Fevereiro 2011

Project 365: #051 a #057

Essa semana resolvi só tirar fotos com o celular, usando o Retro Camera que eu tinha instalado há meses e ainda não tinha testado. Gostei do resultado. ;)

#051 – 21/02/2011

Saí mais cedo do trabalho e fui pra casa descansar. Assisti televisão com o pai e a mãe (esse aí é meu pai assistindo ao Jornal Nacional todo torto na poltrona) e fui dormir. Ô delícia!

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#052 – 22/02/2011

Tava lendo o The Van Alen Legacy, toda empolgada. Aproveitei que marquei de ir ao cinema com o namorado e terminei o livro, enquanto esperava no shopping. No final ele me deu bolo, mas tudo bem.

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#053 – 23/02/2011

Foi a segunda tentativa de assistir Cisne Negro com o namorado, mas ele me deu um bolo DE NOVO. Ia assistir na quinta, mas acabei desistindo. Dessa semana não passa!

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#054 – 24/02/2011

Passeando no shopping vi essa vitrine cheeeia de anéis de caveira. Fiquei apaixonada por um bem delicado, tipo uma aliancinha, mas acabei não tirando foto dele.

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#055 – 25/02/2011

O namorado tinha filmagem no interior, então acabei passando a noite de sexta-feira “solteira”. Fiz macarronada, assisti tv e bordei. Muita agitação, hein? Hahhahaa.

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#056 – 26/02/2011

Dia de ter a sobrinha em casa. <3

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#057 – 27/02/2011

A noite de sábado foi bem agitada e cheia de gente querida: teve festinha de aniversário da Kátia, depois fomos ao cinema com os amigos e tudo acabou às 3h de domingo no mc donalds, com a gente falando MUITO mal de Bruna Surfistinha. E sim, não assisti Cisne Negro mas já assisti Bruna Surfistinha. NÃO ME JULGUEM! Hahahah.
Cheguei em casa até meio rouca, de tanto rir.

The Van Alen Legacy – 4º livro da série Blue Bloods | Melissa de la Cruz

Minha ideia era deixar para ler esse livro mais para o final do ano, já que tô numas de não comprar livro nenhum até acabar com a minha fila de mais de 50 livros para ler (uma coisa bem parecida com o que a Camies escreveu lá no Mão Feita, já que não adianta eu continuar comprando livros se não dou conta nem dos que já estão compradinhos e pagos lá em casa) e SABIA que ia ficar toda melindrada querendo ler os próximos volumes da série. Mas, né? Não aguentei e peguei logo porque queria saber o que acontecia com a Schuyler. Hahahaha.

Não tinha gostado tanto assim do terceiro livro e não tava tão animada com o The Van Alen Legacy, mas me enganei. Esse livro é todo contado por fragmentos, cada capítulo é a visão de uma das três principais personagens feminas, então você vai acompanhando o que acontece com elas ao mesmo tempo e, a partir da hora em que todo mundo está de volta à New York, os mesmos acontecimentos do ponto de vista das três.

Depois de todo o drama que rolou no Rio de Janeiro, Schuyler foge pra Europa com o Olliver, Mimi volta ao Rio com Kingsley para procurar uma pessoa que sumiu (não posso falar quem é, né?) e Bliss fica afastada da escola, na casa de veraneio da família. Nisso se passa um ano, acontece até que bastante coisa e todo mundo volta pra New York. Tem ação, tem um pouco de enrolação (mas nesse livro nem senti muito, viu?) e dramas românticos.

Gostei do livro por alguns motivos: Olliver se comprovou homem com H maiúsculo e continua sendo meu personagem favorito de toda a série e Mimi começa a demonstrar que apesar de ser uma vaca maledeta também tem coração.

Melissa também até que se saiu bem ao escrever sobre o Rio de Janeiro (qual é o lance desses vampirinhos adolescentes e o Rio, hein? Até achei que a Mimi ia acabar esbarrando com o Edward por lá. hahaha). Claro que teve alguns deslizes, tipo os diálogos serem uma mistura meio bizarra de português e espanhol e ela achar que a nossa moeda é o Peso. Mas de resto, ela foi bem.

Terminei o livro e ainda tinha que esperar um pouco pelo namorado no shopping. Claro que fui correndo até a livraria ver se tinha o próximo livro da série e não tinha. Mas tinha coisa bem legal: os dois volumes “extras” que a autora lançou, que não fazem necessariamente parte da história mas complementam ela. Olhei, abri, vi o preço, namorei eles um pouquinho e deixei por lá. Saí orgulhosa de mim. Hahahha.

Pra ser madrinha de casamento

AMO ser madrinha de casamento porque acho que não é à toa que alguém te escolhe pra esse papel. Sou madrinha de todos meus irmãos, de alguns amigos… sempre me emociono com o convite. Depois de pensar no presente, começa minha tortura (ê exagerada!): a escolha do vestido.

Se eu fosse magrinha, certeza que iria querer um igual à esse primeiro. O da Scarlett é lindo, adoro vestido com manguinhas. Esse roxo é bem bonito, mas o meu verde também é meio transpassado assim, queria algo mais diferente disso.

Em 2008 passei muito tempo procurando o vestido perfeito e encontrei. Tenho um verde e um dourado, mas já fui madrinha com os dois e dessa vez quero um diferente. Aí vem o grande problema: tenho peito grande, sou gordinha e não gosto de várias coisas comuns em vestidos de festa (veludo, bordados de canutilhos, tomara que caia, alcinha muito fina). É sempre difícil encontrar um que cubra decentemente meus peitos, que fique bonito e que seja simples. Sou chata, essa é a grande verdade.

Fora que acho que o preço cobrado por alguns vestidos é um abuso e me nego a gastar muito com isso. Também não tenho paciência pra ficar experimentando mil coisas. Hahaha. Chata? Magiiiiiina!

Esse primeiro é um luxo só, adoro cintinho. O segundo é meio vó, né? Mesmo assim gostei dele. Esse último é meu favorito, mas teria que ser em alguma cor que não o branco.

Resolvi que iria pesquisar modelos que gosto, que são diferentes e, se encontrar em alguma loja a um preço bom, ótimo. Se não, estou pensando sériamente em contratar uma costureira. Foi pesquisando modelos no Google que encontrei o Vestidos de Festa!, um blog recheado de – adivinha! – vestidos de festa. Gostei desses que ilustram o post. Agora é só gastar alguns sábados rodando lojas e ver se encontro algo parecido. Se não, lá vou eu procurar costureira boa. ;)