Janeiro 2012

Andei lendo: Chantilly | Mare Soares

Olhando o nome e a capa do livro você imagina que ele é mais um chick-lit comum, certo? Errado.

O Chantily do livro vem da cidade francesa de Chantilly, onde um fato muito estranho ocorreu: todos os moradores da cidade começaram a perder a memória e morrer, sem motivo aparente. A cidade foi tomada pela criminalidade e totalmente abandonada pelas autoridades.

Vinte anos depois o cientista Ethan Stuart encontra o diário de Catherine Aragon, uma sobrevivente do ocorrido e vai atrás ela para investigar o que realmente aconteceu. Enquanto isso, ele conhece Leon Saiter, outro sobrevivente e que vai tentar ajudá-lo a resolver o mistério. As descobertas dos dois começam a incomodar o governo e aí a espiã Anabelle passa a vigiá-los de perto.

Não esperava por nada disso quando comecei a ler o livro e tampouco sabia que ele era o primeiro de uma trilogia. Acabei frustrada, já que a história não me agradou (achei tudo leeeeento demais) e fiquei sem saber o final. As personagens também não são muito cativantes, tinha hora que eu torcia pra alguém morrer só pra eu me livrar da personagem, sabe? Hahaha. Enfim, esse é um que vai para a troca novamente. ;)

Uma coisa muito legal sobre o livro é que ele foi lançado de uma forma independente. A autora é nova e bancou do bolso a edição, vendida pela internet. Posso não ter gostado da história, mas sei que muita gente por aí gostou e acho a iniciativa da Mare Soares ótima e invejável. Ela tá de parabéns.

366 Nuncas: #022 a #028

#022 – 22/01/2012

Demorei um ano para criar coragem e assisti P.S. I Love You. Nunca tinha testa do Netflix (aliás, tô adorando) e resolvi criar coragem pra assistir ao filme. Gente, que MERDA DE FILMEEEEEE! Mudaram as personagens, a história da Holly e do Gerry, tudo. Ficou chato, os personagens são um saco… odiei. Sério, se você gostou do filme e nunca leu o livro, vá ler. A história original é bem melhor.

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#023 – 23/01/2012

Tava tomando o relaxante muscular para o pescoço ainda e nunca senti tanto sono no trabalho. Sério, eu não enxergava nem as letras no monitor e a impressão era de que eu ia cair de cara no teclado à qualquer momento. Puta sensação horrível. O jeito foi me jogar no copo cheio de café sem açúcar. Afe.

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#024 – 24/01/2012

Resolvi mandar a dieta para o quinto dos infernos e chutei o baldo. Pelo menos experimentei algo que nunca tinha comido: as pipocas com chocolate da Wondercakes. Tão mais que aprovadas, só a embalagem que é super mal pensada e nem a moça da loja conseguiu abrir. Tive que usar uma faca e estraguei toda a latinha. :/

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#025 – 25/01/2012

Feriado, namorado trabalhando e muita preguiça. Passei o dia em casa, assistindo Breaking Bad (snato Netflix!) e comendo. Pelo menos pendurei o lindo porta-chaves de passarinho, coisa que nunca tive.

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#026 – 26/01/2012

Uma amiga postou essa foto nossa, tirada em 1998 no nosso último dia de aula da oitava série. Aí veio a avalanche de comentários e risadas. Nunca tinha falado com tanta gente do primário no Facebook quanto esse dia. Foi muito bom. :)

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#027 – 27/01/2012

Estamos no verão, aquela estação do ano que me faz uma pessoa triste e miserável. A parte boa é que São Pedro endoidou esse ano e o resultado foi essa coisa linda: 16º num final de sexta-feira. Nunca tinha visto uma temperatura tão baixo em pleno verão.

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#028 – 28/01/2012

Há três dias chovia sem parar e fazia um friozinho bom. Aí no sábado, dia do casamento do meu primo em uma chácara cheia de mato e terra, parou de chover e saiu o sol. O casamento foi lindo, tranquilo, despretencioso. Nunca tinha visto uma cerimônia tão linda. Eu, que não sou nada religiosa, achei lindo demais eles terem dispensado toda essa parte e terem pedido a benção de quem realmente importa: deles mesmos, dos amigos e da família. O noivo cantou pra noiva, ela tocou uma valsa que compôs pra ele, os amigos cantaram, contaram histórias e recitaram poemas… a coisa mais linda que já vi. Tudo simples, sincero e com muita história.