junho 2011

Project 365: #170 a #176

#170 – 19/06/2011

Essa semana que passou foi infernal. IN-FER-NAL. Não sei se foi porque eu já queria estar no clima de férias e não podia, mas foi muito cansativa. A começar pelo domingo: trabalhando na agência, com post-its de tudo que eu não podia esquecer de fazer durante a semana grudados no meu computador.

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#171 – 20/06/2011

Dia de usar roupa bonita que ganhei de aniversário. Tô apaixonada por essa saia. Coisa liiinda! <3 <3

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#172 – 21/06/2011

Mais roupa linda que ganhei de aniversário. Minha sogra acertou MUITO quando escolheu esse pijama, de vaquinha com mangas e calça de oncinha. Muito perua. Preciso dizer que virou meu pijama favorito? :p

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#173 – 22/06/2011

Véspera de feriadão, eu teria que trabalhar na quinta e na sexta… aí resolvi ir logo até a Claro e me dar meu presente de aniversário. Tirei a foto quando ainda tava sincronizando o bichinho, tava vaziiiio.. agora coloquei várias apps, mudei fundos.. tô me divertindo.

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#174 – 23/06/2011

Fiz um caminho diferente para voltar pra Santo André e peguei a Linha Amarela do Metrô. Adorei esse trem novo, bem bonitinho.

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#175 – 24/06/2011

Trabalhei até tarde, virei a noite freelando… e essa foi a diversão do dia: algodão doce japonês que explode na boca.

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#176 – 25/06/2011

Acordei cedo (não tão cedo quanto deveria, mas tudo bem) e fui andar pelo centro de Santo André com uma amiga. Esse aí é a Oliveira Lima, também conhecida com “calçadão”, onde ficam algumas das lojas mais populares.

E agora, ó: tô de fériaaaas! Já fiz bastante coisa desde ontem e essa semana vai ser um pouquinho corrida. Por isso bem capaz de eu dar uma sumida, vou é viver um pouco minha vida lá fora. ;)

Project 365: #163 a #169

#163 – 12/06/2011

Comecei a comemoração do meu aniversário da melhor maneira possível: passando o dia dos namorado com o noivo e amigos muuuito queridos, assistindo show do Rogério Skylab e jantando em restaurante gostoso. <3

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#164 – 13/06/2011

Adorei esse espelhinho que minha mãe colocou na garagem (!) de casa. Ficou bem fofo.

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#165 – 14/06/2011

Semana de muito MUITO trabalho. Lembra que até falei que se pudesse tinha adiado meu aniversário? Hahah. O jeito foi tirar fotos das fofuras da minha mesa.

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#166 – 15/06/2011

Alguns dos filmes já feitos pelo noivo e pelos sócios dele, pendurados na parede da produtora. :)

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#167 – 16/06/2011

Fiquei um tempão esperando chegar coisa pra mim. Justo quando durmo no apartamento chega quase tudo. Hahaha. Vieram os jogos de talher que comprei, coisas do Harry Potter (vassoura, varinha, pomo de ouro, cachecol e vira-tempo), Renew (parece piada ele chegar um dia antes do meu aniversário, né?) e meus pincéis Sephora + Tokidoki que comprei com a Roana.

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#168 – 17/06/2011

O dia mais legal do anoooo!! :D
Foi tão corrido que nem consegui tirar foto de nada, trabalhei feito uma doida. Mas achei muito fofa essa testeira que encontrei no meu computador quando cheguei aqui na agência.

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#169 – 18/06/2011

Dia de comemorar o aniversário com outro grupo de amigos. Passamos HORAS na churrascaria e depois ainda fomos comer a sobremesa na padaria. Gordos? Magiiina! :p

Andei lendo: 3096 Dias | Natascha Kampusch

A leu minha mente quando me deu esse livro de presente. Desde que vi na prateleira da livraria fiquei querendo porque sempre tive curiosidade com essas histórias de cativeiros super longos.

Acho que todo mundo conhece a história da Natascha Kampusch, mas aí vai um resuminho: a russa foi sequestrada por um homem quando tinha 10 anos e só conseguiu escapar do cativeiro quando já estava com 18. Passou a infância inteira trancada na casa dele, fazendo serviços de casa e de construção. Cara legal, hein? NOT!

O livro é curtinho, bem rápido de ler e ó: não dá taaaantos detalhes sórdidos quanto achei que desse. Ela conta dos abusos físicos e psicológicos que sofreu (e que não foram poucos), mas deixa no ar se ele fazia a moça ter relações bíblicas com ele ou não. Como a própria Natascha escreveu o livro, ele é cheio de reflexões e “culpas”: os pais que não eram muito bons com ela o tempo todo, o trauma de ser gordinha quando criança…. e o mais incrível de tudo, explicações que até parecem desculpas para o criminoso fazer o que fez.

O cartaz que foi espalhado pela cidade quando Natascha desapareceu e o quartinho onde passou os 8 anos na casa do sequestrador.

Priklopil (o sequestrador) fez Natascha emagrecer até ficar praticamente pele e osso, raspar o cabelo (já que ele era neurótico e não queria deixar vestígio nenhum de DNA da menina perdido pela casa), batia nela repetidas vezes e a fazia até reformar a casa e outros apartamentos que comprava para alugar. Ele era um maldito completo e frangote, tanto que se matou quando soube que Natascha tinha conseguido apoio da polícia e que estava sendo procurado.

O livro é legal para conhecer os detalhes do crime, mas achei a Natascha um tanto chatinha. Tuuudo ela analisa, tuuudo tem um culpado… claro que se eu também tivesse ficado 8 anos em um cubículo sofrendo todos esses abusos, também seria meio chatinha.