Fevereiro 2015

Clica aí, colega! #14

O primeiro post de links do mês, na última sexta-feira do mês! Tô bem, hein? Hahaha. A verdade é que fevereiro foi um mês muito mais offline pra mim e minhas leituras se acumularam. Só na categoria de blogs pessoais no meu feed tenho quase mil posts pra ler! Aliás, já peço desculpa pra quem sempre visito e ando sumida: seus posts vão ser lidos ainda, por isso não ando comentando. Hahah. ;)

links-semana14a

– Ando doida para viajar de novo, pegar um avião pra longe e ir conhecer lugares novos. Por isso achei genial a ideia do Quanto Custa Viajar, onde você pode descobrir mais ou menos quanto gastaria visitando algumas cidades do mundo. Confesso que passei uma boa hora olhando vários lugares. Hahaha.
– Sou bem chata para guias de viagem e não gosto daqueles muito longos, pesados ou grandões. Aí vi a Gabi falando dos CITIx60 City Guides e adorei: pequeno, com dicas de locais e ilustrações lindas. Quero todos!
– Não tenho muita loucura para conhecer a Islândia, mas achei linda a tradição de iluminar os cemitérios na época de Natal. O post é da Taís e ela está fazendo uma série de posts sobre o país. Dicona para quem está pensando em visitar esse país gelado. :)
– Sabia que é proibido vender chiclete na Disney e que você pode dormir dentro do Castelo da Cinderela por uma noite? Aqui tem mais oito curiosidades sobre os parques da Disney.
– Tá, agora que você já está com tanta vontade quanto eu de arrumar a mala e subir no avião, vem cá saber quanto custam nossos órgãos no mercado negro. Concordo com a Helô, pagam muito pouco e não vale a pena. HAHAH. :p

links-semana14b

– A Ericka fez um texto bem bom sobre porque você deve descrever um blog e ser feliz por não ganhar dinheiro com ele. Ela falou muita coisa que penso, principalmente a parte sobre você escrever para você mesmo.
– Você se ama? Mas ama assim, como é ou amaria ainda mais se mudasse várias coisas que as outras pessoas acham que você deveria mudar? Pois é, então vem cá ler esse texto da Ariane no Indiretas do Bem.
– Sou apaixonada por coisas de casa em formato de abacaxi (ninguém tira de mim minha jarra da Dona Nenê) e amei essa luminária que o pessoal da Casa de Colorir fez.
– Se você não leu nenhum livro da Coleção Vagalume quando era criança, não foi uma criança feliz. Simples assim, desculpa aí. Hahaha. Finalmente estão filmando uma das histórias da série e começaram pelo livro que tinha a capa que eu mais gostava: O escaravelho do diabo! Pra matar a curiosidade, olha esse post no Que Delícia, Né Gente?.
– Ando com o Lindezas bem parado, então por que não divulgar festas bonitas por aqui, né? Alguém me mandou o link dessa festa com iluminação de led há muito tempo e não lembro que foi. Desculpa! Achei o efeito super lindo.

52 objetos: #8

52objetos-ferris

O quê: DVD Curtindo a Vida Adoidado
Por quê: É meu filme favorito
Onde está: No rack, na minha sala
De onde veio: O primeiro, em inglês e na caixinha de papel, ganhei da minha irmã e foi comprado no Canadá. O segundo comprei nas Lojas Americanas, alguns anos depois (só para ter a dublagem nacional, que eu cresci assistindo)

Já falei mil vezes que Curtindo a Vida Adoidado é meu filme favorito nessa vida. Sei diálogos de cor, passei tardes e tardes da minha infância assistindo ao dia de diversão do Ferris com a namorada e o Cameron. E por isso, em uma caixa que falasse sobre mim, eu não poderia deixar de colocar uma cópia do filme.

Lembro de, quando criança, imaginar que quando fosse adolescente iria namorar um cara tão legal quanto o Ferris (e ele usaria um colete de oncinha, É CLARO), iria matar aula para ter tardes de diversão pela cidade, iria ser tão popular e legal quanto ele… claro que não tive uma adolescência totalmente assim, mas me diverti muito e esse período da minha vida foi tão leve e gostoso quanto o que o Ferris vive no filme. Assistindo tanto ao filme acabei aprendendo com o personagem a não levar a vida tão a sério. Por que não parar e aproveitar um pouco a vida, antes de ter que se preocupar com as coisas grandes? Se você não fizer isso, pode ser que a vida passe e você a perca. ;p

O que é o projeto 52 objetos?
Em muitos anos no futuro alguém encontra uma caixa cheia de coisas que você possuiu e tenta descobrir que tipo de pessoa você era. Talvez essa caixa tenha fotografias, livros, documentos pessoais, roupas, talheres, bilhetes de shows ou até um pacote de chiclete. O que esses objetos diriam sobre você? Eles mostrariam um retrato fiel da sua vida? Qual história eles diriam?

A ideia original veio daqui e essa tradução da explicação é da Ana Paula. Você pode ver todos os outros objetos que escolhi aqui.

Andei lendo: Alta Sociedade | Sarah Mason

altasociedade

Clemmie Colshannon tinha o namorado perfeito e um emprego que adorava. Até que percebe que o namorado era na verdade um safado e perde o emprego por causa de uma armação dele. Deprimida, ela resolve fugir dos problemas embarcando em uma viagem pelo mundo, por dois anos.

Ao voltar, Clemmie retorna à casa dos pais na Cornualha, começa a trabalhar de garçonete em uma lanchonete local e leva a vida sem pensar no futuro, apenas aproveitando o tempo de volta ao lar. Holly, sua irmã mais nova, vem passar uns dias na casa dos pais e convence Clemmie a ir com ela para Bristol para procurar emprego e a ajudar em uma matéria investigativa.

Holly e Clemmie metem os pés pelas mãos e acabam se envolvendo em um caso de perseguição com um ex-presidiário meio amalucado que queria se vingar do advogado que o colocou na cadeia. Com isso são forçadas a proteger Emma, a moça a quem o maluco perseguia, e escondê-la na casa dos seus pais.

A casa da família Colshannon é formada por um pai bem divertido, uma mãe atriz meio amalucada, um irmão galã e outros irmãos que nem aparecem na trama, além de Clemmie e Holly. Eles também consideram Sam como um membro da família, já que ele foi praticamente criado como irmão dos filhos do casal depois que perdeu os pai.

O livro é divertido, Clemmie é realmente MUITO tapada em alguns momentos (como praticamente toda mocinha de chick-lit, né?) e no final tudo acaba bem. É um livro previsível, mas bem gostoso de ler. Adoro chick-lit exatamente por isso, sempre me divirto com algum aspecto da história e a leitura é super leve.

SPOILER: Uma coisa me irritou muito no livro: a relação de Clemmie e Sam. Desde o primeiro momento fica claro que os dois se gostam e isso é enrolado até o final do livro. Poxa, podiam ter resolvido antes, né? Ficava aquela coisa de “ai, agora eles ficam juntos” e nada.

Preço: R$39 no Submarino

Este livro me ajudou a cumprir os itens 9 e 34 do 2015 Reading Challenge.