anos George foi um dos traficantes de maior sucesso dos Estados Unidos, fez fortuna, foi preso, tentou ter uma vida “direita”… e acabou sendo preso novamente, cumprindo uma pena longa e saiu da cadeia no ano passado.
Adoro o Johnny Depp e achei que ele está ótimo no filme. A história é cheia de emoções, como toda história de crime, né? Gostei bastante.

Narcos


Diretor: José Padilha
Ano de lançamento: 2015
Episódios: 10
O que achei: ★★★★☆ 

Alguém ainda não ouviu falar de Narcos? :p
Aqui em casa estávamos bem curiosos para saber como seria essa série do Padilha, então começamos a assistir logo no dia de estréia e, em 3 dias, já tínhamos assistido todos os episódios.
Pablo Escobar (Wagner Moura) foi o maior traficante colombiano do século passado, criador do Cartel de Medelin e responsável pela invasão da cocaína nos EUA. O cara era tão grande que, em certa altura dos anos 80, 80% da cocaína traficada na terra do Tio Sam era produto dele.
A série mostra a trajetória de Pablo desde quando ele começa a se envolver com o tráfico de cocaína e olha, é um absurdo atrás do outro. Eu ia assistindo e pesquisando no Google se era tudo verdade, porque o cara fez coisas que só podiam ser invenção de filme. E não eram.
Financiamento de guerrilheiros, candidatura ao senado, explosão de avisão, explosões pelo país, construção de prisão… Pablo fez de tudo. Uma loucura.
Muito se falou do sotaque do Wagner Moura, mas não percebi nada demais. No máximo, achei que ele falava um pouco mais devagar do que os atores que tem como primeira língua o espanhol.
Estou curiosa pela segunda temporada já que, lendo um pouco sobre a história de Pablo, percebi que a história dele já está quase no fim. Será que vão focar em algum próximo chefão do tráfico depois disso?

Sintra – Quinta da Regaleira e o centro da cidade

Sintra é a fofura em forma de cidade. Antiga, com história, com prédios e casas lindas… eu e o Henrique voltamos falando que ela é a Embu das Artes dos lisboetas. Cheia de artistas vendendo suas obras nas ruas (pelo menos aos sábado, quando fomos), artesanato, lojinhas e restaurantes. Na cidade, as atrações mais concorridas são o Castelo dos Mouros e o Convento dos Capuchos, mas nós deixamos os dois de lado porque eu estava fascinada pela Quinta da Regaleira e queria passar o dia por lá.

Enquanto estava pesquisando para montar o roteiro, a Mari já tinha me dito que Sintra era uma das coisas que eu não podia deixar de conhecer. E aí dei de cara com uma daquelas listagem de “Lugares enigmáticos que você tem que conhecer antes de morrer” (era algo assim, não guardei o link.) e a Quinta tava lá. E aí me apaixonei e enfiei na cabeça que conhecê-la era minha prioridade em Portugal.

Saímos de Lisboa e fomos de trem à Sintra. É bem fácil, o trem é tranquilo e rápido. Em coisa de 30 ou 40 minutos estávamos lá. Da estação de trem, subimos à pé até a Quinta da Regaleira, conhecendo um pouco a cidade. O caminho é um pouco íngreme, mas nada demais. Tem também um ônibus que sai do centro da cidade, mas eu gosto de andar e não achei que valesse a pena.

O Palácio da Regaleira.
O Palácio da Regaleira.

Você deve estar se perguntando o que que o lugar tem, pra eu ter cismado tanto com ele. Pois bem, a Quinta da Regaleira é uma propriedade super grande, que tem como prédio principal o Palácio da Regaleira. Há também jardins (LINDOS!), lagos, grutas e algumas construções super enigmáticas.

No começo de sua história, o local era um simples palácio, com jardins lindos, onde os abastados da região se encontravam. Mais tarde foi vendida para um brasileiro rico, Carvalho Monteiro, que resolveu que a propriedade teria construções que o lembrassem de suas ideologias e interesses. E aí o lugar começou a ficar realmente interessante.

Há o Patamar dos Deuses, onde estão estátuas de 9 deuses gregos, porque a mitologia grega inspirou Carvalho Monteiro a pensar nos jardins da propriedade. Na Torre da Regaleira, você deveria ter a sensação de se encontrar no eixo do mundo.

O Poço Iniciático é a construção mais famosa da propriedade, já que se acredita que lá eram realizados rituais de iniciação maçônica. Dizem até que foi lá que Fernando Pessoa foi iniciado. Com nove patamares, o poço teria sido inspirado na Divina Comédia de Dante, invocando os círculos do inferno, paraíso e purgatório. É muito interessante, super úmido e escuro lá dentro. Desci e subi suas escadas e olha: cansa. Mas é muito legal ficar lá tentando imaginar que tipo de rituais realizavam ali.

De todas as construções, minha favorita é o palácio. Aqueles tetos de madeira trabalhada, os animais feitos de pedra, a beleza das pinturas das paredes.. tudo isso me encantou.

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O que é a beleza desse teto? :O

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O Poço Iniciático visto do topo...
O Poço Iniciático visto do topo…
... e do fundo.
… e do fundo.

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Para mais informações: Site oficial e vídeo.

Sintra

A prefeitura da cidade.
A prefeitura da cidade.

Voltamos à pé para o centro da cidade e ficamos nos perdendo pelas ruazinhas dele. Tem bastante ladeira, casinhas lindas, lojinhas de souvenirs e a doceria mega famosa da cidade, a Periquita. Entramos para comer os famosos travesseiros de Sintra e sim, eles são uma delícia! Vale a pena cada caloria ingerida. :)

Entramos também no Posto de Turismo da cidade e lá foi onde encontrei os galos decorativos mais bonitos e modernos que vi em Portugal. Pena que fiquei com dó de pagar 15 euros em um, como era começo de viagem eu achei que era melhor guardar o dinheiro. Voltei para casa pensando nesse galo! Hahaha. Tudo bem, volto lá um dia e compro.

Almoçamos em um dos restaurantes mais simples que vimos e lembro que a comida estava boa, mas não me lembro nem o que comi. Só lembro da Sagres Radler que tomei e fiquei viciada. Também tirei poucas fotos da cidade porque a bateria da câmera acabou! Hahaha. Pelo menos essa foi a única vez durante toda a viagem que isso aconteceu enquanto estávamos passeando.

Pode entrar e pedir um travesseiro, sem medo!
Pode entrar e pedir um travesseiro, sem medo!

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Para mais informações: Piriquita e Câmara Municipal de Sintra.